terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vendas das MPE para governo federal crescem 14,7% em 2011

Notícias

 

De janeiro a setembro, foram negociados pelo segmento cerca de R$ 8 bilhões

Mariana Flores, enviada especial

São Paulo - As vendas feitas por micro e pequenas empresas (MPE) para o governo federal entre janeiro e setembro de 2011 foram 14,7% superiores ao volume negociado no mesmo período em 2010. Nos nove primeiros meses deste ano, as MPE venderam o equivalente a R$ 8 bilhões apenas para o governo federal. Em 2010, nesse período, foram vendidos cerca de R$ 7 bilhões. O volume de 2011 é oito vezes superior ao de 2002.

 

Os números foram apresentados pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Delfino Natal de Sousa, durante palestra na quarta-feira (23), primeiro dia do IV Fomenta Nacional, em São Paulo. Os R$ 8 bilhões comercializados representam 26% do total comprado pelo governo federal no período analisado. Em 2002, apenas 11% do total das transações foram feitas com MPE.

 

Delfino destaca que o aumento da participação das micro e pequenas empresas nas compras governamentais fortalece o mercado interno. “Existe uma função social na licitação, uma oportunidade de desenvolvimento econômico e de criação de emprego e renda e de erradicação da pobreza.”, afirma. Somente as compras públicas federais representam 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Segundo Delfino, ainda há espaço para aumentar a participação das MPE no fornecimento de produtos e serviços para órgãos governamentais.

 

Elevar as aquisições públicas feitas de MPE é importante para aumentar a participação delas na geração de riquezas no país, segundo o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick. “O desenvolvimento das MPE é importante porque apesar de representar 99% das empresas do país, representa pouco mais de 20% do PIB. Se a gente quer mudar esse perfil, precisamos dar mais espaço para a economia dos pequenos”, afirma. Ao participarem de licitações, as MPE têm de ajustar seus produtos e serviços às exigências do governo, o que eleva a qualidade e a competitividade das empresas, destaca Bruno.

 

A experiência do estado de São Paulo foi apresentada durante o painel Compras Governamentais e Políticas Públicas – Visões e Experiências. A coordenadora da Bolsa Eletrônica de Compras de São Paulo (BEC), que é vinculada à Secretaria da Fazenda Estadual, Maria de Fátima Alves Ferreira, apresentou benefícios desenvolvidos pela unidade federada, como, por exemplo, o cadastro unificado de fornecedores. O registro permite que o empresário se cadastre uma só vez para concorrer em várias licitações.

 

Dos 35 mil fornecedores cadastrados no estado, 46% são micro e pequenas empresas. “A participação das MPE no cadastro já é grande, precisamos agora fomentar a participação nas negociações”, afirma. O objetivo da Bolsa é negociar bens e serviços adquiridos pela administração pública.

 

Fomenta

O Fomenta é promovido pelo Sebrae em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O evento, realizado em São Paulo, teve início na manhã desta quarta-feira (23) e se estende até quinta-feira (24). O encontro busca ampliar a presença dos pequenos negócios nas compras governamentais, conforme determina a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). Participam do encontro representantes de órgãos públicos federais, estaduais e municiais, empresários e especialistas do Brasil e do exterior.

 

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Seminário debate crédito para pequenas empresas

Notícias

 

Para diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, bancos precisam levar em conta as características do setor

Regina Xeyla

Brasília - O Programa Sebrae 2014 atende 4.500 micro e pequenas empresas e já sensibilizou outros 15.600 empreendimentos por meio de palestras. São empresários que estão atentos às oportunidades que serão geradas com a Copa FIFA 2014 e que agora precisam de crédito para viabilizar ou ampliar suas atividades. Pensando nisso, a instituição realiza nesta segunda-feira (28), em Brasília, o seminário Programa Sebrae 2014 e o Sistema Público de Fomento.

 

O evento acontece em parceria com a Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE). A proposta é apresentar o Programa Sebrae 2014 às Instituições Financeiras de Desenvolvimento, visando aproximar a oferta e a demanda por investimento e financiamento gerados pela Copa do Mundo de futebol.

 

A Copa irá movimentar cerca de R$ 170 bilhões no país. São recursos que serão aproveitados pelas micro e pequenas empresas, tendo em vista sua atuação no mercado interno, segundo o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. “Temos que pensar no que podemos agregar ainda mais a essas empresas, como reconhecer oportunidades, aproximar os demandantes dos pequenos negócios e identificar as lacunas e dificuldades apresentadas, tornando-as aptas a fornecer”.

 

Ele destacou ainda que, à medida que as empresas evoluem e a demanda por produtos e serviços se torne concreta, a tendência é faltar recursos para capital de giro e investimento. “As empresas têm dificuldade em acessar recursos, devido à falta de informação e a não oferta de garantias reais às instituições financeiras. Nesse sentido, os bancos e as agências de fomento têm papel especial”. Na avaliação do diretor-técnico “é preciso que seja feito uma análise de risco por parte das instituições financeiras, mais eficiente e inteligente, que leve em conta as características dos pequenos negócios”.

 

Para o presidente da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (Investe Rio), Mauricio Elias Chacur, o Sistema Público de Fomento tem a obrigação de oferecer aos empresários o acesso ao crédito para que possam aproveitar as oportunidades com o mundial. “A proposta é que em 2012 consigamos realizar nas 12 cidades-sede atividades como esse seminário e criar linhas de crédito específicas”, afirmou.

O seminário é realizado ao longo desta segunda-feira (28). Na pauta, os Impactos Econômicos e Oportunidades de Investimento da Copa de 2014 e o Programa Sebrae 2014. Haverá palestras com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste, Nossa Caixa Desenvolvimento, Desenbahia, e da agência MT Fomento.

 

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Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Encontro promove participação nas compras públicas

Notícias

 

Com seminário, painéis e rodadas de negócios, o Fomenta Nacional aponta às micro e pequenas empresas caminhos para vender aos órgãos de governo

Da Redação

Brasília - Representantes de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, empresários e especialistas do Brasil e do exterior reúnem-se nesta quarta-feira (23) e quinta-feira (24) em São Paulo, no 4º Encontro de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Compras Governamentais (Fomenta Nacional).

 

O Fomenta é promovido pelo Sebrae em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A coordenação do evento espera reunir 2,5 mil participantes. O encontro busca ampliar a presença dos pequenos negócios nas compras governamentais, conforme determina a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06).

 

O capítulo 5 da Lei Geral estabelece exclusividade para micro e pequenas empresas nas compras públicas de até R$ 80 mil, subcontratação do segmento pelas grandes companhias vencedoras de licitações e preferência em caso de empate com uma empresa de maior porte.

 

A programação do Fomenta Nacional traz painéis sobre assuntos como acesso dos pequenos negócios às oportunidades geradas pela Copa de 2014 e por programas de compra da merenda escolar. O papel dos tribunais de contas na fiscalização da lei também faz parte das discussões. Nesses painéis, gestores públicos vão informar aos empresários o que cada órgão compra e como funciona este processo. O Fomenta terá ainda apresentação de casos de sucesso nas compras públicas.

 

Rodadas

O encontro traz como destaque rodadas de negócios. "Nelas, não há negociação imediata, pois as compras governamentais exigem processos específicos. Mas os empresários podem apresentar seus produtos e tirar dúvidas pessoalmente com os gestores públicos", explica o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick.

 

As rodadas contarão com empresas de segmentos como máquinas e equipamentos, vestuário, alimentação, material de expediente e tecnologia da informação. Também participam grandes empresas estatais como Petrobras e Correios.

 

Nasa

O evento destaca um seminário internacional sobre políticas públicas e experiências na área de compras governamentais. Entre os participantes, Ralph Thomas, consultor responsável pelo programa da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) para pequenos negócios, e Miguel Perrúa, coordenador de Governo Eletrônico da Organização dos Estados Americanos (OEA).

 

O Fomenta será realizado no centro de convenções do Hotel Sheraton (Av. Nações Unidas 12551 - Piso C3 - Brooklin Novo - São Paulo – SP). A abertura acontece às 9h30, com a participação do presidente do Sebrae, Luiz Barretto, e da ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Também estão previstas as presenças do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do prefeito Gilberto Kassab.

 

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Fonte: Agência Sebrae

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pequenos negócios terão vantagens com mudanças no Simples

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Proprietário de duas empresas no Paraná comemora redução da carga tributária

Da Redação

Brasília - A medida do governo que amplia as faixas de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas enquadradas no Simples Nacional é uma chance para empresários que pensam em formalizar ou aumentar sua empresa.

 

O empresário Telmo Kottwitz, de Cascavel (PR), registrou suas duas empresas no Simples Nacional e não tem do que reclamar. Um dos negócios, a microempresa de bordados, teve redução de 26% no pagamento de tributos desde sua inscrição, em 2006.

 

A empresa de pequeno porte do ramo de vendas de máquinas de costura, que aderiu ao sistema em 2007, registrou 11,5% de redução na carga tributária nesse período.

 

O empresário aplicou os recursos economizados na capacitação de pessoal e em tecnologia. Entre 2008 e 2009, a microempresa de bordados registrou aumento acumulado de 76,10% no faturamento, enquanto as receitas do pequeno negócio de máquinas cresceram 50,43%. “O Simples Nacional é um instrumento facilitador da performance empreendedora do empresário brasileiro”, garante.

 

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Fonte: Agência Sebrae

Regras do Simples Nacional vão impulsionar geração de empregos, diz gerente do Sebrae

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Agência Sebrae

Brasília - As novas regras do Simples Nacional são fundamentais para impulsionar a geração de postos de trabalho no Brasil, destacou o gerente de Políticas Públicas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Bruno Quick, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. Segundo ele, em 2010, 80% dos novos empregos foram gerados pelas pequenas empresas.

 

O gerente do Sebrae acrescentou que as empresas com até quatro trabalhadores foram responsáveis pela geração de 1,2 milhão de postos de trabalho, no ano passado.

 

Bruno Quick frisou que, em 2011, as pequenas e microempresas já ultrapassaram a geração de 2 milhões de empregos. Um dos pontos mais importantes das novas regras sancionadas pela presidenta Dilma Rousseff, na semana passada, é a figura do empreendedor individual, criada para incentivar a formalização de quem tem ganho mensal até R$ 5 mil.

 

?São mais de 100 mil novas empresas por mês e o desafio do Sebrae é acompanhar esse crescimento dando assistência a esses novos empresários?, disse Bruno Quick. De acordo com ele, o dado mais importante é que 95% desses empreendedores têm incentivado a formalidade e 87% trabalham para se transformar em microempresas.

 

O gerente do Sebrae ressaltou que o registro do empreendedor individual é fácil de ser feito. ?O empreendedor entra em um portal, preenche os dados, tira o seu CNPJ [Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica] na hora e, em minutos, já recebe as guias de pagamento do imposto que tem a alíquota baseada no valor do salário mínimo.?

 

Segundo Bruno Quick, quase 40% dos empreendedores abrem suas empresas pela internet, 40% procuram o Sebrae e 20% buscam contadores. Ele disse ainda que tudo é feito sem qualquer custo aos empreendedores.

 

Pela nova lei, o limite de enquadramento no regime simplificado de tributação sobe de R$ 240 mil para R$ 360 mil, no caso das microempresas, e de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, no das pequenas empresas. Esses são os valores que as empresas poderão faturar anualmente para permanecer no programa. O teto para os empreendedores individuais passou de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano.

A lei também duplica para R$ 7,2 milhões o limite de faturamento anual para as empresas exportadoras. Assim, as vendas ao mercado externo poderão chegar ao mesmo valor das operações no mercado interno. Então, dentro desse teto, a empresa continuará enquadrada no regime simplificado.

 

*Colaborou Yara Aquino

Edição: Talita Cavalcante e Juliana Andrade

Fonte: Agência Sebrae

CFC

 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Novas regras beneficiam produtores rurais e MPEs

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Produtores rurais, empreendedores individuais e microempresas são os principais beneficiados com a nova classificação de porte estabelecida, ontem, pelo Conselho Deliberativo da Sudene (Condel), para a concessão de crédito por parte do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), do Banco do Nordeste (BNB).

 

A reclassificação é idêntica à utilizada pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e faz com que mais empresas sejam enquadradas na categoria de micro e pequenas, que são as que possuem taxas de juros mais baixas. Empreendimentos com receita bruta anual inferior a R$ 2,4 milhões serão classificados como mini ou micro; de pequeno-médio porte, empresas comFaturamento entre R$ 2,4 milhões até R$ 16 milhões; de médio porte, de R$ 16 milhões a R$ 90 milhões; e de grande porte as que faturam valor superior a R$ 90 milhões.

A Taxa de Juros para empreendimentos classificados entre mini e pequeno porte varia entre 5% a 8,5%. Com bônus de adimplência de 25% para empresas localizadas no semiárido, os juros ficam entre de 3,75 a 6,375%. O benefício se estende à área de atuação da Sudene (os nove estados do Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo).

 

Otimização
De acordo com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, "o objetivo é otimizar o direcionamento dos recursos do FNE aos mini e pequenos produtores, micro e pequenas empresas, reduzindo a fração desse Fundo para os grandes empreendimentos a no máximo 20%, ampliando a margem dos micros e pequenos de 40% para, no mínimo, 51%". A reunião do Condel contou com as presenças dos governadores Eduardo Campos (PE), Jacques Wagner (BA), Wilson Martins (PI), Ricardo Coutinho (PB), Rosalba Ciarlini (RN) e o presidente do BNB, Jurandir Santiago.

 

Fonte: Diário do Nordeste

Classe Contábil

Mudanças no Simples focaram mais Fisco que as MPEs, avalia Fecomercio-SP

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) comemora a extensão de 50% nos limites de renda bruta anual para adesão ao Simples Nacional promovida na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas pela Lei Complementar (LC) 77/11, sancionada pela presidente Dilma Rousseff hoje, mas enfatiza que muitos dos ajustes feitos na Lei beneficiam mais ao Fisco do que as Micro e Pequenas Empresas (MPEs).

 

A Assessoria Técnica da FecomercioSP pondera que, além da ampliação dos limites da receita bruta anual para enquadramento das empresas, que passou a ser de R$ 60 mil para o Microempreendedor Individual (MEI), R$ 360 mil para as Micro Empresas (MEs) e R$ 3,6 milhões para as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), a LC 77/11 só apresenta dois pontos positivos: a simplificação dos processos de abertura e baixa, com o tempo de inatividade reduzido de 3 anos para 12 meses; e o incentivo à exportação, garantindo que as empresas com Faturamento de até R$ 3,6 milhões no mercado interno poderão ter receita igual com as exportações, sem o Risco de serem excluídas do Simples.

 

A FecomercioSP aponta, ainda, que deixar a revisão dos limites para adesão ao programa sob a tutela do Comitê Gestor do Simples Nacional não foi a melhor decisão do governo. Até porque novas atualizações só poderão ser feitas a partir de 2015. O mais adequado seria estabelecer uma atualização automática das faixas, corrigidas anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o que eliminaria os efeitos de ingerências politicas sobre o tema.

 

O projeto apresenta, sim, inovações no que diz respeito a facilitar a arrecadação e fiscalização das empresas. Medidas como o sistema de notificação eletrônica, a possibilidade de exclusão de MEs e EPPs por meio eletrônico e a alteração da natureza jurídica das informações prestadas pelo sistema eletrônico, que passam a ter caráter declaratório e de confissão de dívidas – tornando-se instrumento hábil e suficiente para a exigência dos tributos e contribuições que não tenham sido recolhidos –, foram aprovadas em detrimento de outros pontos já debatidos no Congresso, que seriam mais propícias para o desenvolvimento das MPEs. 

 

A seguir, a Fecomercio lista os pontos que vai continuar a defender e reivindicar, como os apresentados no Projeto de Lei Parlamentar (PLP) 591 de 2010: 

 

· Garantir o parcelamento automático de débitos do Simples, já que muitos empresários não aderem ao Simples porque seriam obrigados a quitar seus débitos em parcela única, um impeditivo para quem tem contas apertadas;


· Impedir a substituição tributária e o recolhimento do diferencial de alíquota do ICMS para as empresas inscritas no Simples;


· Abater no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os gastos com aquisição de Emissores de Cupom Fiscal (ECF), medida que serve tanto para desonerar empresários como para promover a modernização dos equipamentos atualmente utilizados, facilitando a fiscalização e coibindo sonegações;


· Reduzir os depósitos para pedidos de recurso na Justiça do Trabalho em 100% para MEIs, 75% para MEs, e 50% para EPPs; e


· Garantir que as empresas e seus sócios poderão ter seus nomes inscritos em cadastros de restrição ao crédito ou sofrer a penhora de Bens somente após o termino do processo de execução e cobrança.

 

Fonte: Canal Executivo

Classe Contábil

Nova lei reduz tributação para empresas do Supersimples

Notícias

 

Empresas com faturamento de até R$ 180 mil serão as mais beneficiadas

Dilma Tavares

Brasília - A lei sancionada nesta quinta-feira (10) pela presidente Dilma Rousseff (Lei Complementar 77/11) ajusta em 50% as faixas de enquadramento das empresas no Simples Nacional. Segundo o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, a mudança vai reduzir a tributação para micro e pequenas empresas do sistema.

 

A estimativa é que a queda na tributação seja de 12% até mais de 26%. “Isso ocorre porque, mesmo com as faixas ampliadas, as empresas serão tributadas com alíquotas menores”, diz o gerente. Segundo ele, as microempresas que estão na faixa de até R$ 180 mil terão as maiores reduções.

 

O Supersimples tem 20 faixas de tributação onde as empresas são enquadradas de acordo com o seu faturamento. Atualmente, a primeira faixa começa em R$ 120 mil e vai subindo em múltiplos desse valor até alcançar o teto máximo de R$ 2,4 milhões. Com o ajuste em 50%, a partir de 1º de janeiro de 2012, a primeira faixa terá início em faturamentos de até R$ 180 mil. Esse valor vai sendo ampliado em cada uma das faixas seguintes até chegar a R$ 3,6 milhões.

 

Esse sistema tem tabelas de tributação específicas para os setores da indústria, comércio e serviços. Na tabela do setor de comércio, por exemplo, a primeira a alíquota vai de 4% até 11,61%. “A partir do ajuste, essa primeira faixa passará a ser integrada por empresas com receita bruta anual de até R$ 180 mil. Na tabela atual, com esse valor elas estariam na segunda faixa, cuja alíquota de tributação é de 5,47%. Agora essas empresas voltarão a ser tributadas pela alíquota anterior, de 4%, o que significa uma redução tributária efetiva de 26,9%”, exemplifica Bruno Quick.

 

O gerente do Sebrae cita ainda o exemplo de uma empresa com faturamento bruto anual de aproximadamente R$ 1,7 milhão. “Hoje ela está enquadrada na faixa nº 15, com alíquota de tributação de 10,32%. Com o ajuste, ela recua para a faixa nº 10, com alíquota de 9,12%. Isso gera uma redução tributária efetiva de 13,2%”, explica. Para a empresa que está na faixa de R$ 1,2 milhão e que passará para R$ 1,8 milhão, ele calcula que a redução será de 12%.

 

Bruno Quick avalia que um dos maiores avanços do Supersimples “é a desoneração do emprego, já que os empresários não precisam pagar a Contribuição Patronal Previdenciária sobre a folha de pagamento e, sim, sobre o faturamento, o que é um forte estímulo à geração de mais postos de trabalho e melhores salários”.

 

Supersimples

Criado pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06), o Simples Nacional unifica a cobrança de oito impostos. São seis federais (IRPJ, IPI, PIS/PASEP, COFINS, CSLL e INSS patronal), o ICMS estadual e o ISS municipal. Todos pagos num único boleto e numa única data. Em vigor desde julho de 2010, o sistema conta com mais de 5,6 milhões de micro e pequenos negócios. Esse número inclui mais de 1,7 milhão de empreendedores individuais, que entram automaticamente no regime.

 

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Fonte: Agência Sebrae

Novo teto permite volta de empresa mineira ao sistema

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Agência Sebrae de Notícias publica série de reportagens com empreendedores sobre ampliação do Simples

Dilma Tavares

Brasília - O empresário José Luiz Pereira, de Belo Horizonte (MG), comemora a ampliação do teto da receita bruta anual das pequenas empresas amparadas pelo Supersimples de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Com isso, seu comércio de confecções terá a possibilidade de voltar a recolher tributos pelo sistema, do qual foi excluído em janeiro de 2010 por ultrapassar o limite de faturamento permitido. A medida faz parte da lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira (10).

 

“A exclusão da minha empresa do Simples significou aumento de mais de 98% nos impostos. Desde então, parou de crescer e eu vinha apenas mantendo o negócio, enquanto aguardava a atualização dos limites para voltar ao sistema”, explica.

 

José Luiz afirma que, com o retorno da empresa ao Supersimples, vai investir na expansão do negócio e contratar mais empregados. Hoje ele tem 14. “No Simples vou respirar mais tranqüilo. Com crescimento, todos ganham”, diz.

 

O empresário acredita que essa deverá ser a mesma posição de boa parte dos pequenos negócios que atuam na área. “A maioria das pequenas empresas do comércio lojista que conheço está nessa situação”, diz. E completa: “crescer é o que todo mundo quer e isso é possível dentro do Simples”.

 

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Fonte: Agência Sebrae

Novo teto do Supersimples já é lei

Notícias

 

Mudança reajusta faixa de enquadramento das micro e pequenas empresas neste regime

Dilma Tavares

Bernardo Rebello/ASN

Presidente Dilma Rousseff sanciona lei que amplia teto do Supersimples

 

Brasília - A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (10) a Lei Complementar 77/111, que amplia em 50% as faixas de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas do Supersimples ou Simples Nacional. O teto da microempresa sobe de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o da pequena passa de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O limite máximo de faturamento bruto anual do Empreendedor Individual também aumenta. Vai de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano. Essas medidas valem a partir de 1º de janeiro de 2012.

 

Os ajustes abrangem mais de 5,6 milhões de empresas do sistema. Esse número representa 95% dos micro e pequenos empreendimentos formais do Brasil e 93,3% de todas as empresas instaladas em território nacional. O projeto que deu origem à lei é de autoria do poder executivo.

“Hoje damos uma demonstração de que estamos preocupados com a economia real, com o que gera riqueza para o país e com o que vai assegurar que tenhamos todas as condições de continuar investindo”, afirmou a presidente Dilma após a sanção.

 

Dilma Rousseff definiu as micro e pequenas empresas como estratégicas para o aquecimento do mercado, para o desenvolvimento econômico nacional e combate à crise financeira mundial. "Nossa pauta é a do crescimento do mercado interno, dos empregos, dos lucros dos nossos empresários e da renda no Brasil”, disse a presidente.

 

“A partir de agora, os micro e pequenos negócios poderão aumentar seu faturamento pagando menos tributos”, destacou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele assinalou que o Simples, que considera o melhor sistema tributário brasileiro, se aprimora e passa a abranger maior número de empresas.

 

“Estamos comemorando avanço no ambiente legal, o que significa melhores negócios, mais empregos e geração de renda”, afirmou o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Na avaliação dele, a longo prazo, os ajustes estimularão o crescimento econômico e se reverterão em aumento de arrecadação e ganhos para o país. 

 

“Completamos quatro anos do Supersimples. Agora há uma atualização dos seus tetos e incentivo à exportação, o que estimula o crescimento econômico”, ressaltou Luiz Barretto, destacando outros avanços garantidos na lei, como o parcelamento de dívidas das empresas do Simples Nacional. “Os empresários do segmento precisam de tratamento diferenciado, o que se confirma hoje com a nova legislação”, disse.

 

Há 30 anos dona de uma pequena confecção em Fortaleza (CE), Maria Aracilda Lima Bezerra explicou, no evento, a importância do Simples Nacional para sua empresa. “O Simples me deu oportunidade de reciclar o negócio, de crescer e capacitar empregados. Era o que faltava na vida de todos nós”, disse.

 

Nova lei aumenta em 50% teto do Supersimples

 
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Fonte: Agência Sebrae

Ferramenta permite avaliar nível de inovação na empresa

Notícias

 

Em novo espaço na internet, donos pequenos negócios têm acesso a dicas a respeito do tema

Com informações do Sebrae em São Paulo

http://inova.sebraesp.com.br

Site testa verve empreendedora

 São Paulo - Nem sempre inovação é sinônimo de grandes investimentos em tecnologia. Pequenas mudanças, como reformulação de processos e adequações de produtos à clientela, podem gerar grandes resultados para micro e pequenas empresas. Para ajudar a disseminar informações simples e eficientes, o Sebrae em São Paulo lança uma nova página na internet. Nela, o empreendedor pode avaliar o nível de inovação adotado na empresa e ter dicas de como aprimorar esta importante etapa na gestão do negócio.

 

Neste endereço, o empreendedor confere artigos e dicas de como a inovação pode mudar o dia a dia da empresa. Também avalia gratuitamente o nível de inovação utilizado em seu negócio. A partir deste diagnóstico on line, uma trilha de conhecimento é sugerida, com soluções, cursos, ferramentas, palestras e demais materiais desenvolvidos pelo Sebrae no estado especialmente para micro e pequenas empresas que buscam inovar.

 

Serviço
São Paulo - (11) 3177-4831
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Fonte: Agência Sebrae