sexta-feira, 29 de julho de 2011

Governo do RS lança programa para pequenas empresas

Notícias

Estado quer elevar para 25% a participação de micro e pequenas empresas em licitações públicas

Do Sebrae no RS

Porto Alegre - O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, lança nesta sexta-feira (29), em Santana do Livramento, o Programa Compras Públicas para Micro e Pequenas Empresas. Desenvolvida pela Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos (SARH), a iniciativa busca explorar a demanda por bens e serviços do estado para fomentar empresas de micro e pequeno porte e incrementar cadeias produtivas. Ela também ampliará o acesso ao mercado de compras públicas.

Juntamente com o lançamento do programa, serão realizados os dois primeiros pregões eletrônicos presenciais para compra de pão e leite de micro e pequenas empresas. A proposta de interiorizar os procedimentos licitatórios, na compra de itens de alimentação para diferentes órgãos estaduais, permite a SARH, através da Central de Compras do Estado, ser indutora de políticas de desenvolvimento econômico regional, contribuindo diretamente para a distribuição de renda e redução das desigualdades sociais.

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no estado, Vitor Augusto Koch, que participará do evento em Livramento, qualifica como fundamental para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas esta ação. "Como a parcela das MPE que consegue fazer negócios com o setor público, um dos grandes contratantes de bens e serviços do país, ainda é pequena, vejo nesta iniciativa um fator estimulante para o crescimento dos seus negócios", avalia. O dirigente lembra que, atualmente, "os governos federal, estaduais e municipais representam apenas 4% do faturamento das pequenas empresas no Brasil, e há espaço para crescimento dos negócios".

Vitor Koch comenta que o Programa Compras Públicas para Micro e Pequena empresa irá elevar estes índices no Rio Grande do Sul. Hoje, o estado compra em torno de R$ 2 bilhões ao ano e apenas um pequeno percentual é adquirido de MPE. "Com a implementação da Lei 13.706, esse percentual poderá chegar à casa dos 25%, algo em torno de R$ 500 milhões", assinala. Ele lembra que o Governo Federal, antes da regulamentação do capítulo de compras da Lei Geral das MPE, comprava em torno de R$ 2,4 bilhões das pequenas empresas, número que saltou para R$ 15,9 bilhões em 2010.

Exclusividade para MPE

A base legal para implantação do programa é a Lei 13.706, de 6 de abril de 2011, que prevê, entre outras medidas, a exclusividade nas contratações no valor de até R$ 80 mil para MPE. Ao invés de 20 grandes contratações, a Cecom realizará 319 com exclusividade e mais 66 com preferência para MPE em todo o estado. Projeta-se um aumento superior a 210% nos valores contratados somente como resultado de tais ações.

A primeira etapa do programa será implantada em 22 municípios das Regiões Central, Fronteira Oeste, Campanha, Jacuí-Centro, e Alto Jacuí. Entre julho e setembro, serão realizados 44 pregões presenciais; dois em cada município.

Os primeiros alimentos a serem licitados de forma exclusiva serão os itens de panificação e leites, que abastecem as casas prisionais, unidades da FPERGS e hospital da Brigada Militar. No próximo ano, o Governo do Estado planeja estender para mais 55 municípios, bem com como abranger todos os itens de alimentação licitados pela Cecom.

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Fonte: Agência Sebrae

Patinete ecológica poderá ser usada como meio de transporte

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Empreendedor fluminense inventa produto inédito no mundo. É próprio para terrenos irregulares, pesa entre 6 kg e 8,5 kg e não terá problema de espaço. Pode ser guardado até no escritório

Regina Mamede

Rio de Janeiro - O iPat é um produto que anda em qualquer superfície, capaz de vencer pequenos obstáculos e ainda é dobrável. A combinação é resultado do empenho de Jarbas Braga Neto, administrador de empresas por profissão e inventor por curiosidade. A ideia surgiu quando o carro foi para o conserto e ele teve que enfrentar uma ladeira íngreme de paralelepípedo para sair de casa em Petrópolis, região serrana fluminense, e pensou que “seria divertido” fazer o percurso de skate ou patinete.

Como nenhum deles funciona em terreno irregular, começou a desenvolver a ideia se valendo do conhecimento de mecânica, que aprendeu na prática de tanto montar e desmontar motores na adolescência, período em que foi piloto de kart. Na avaliação do inventor, o produto reúne as melhores características desses modelos de transporte. Para circular em qualquer terreno, o projeto prevê o uso de rodas de bicicleta, sendo que a traseira será recoberta de um material leve como fibra de vidro ou de carbono.

E o detalhe é que, além de garantir maior estabilidade por oferecer apoio para os joelhos e coxas do usuário, prevê espaço para ser usado como um porta-luvas e também serve como para-lama. Puxando uma pequena alça, ele se dobra e pode ser transportado facilmente. O peso está calculado entre 6 kg e 8,5 kg.

“Trabalhar de bicicleta, por exemplo, é quase impossível porque é difícil guardá-la. O que proponho é um meio de transporte prático e que pode ser guardado embaixo de uma mesa de escritório”, reforça. O projeto conta com apoio dos programas Bônus Design e Bônus Propriedade Intelectual (Bônus PI) do Sebrae no Rio de Janeiro, em parceria com o Centro Design Rio e Rede de Tecnologia e Inovação fluminense (Redetec). O pedido de registro do iPat já está em andamento e o primeiro protótipo deve ficar pronto até o final de 2011.

“A combinação de todas estas peças em um mesmo produto é inédita. Fiz uma pesquisa por minha conta na internet e, para confirmar, contratei o serviço de profissional especializado em patentes. O resultado foi o mesmo: não existe nada parecido no mundo. Acho que o iPat pode agradar ao público jovem e infantil e ainda tem um forte apelo ecológico porque não é poluente. Já temos o projeto em desenvolvimento do modelo com motor elétrico, o que vai ampliar a gama de usuários”, afirma Braga.

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Sebrae no Rio de Janeiro: (21) 2212-7971

EV-Veículos Ecológicos: (21) 2111-8302

Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Casal cria site para vendas de e-books médicos

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Dupla de empreendedores usa comércio eletrônico para atingir mercado no exterior

Érica Chianca

João Pessoa - Radicado na Paraíba desde 2004, o casal Marck Circus e Luciana Valentim, ele americano e ela carioca, administra um portal de comércio eletrônico (e-commerce) de livros digitais (e-books) de medicina especializada. Médico e autor de diversas publicações, Marck encontrava dificuldade para divulgar seu trabalho e viu na internet alternativa para comercializar suas obras e divulgar ideias.

“Ele publicou o primeiro livro em 2007, de forma impressa, e o entrave era com as editoras, que não davam tanto destaque. Além disso, o custo era alto. Em 2008, buscamos uma empresa para elaborar um ambiente on line e começamos a criar conteúdos para e-books”, lembra Luciana.

O site conta com publicações somente escritas por Marck e 99% das vendas são feitas para clientes de fora do país, profissionais de saúde e pacientes. Os e-books, que tratam de formas alternativas de cura, condição humana e causas das doenças, custam entre US$ 15 e US$ 99. Em média, são vendidos três livros ao dia, todos escritos em inglês.

Para administrar o comercio eletrônico, o casal usa suporte por demanda de uma empresa especializada e conta com quatro máquinas em casa. "A atividade que desenvolvemos é bem vantajosa, mas os custos para se ter um sistema desses não são baratos. Todo serviço é feito por uma empresa especializada, com profissionais preparados. No entanto, o retorno vale a pena”, garante Luciana.

Oportunidade

Para quem deseja implantar um sistema de e-commerce na empresa ou quer ter uma loja virtual como negócio, o Sebrae na Paraíba e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, lançaram o projeto Ponto Com, que disponibilizará R$ 700 mil de investimentos e até 50% de subsídios para criação de sites, sistemas de e-commerce e catálogos on line.

Para inscrever-se no Ponto Com, basta acessar este endereço. No site, o empreendedor pode saber mais informações sobre o projeto, como valores dos pacotes e consultar a lista de fornecedores. As empresas de tecnologia da informação e comunicação cadastradas também farão os esclarecimentos necessários ao procedimento para a retirada do subsídio.

Serviço

Sebrae na Paraíba - (83) 2108.1218 - www.pb.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Editora de livros cria produtos com tecido reciclado

Notícias

 

Há menos de um ano no mercado, a Pique-Brinque, especializada no segmento infantil, já está com pontos de venda em Curitiba e São Paulo

 

Beth Matias

São Paulo -A editora Pique-Brinque é uma empresa dedicada a criar livros infantis em tecido PET reciclado. As coleções foram especialmente desenvolvidas para um consumidor que acredita nas terapias alternativas para a busca do bem-estar e da eco-sustentabilidade. A novidade da Pique-Brinque é a coleção “Minha primeira sacolinha retornável”. Dentro, um pequeno livro com frutas ou verduras em tecido.

 

A empresa já tem 11 títulos, todos envolvendo crianças e bem-estar. Além disso, possui cinco pontos de venda – dois na capital São Paulo, dois em Curitiba e um em Valinhos (SP). A editora, que está dentro da Incubadora de Osasco (SP), ainda não fez um ano de lançamento. “Trabalhei durante 11 meses na pesquisa do negócio para depois lançar a empresa. Foi muito importante para mim esta  pesquisa. Sou uma empresária mais segura”, conta. Saiba como melhorar sua empresa com o apoio do Sebrae

 

Genima diz que entre os próximos passos da empresa está abrir uma loja real. Ela tem uma virtual. Agora pretende expandir seu negócio para franquias. “Já tenho um estudo de uma empresa de franquias a respeito do nosso produto”, informa.

A primeira coleção da Pique-Brinque foi lançada na Feira do Empreendedor, em São Paulo, em 2010. A partir daí, a empresária Genima Laguzzi não parou mais. Participou da Feira do Empreendedor no Paraná e esteve até domingo (24) na NaturalTech, dentro da Bio Brazil Fair 2011, na capital paulista.

 

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Fonte: Agência Sebrae

Copa deve gerar 356 oportunidades de negócios em Natal

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Evento realizado pelo Sebrae sobre as perspectivas para 2014 chega a capital potiguar nesta segunda-feira (25)

Naiobe Quelem e Regina Xeyla

Brasília - A Copa do Mundo de 2014 irá gerar 356 possibilidades de negócios para os empreendedores de Natal. As oportunidades fazem parte do estudo Programa Sebrae 2014: Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas cidades-sede, que será apresentado na próxima segunda-feira (25). O evento será realizado durante todo o dia, na capital do Rio Grande do Norte. As vagas são limitadas. Para se inscrever, deve-se entrar em contato com o call center da instituição (0800 570 0800).

“Identificamos as oportunidades e os requisitos para que as pequenas empresas possam participar dos negócios gerados por esse grande evento, diretamente ou como fornecedoras de grandes grupos. Mas esse não é o único objetivo do Sebrae. Queremos também que a Copa traga um grande legado de desenvolvimento e que as pequenas empresas se tornem mais competitivas”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

O Mapa de Oportunidades foi encomendado pelo Sebrae à Fundação Getulio Vargas (FGV). A partir do levantamento, ficou possível identificar as chances de negócios em cada cidade-sede da Copa. Em Natal, o trabalho ocorreu por meio de grupos focais de oito segmentos: Construção Civil, Tecnologia da Informação, Têxtil e Vestuário, Turismo, Produção Associada ao Turismo, Comércio Varejista, Agronegócios e Serviços.

Natal será a quarta das 12 cidades-sede a receber o evento, que tem como objetivo motivar os empresários a se prepararem de forma planejada para aproveitarem as chances de crescimento e consolidação trazidas pelo mundial. A série de encontros, que prosseguirá até 30 de agosto, já passou pelo Rio de Janeiro, Brasília e Cuiabá. Os próximos encontros são: 26 de julho – Recife; 2 de agosto – Belo Horizonte; 4 de agosto – São Paulo; 11 de agosto – Salvador; 12 de agosto – Fortaleza; 16 de agosto – Porto Alegre; 17 de agosto – Curitiba; 30 de agosto - Manaus.

“É grande a nossa expectativa em contribuir para tornar as empresas do Rio Grande do Norte mais competitivas para o fornecimento de produtos e, sobretudo, na prestação de serviços de qualidade, que são essenciais no evento tão grandioso”, afirma o diretor superintendente do Sebrae no estado, José Ferreira de Melo Neto.

Programação

A programação se divide em duas partes. A abertura do evento ocorrerá no período da manhã, às 9h, no hotel Olimpo Recepções (Av. Prefeito Omar O’gray, 7645, Candelária). Participam da solenidade a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, a prefeita de Natal, Micarla de Souza, o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, e o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Rio Grande do Norte, Silvio Bezerra.

Em seguida, o desportista e ex-técnico da seleção brasileira de futebol, Carlos Alberto Parreira, irá falar sobre o tema ‘My Way – Formando Equipes Vencedoras!’. Também haverá homenagem ao ex-lateral da Seleção Brasileira, Francisco da Chagas Marinho. O jogador potiguar – mais conhecido entre os torcedores como Marinho – jogou 33 partidas com a camisa do Brasil, entre os anos de 1973 e 1977.

À tarde, o encontro acontece a partir das 14h30, na sede do Sebrae no Rio Grande do Norte (Av. Lima e Silva, 76, Lagoa Nova). Nesse período, haverá painéis setoriais voltados exclusivamente aos empresários dos oito segmentos do mapeamento. Os participantes trabalharão em grupos para elaborar os planos de ações para cada um dos segmentos produtivos considerados pela pesquisa. Além das oportunidades de negócios, irão saber quais requisitos e estratégias são necessários para buscá-las.

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Fonte: Agência Sebrae

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Jovens cariocas criam site para venda de produtos naturais

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Iniciativa rende aos criadores da ideia participação em programa da Shell apoiado pelo Sebrae no Rio de Janeiro

Regina Mamede

Rio de Janeiro - A dificuldade de encontrar produtos variados para o pai que tem diabete foi o ponto de partida para que o analista de sistemas Diogo Simões criasse o Nutribazar com o advogado e amigo Eduardo Massocati. Especializado na venda de alimentos naturais, o site entrou em funcionamento há dois anos com cerca de 60 produtos e um número médio de 450 acessos mensais. Veja no Portal Sebrae dicas para atuar na área de comércio eletrônico

No início deste ano, o negócio ganhou novo impulso quando a dupla de jovens empresários foi selecionada pelo programa de empreendedorismo Shell Iniciativa Jovem, que tem o Sebrae no Rio de Janeiro como um dos parceiros. Como empresa incubada, tiveram acesso a conceitos de finanças, contabilidade e marketing, entre outros temas. O resultado da aplicação do conhecimento provocou um crescimento significativo e o Nutribazar registrou no mês passado mais de 6 mil visitas.

A formalização do negócio foi o primeiro e um dos passos mais importantes. A iniciativa reduziu o custo em cerca de 35%. “Começamos a negociar diretamente com os distribuidores e, além de diminuirmos o preço de compra, ampliamos a oferta. Hoje o site oferece cerca de 450 itens entre alimentos, chás e fitoterápicos”, conta.

Para consolidar o crescimento, os sócios implantaram outras inovações. Na cidade do Rio de Janeiro, motoboys entregam a encomenda no mesmo dia e os clientes não têm qualquer custo adicional. O uso de redes para divulgar o site e monitorar a avaliação dos internautas, identificação de palavras-chave para melhorar a posição do site nos sistemas de busca e o rápido envio pelos Correios para atender os compradores de outros estados foram outras das providências adotadas.

A empresa pretende fechar um convênio com uma cooperativa para usar papel reciclado como embalagem e ainda incluir a venda de produtos orgânicos com entrega em domicílio. "Temos muitas ideias para o crescimento do negócio", reforça Eduardo.

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Nutribazar: (21) 4113-2964
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Fonte: Agência Sebrae

 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Consultoria on line facilita criação de empresas

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Programa já beneficiou na Bahia mais de 2.700 empreendedores. Édirecionado àquelas pessoas que precisam de informações sobre legalização e gerenciamento do seu negócio

  • Lidiane Borges

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A futura empresária Ana Cristina Araujo afirma que o programa ajuda a encontrar o melhor

A futura empresária Ana Cristina Araujo afirma que o programa ajuda a encontrar o melhor

Salvador - Funcionária de uma multinacional em telecomunicações há 18 anos, Ana Cristina Araujo resolveu ser “dona do próprio nariz” e abrir um negócio de instalação de som e alarmes automotivos com o seu irmão. Sem tempo de ir a um posto de atendimento do Sebrae, Ana Cristina pesquisou no site da instituição e optou por participar do programa de auto atendimento Negócio Certo, que lhe dava mais mobilidade para estudar.

Oferecido gratuitamente pelo site www.negociocerto.sebrae.com.br, o programa é direcionado às pessoas que não têm tempo no horário comercial. “O Negócio Certo é para quem tem algum impedimento de se dirigir à Instituição e busca por oportunidades e informações sobre legalização e gerenciamento do seu negócio”, explica o gestor da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae Bahia, Michelangelo Lima.

Desde que começou na Bahia, em 2009, o número de inscritos vem aumentando consideravelmente. De acordo com Michelangelo até junho de 2011, 2.788 pessoas se inscreveram no programa. Em 2009, o Negócio Certo teve 1.450 inscrições. “A nossa expectativa é de que as pessoas que participaram do Negócio Certo procurem novamente o Sebrae em busca de outras ferramentas para manter seu negócio”, comentou.

O curso tem orientações práticas sobre a abertura de novos negócios e também para empresários que já possuem uma empresa, desejam avaliar suas estratégias e querem melhorar a administração do seu negócio. O atendimento é dividido em etapas que vão desde a definição da atividade até a formalização do negócio, oferecendo todas as informações necessárias para o novo empresário.

Ana Cristina ainda não concluiu as etapas do programa Negócio Certo. Pretende fazer isso até o final do mês, mas considera que obteve um grande aprendizado até agora. “É como se o Sebrae segurasse em nossas mãos e nos guiasse pelo caminho certo”, comentou. Até o final do ano, ela e o irmão pretendem estar com tudo pronto para abrir a empresa. No momento, eles pesquisam pontos e localidades onde possam trabalhar.

Como funciona

O Negócio Certo possui seis etapas e em cada uma o empreendedor é orientado a cumprir algumas atividades. No primeiro momento ocorre a identificação de oportunidades, baseada em respostas sobre o perfil do empreendedor. Nesta etapa o cliente tem acesso a mais de 400 atividades catalogadas e é informado sobre as características do comportamento empreendedor.

A partir daí se define a idéia de negócio e a viabilidade mercadológica. Depois o empreendedor segue para a fase de formalização do negócio e, nas últimas duas etapas, recebe orientação sobre a gestão da empresa.

Durante todo o processo, o cliente pode contar com o auxílio de um consultor que tira dúvidas por email. Para a futura empresária de Salvador, Michele dos Anjos, que pretende abrir uma empresa de recursos humanos, o atendimento com o consultor foi fundamental durante as etapas do programa. “Tive respostas para todas as minhas dúvidas, sem falar na boa vontade e cordialidade com que fui tratada”, diz.

Michele já concluiu as etapas do programa e está se organizando para ir ao Sebrae levar o seu plano de negócios para análise. “Achei o programa excelente, pois coloca o futuro empreendedor para pensar, pesquisar e analisar se realmente se encaixa no perfil empreendedor”, disse.

Ela ressaltou ainda que se sente segura com o acompanhamento feito pelo Sebrae. “Mesmo depois de o curso ser concluído, nós continuamos amparados. Em geral, os cursos parecem ter a chave para que nós, empreendedores, possamos nos destacar no mercado concorrente e entrar no mesmo de forma proporcional e segura”, ressalta.

Para utilizar o programa on line, basta fazer o cadastro pela internet ou ligar para 0800 570 0800 de segunda a sexta-feira, de 8h às 20h. O programa Negócio Certo também tem atendimento presencial que é realizado nos pontos de atendimento do Sebrae, onde um atendente auxilia no processo de cadastramento.

Serviço:

Sebrae na Bahia: (71) 3320.4558

Site: www.ba.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae

Aplicativo permite criação de cursos pela internet

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Inovação em rede social pode representar oportunidade de negócio e de conhecimento para micro e pequenas empresas

 

Eduardo Ritschel

São Paulo - Um novo aplicativo para criar, difundir e vender cursos on line com facilidade e segurança chega às redes sociais. O Izzui é uma ferramenta desenvolvida pela empresa Affero de educação corporativa e, pelas características, pode ser uma oportunidade para pequenas e micro empresas compartilharem conteúdo e conhecimento, além de terem uma fonte de renda entre os 700 milhões de usuários da rede.

 

O usuário da ferramenta consegue criar apresentações e desenvolver cursos pagos sobre qualquer assunto, compartilhando conhecimento. A forma de venda acontece pelo PayPal (sistema de pagamento eletrônico). Se não quiser criar seu próprio curso, o usuário pode buscar ideias e informações úteis a qualquer hora para o desenvolvimento de seu negócio e de sua equipe. O aplicativo é achado ao se digitar Izzui na barra da pesquisas da rede social Facebook

 

O Izzui traz a visão do aprendizado colaborativo e é uma ferramenta de publicação de conteúdo mais simples e de baixo custo. Permite que o usuário convide amigos, acompanhe as atividades deles, compartilhe, comente e avalie conteúdos.

 

Os cursos disponíveis ainda não são muitos, mas a expectativa da empresa é de rápido crescimento. O Izzui oferece jogos, animações e personagens para o desenvolvimento rápido de novos cursos. No total, os usuários passam 700 bilhões de minutos na internet por mês e baixam mais de 20 milhões de aplicativos.

 

“Nossa intenção a longo prazo é ser a maior escola virtual do mundo”, afirma Francisco Ferreira, diretor de produtos da Affero. A empresa, que investiu mais de R$ 500 mil no desenvolvimento do aplicativo, espera conquistar 100 mil usuários até o fim de 2012. A ferramenta é atrelada ao QuickLessons, plataforma colaborativa de conteúdos autorais que permite a formatação das aulas. O Izzui é baseado no conhecimento compartilhado, tendência do ensino de ser cada vez mais colaborativo.

 

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Veja o vídeo em: www.izzui.com/pt

 

Fonte: Agência Sebrae 

 

 

Sebrae e parceiros assinam acordos para fortalecer MPE

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Parcerias serão fechadas durante a 19ª Reunião Plenária do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte nesta quinta-feira (21)

Dilma Tavares

Brasília - Vários acordos de cooperação beneficiando micro e pequenos negócios serão assinados nesta quinta-feira (21) na 19ª Reunião Plenária do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, em Brasília. Uma das parcerias será assinada entre o Sebrae, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Confederação Nacional de Municípios (FNP). O objetivo final é reforçar a regulamentação e prática da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

“Já avançamos muito nos últimos anos, mas é fundamental esse esforço conjunto para que os benefícios da lei cheguem a mais municípios e possam, de fato, motivar a participação dos pequenos negócios na economia local”, destaca o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

Em vigor desde dezembro de 2006, a Lei Geral está regulamentada em 3.227 dos 5.564 municípios, onde vivem 76,28% da população do país. Esses números começaram a avançar a partir de um convênio com este objetivo assinado em 2009 entre o Sebrae, a FNP e a CNM. Entre as ações desenvolvidas por meio desse convênio estão seminários de sensibilização sobre a importância da regulamentação e prática da lei, como o acesso dos pequenos negócios às compras governamentais, e formação de agentes de desenvolvimento (AD).

Plano para MPE

Durante o evento, o Ministério do Desenvolvimento deve divulgar a criação de um plano nacional de capacitação para micro e pequenas empresas. Também está prevista assinatura de acordos técnicos com o Ministério da Justiça, Correios, Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Conselho Federal de Administração (CFA).

A 19ª Reunião Plenária do Fórum será realizada na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a partir das 8h30.

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Fonte: Agência Sebrae

terça-feira, 19 de julho de 2011

Lei Geral Estadual beneficiará micro e pequenas empresas

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O Maranhão está bem próximo de ter a sua Lei Geral Estadual das Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Micro Empreendedor Individual. A minuta da lei foi aprovada durante a reunião realizada pela Secretaria do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Sedinc), por meio do Fórum Permanente Maranhense das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Microforum), com o apoio do Sebrae.

 

Representantes de 23 entidades participantes do Microforum, realizado no auditório do Sebrae, participaram da reunião que aprovou a minuta. No momento, a proposta tramita no âmbito governamental e será encaminhada na forma de Projeto de Lei à Assembléia Legislativa (AL) para discussão e aprovação. A Lei Geral Estadual estabelecerá normas gerais relativas ao tratamento diferenciado às micro empresas, empresas de pequeno porte e empreendedores individuais.

 

A criação da Lei Geral no âmbito estadual é uma exigência legal da Lei Complementar nº 123/2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte) que tem o objetivo de adequar às realidades do estado. A sua construção é realizada pelo Governo do Estado em conjunto com a sociedade, de forma democrática e participativa, por meio das entidades de classe representativas do setor.

 

O Superintendente do Desenvolvimento da Micro e Pequena Empresa da Sedinc, José Oscar de Melo Pereira, explica que a lei é um instrumento legal que tornará mais simples a vida dos empreendedores maranhenses. “A lei estadual contribuirá para diminuir a burocracia e proporcionará fácil, além de oportunizar a assimilação de novas tecnologias por meio da capacitação, contribuindo assim para a geração de emprego e renda em nosso estado”, observa o superintendente.

 

O presidente do Sindicato das Empresas Contábeis e das Empresas de Assessoria, Perícia, Informações e Pesquisas do Maranhão (Sescap), Gilberto Alves Ribeiro, destaca que a criação da Lei Geral Estadual vem de encontro ao anseio de todo empresariado local. “As microempresas e empresas de pequeno porte dão fluxo de riqueza para o estado pelo número que representam e o nível de empregabilidade. A Lei contribuirá para fazer com que as micro e pequenas empresas tornem-se mais competitivas”, observa.

 

Na avaliação do diretor da Associação Comercial do Maranhão (ACM) Pedro Nicácio, a adequação da Lei Federal para a realidade do estado é fundamental para a sustentabilidade das micro e pequenas empresas. “A criação da Lei Estadual é importante para o desenvolvimento do estado, pois a grande maioria das empresas é formada por micro e pequenos empreendedores”, avalia Nicácio.

 

Em 26 de maio, a Sedinc, com o apoio do Sebrae, trouxe a São Luís o consultor Rômulo Giuseppe Rende para assessorar o trabalho de estruturação da Lei Geral Estadual, durante uma oficina de trabalho com a participação das entidades que compõem o Microforum.

Fonte: Economia Nordeste Brasil

Classe Contábil

 

Inovação não é bicho de sete cabeças, ressalta Barretto

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Presidente do Sebrae afirma que é preciso desmistificar a ideia de que inovar exige altos investimentos em tecnologia

  • Da Redação

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Luiz Barretto, presidente do Sebrae Nacional

Luiz Barretto, presidente do Sebrae Nacional

Brasília - O mercado brasileiro e seus 100 milhões de consumidores atraem cada vez mais a atenção de grandes grupos internacionais. É comum ouvir em conversas de economistas que o Brasil é a bola da vez para os investidores estrangeiros. Até 2014, ano da Copa do Mundo, o país deve receber R$ 180 bilhões em investimentos e gastos feitos por turistas.

Apesar de gerar um clima de otimismo em razão dos milhares de empregos criados, a chegada de empresas estrangeiras amplia a competição no cenário interno e já está obrigando muitos empresários a repensarem suas estratégias para fazer frente à concorrência.

O que fazer para enfrentar os contêineres abarrotados de dólares que desembarcam todos os meses no Brasil e ao mesmo tempo competir com as empresas nacionais? Para o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, no cargo desde janeiro deste ano, a palavra mágica para a resposta desta questão é a inovação.

“É preciso pensar em inovação não apenas pelo viés da tecnologia, mas em um sentido mais amplo. Reduzir o consumo de energia elétrica ou de água, organizar o estoque, atualizar a logomarca, adotar um novo design para a embalagem dos produtos, implantar um software para controle de fluxo de caixa são alguns exemplos de inovação que geram grandes resultados”, afirma.

Em entrevista à Agência Sebrae de Notícias (ASN), ele afirma ainda que a instituição vai investir, até 2013, R$ 780 milhões em projetos nessa área. Só este ano, 30 mil pequenas empresas serão beneficiadas com esses recursos.

O segmento formado por empreendedores individuais, micro e pequenas empresas representa 99% do total de empresas no país e responde por 53% dos empregos formais. Porém, correspondem a cerca de 20% do PIB. “Existe um enorme potencial para aumentar a lucratividade nesse segmento”, avalia Barretto.

Leia a seguir a entrevista concedida à repórter Mariana Flores.

ASN: É preciso desmistificar a ideia de que inovar exige uma tecnologia complexa e cara. Como levar essa consciência para os pequenos negócios?

Luiz Barretto: De fato, o custo e a pouca articulação com os meios acadêmicos são barreiras para os pequenos empresários investirem em inovação. Nas empresas de grande porte, existem departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento, o que é inviável em um pequeno negócio. Por isso é que criamos programas como o ALI – Agentes Locais de Inovação e o Sebraetec, com soluções de inovação para as pequenas empresas. O conceito do ALI é o de buscar ativamente os empresários e oferecer um diagnóstico. E com o Sebraetec, essa empresa passa a ter acesso a soluções de gestão, tecnologia, redução de custos, economia de energia etc. O custo dessas soluções é subsidiado em até 90% pelo Sebrae. Então, mais do que uma questão de mudar a consciência, esses programas estão viabilizando o acesso da pequena empresa à inovação.

ASN: Como uma MPE pode identificar as lacunas a serem preenchidas por ideias de inovação em seu negócio?

Luiz Barretto: O primeiro passo é pensar em inovação não apenas pelo viés da tecnologia, mas também em um sentido mais amplo. Reduzir o consumo de energia elétrica ou de água, organizar o estoque, atualizar a logomarca, adotar um novo design para a embalagem dos produtos, implantar um software para controle de fluxo de caixa. Esses são alguns exemplos de inovação que geram grandes resultados. A identificação nem sempre é fácil por causa da barreira cultural, do costume de fazer os negócios sempre da mesma forma. É aí que o ALI contribui. São jovens com no máximo três anos desde a graduação universitária, com conhecimento específico na sua área de atuação, que fazem o diagnóstico e indicam as soluções.

ASN: Como tornar o investimento em inovação um hábito entre os donos de micro e pequenos negócios?

Luiz Barretto : A cultura do pequeno empresário, muitas vezes, é a do conhecimento adquirido na prática, principalmente nas empresas familiares. Esse conhecimento é muito importante e dá resultados, claro. O que o Sebrae pretende é demonstrar para esse empresário que a inovação cria um diferencial e atende uma necessidade que é enfrentar a concorrência e fidelizar consumidores. No dia a dia, possivelmente o empresário não tenha a percepção do que pode inovar. E é justamente esse o trabalho do Agente Local de Inovação, que vai até ele e oferece um diagnóstico e encaminha para as soluções do Sebraetec.

ASN: Qual a importância da atuação do Sebrae para estimular a adoção de medidas de inovação entre as micro e pequenas empresas?

Luiz Barretto: Até 2013, o Sebrae irá investir R$ 780 milhões em projetos de inovação. Considerando apenas 2011, nossa meta é atender diretamente 30 mil pequenas empresas. A inovação é uma das estratégias da instituição para aumentar a participação das MPE na economia brasileira. O segmento formado por empreendedores individuais, micro e pequenas empresas representa 99% do total de empresas no país e responde por 53% dos empregos formais. Porém, correspondem a cerca de 20% do PIB. Ou seja, existe enorme potencial para aumentar a lucratividade nesse segmento e a inovação é um caminho para atingir esse resultado.

ASN: O Sebrae está conseguindo levar a inovação para dentro dos pequenos negócios?

Luiz Barretto: Acabamos de realizar em Pernambuco o II Encontro Nacional dos Agentes Locais de Inovação, reunindo os atuais 400 ALI que temos hoje nos estados. Os depoimentos deles e de alguns clientes mostram os resultados com ganhos em lucratividade, acesso a novos mercados e desenvolvimento. E os resultados tendem a ser ampliados porque teremos mil agentes de inovação ainda em 2011, com mais pessoal nos estados onde o programa já foi implantado e o início das atividades no Rio de Janeiro, Mato Grosso e Santa Catarina.

ASN: Investir em inovação torna as empresas mais competitivas para fazer frente à concorrência internacional. O Brasil enfrenta essa concorrência de empresas estrangeiras? Em um ranking mundial de investimento em inovação, em que posição o Brasil estaria?

Luiz Barretto: Com certeza, o mercado brasileiro, com mais de 100 milhões de consumidores, atrai concorrentes de outros países. Então não se pode aguardar passivamente a entrada de competidores estrangeiros, é preciso preparar as pequenas empresas brasileiras para esse cenário cada vez mais competitivo. Dados do Ministério da Ciência e Tecnologia mostram que o investimento em inovação está em ascensão no país, embora ainda não seja equiparado a outras grandes economias. Mas os números mostram que em outros países a participação do setor privado em pesquisa e inovação é muito mais relevante do que no Brasil. Por isso a agenda do Sebrae com inovação é tão importante para mobilizar o setor privado para esse tema. Esse também é o motivo do Sebrae fazer parte do Movimento Empresarial pela Inovação (MEI), que reúne grandes empresas, representando ali os pequenos negócios.

ASN: Como o investimento em inovação dentro das empresas pode influenciar o desenvolvimento da economia brasileira?

Luiz Barretto: Dado que o segmento de empreendedores individuais, micro e pequenas empresas representa 99% do total de empresas no país, não pode de forma alguma ser dissociado do desenvolvimento da economia brasileira. A participação no PIB está em torno de 20%, por isso vemos o potencial de aumentar essa participação e um dos mecanismos para isso é a inovação.

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Fonte: Agência Sebrae

Fórum das MPE se reúne em Brasília a partir desta terça

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Durante o evento, que vai até quinta-feira (21), instituições parceiras assinarão acordos que beneficiam micro e pequenas empresas

Regina Xeyla e Dilma Tavares

Brasília - Apresentar e debater temas relevantes para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Esse é um dos objetivos da 19ª Reunião Plenária do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que começa nesta terça-feira (19), em Brasília.

O fórum é presidido pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel. O evento tem entre os objetivos reforçar a regulamentação e prática da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, por meio, por exemplo, da formação de Agentes de Desenvolvimento (AD), figura prevista na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, e o acesso dos pequenos negócios às compras governamentais.

Hoje existem mais de 700 agentes de desenvolvimento formados a partir de ações desenvolvidas no âmbito de convênios entre Sebrae, Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e Confederação Nacional de Municípios (FNP). 

“Já avançamos muito nos últimos anos, mas é fundamental esse esforço conjunto para que os benefícios da lei cheguem a mais municípios e possam, de fato, motivar a participação dos pequenos negócios na economia local”, destaca o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

Em vigor desde dezembro de 2006, a Lei Geral está regulamentada em 3.227 dos 5.564 municípios, onde vivem 76,28% da população do país. Esse números começaram a avançar a partir de um convênio com este objetivo assinado em 2009 entre o Sebrae, a FNP e a CNM. Entre as ações desenvolvidas por meio desse convênio estão seminários de sensibilização sobre a importância da regulamentação e prática da lei, como o acesso dos pequenos negócios às compras governamentais e formação de agentes de desenvolvimento (AD). 

Durante o evento, o Sebrae, o MDIC, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Confederação Nacional de Municípios (FNP) assinarão um acordo para reforçar a regulamentação e prática da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.

Fórum Permanente

O Fórum Permanente das MPE foi criado com o objetivo de ser o espaço de debates e de conjugação de esforços entre o governo e o setor privado para o desenvolvimento de políticas públicas para o segmento. O Fórum é composto por 81 entidades de apoio e de representação nacional do segmento de MPE; 46 órgãos governamentais competentes, mediante convite da Secretaria Técnica; Fóruns Regionais das MPE; Sebrae; e Frente Parlamentar Mista de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

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Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Copa 2014 vai gerar 8 milhões de viagens pelo Brasil

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Estudo da FGV projeta número de viagens que serão realizadas por visitantes brasileiros e estrangeiros nas cidades-sede do evento

 

Assessoria do MTur

São Paulo - Os 600 mil turistas estrangeiros que virão ao Brasil no mês da Copa do Mundo de Futebol FIFA 2014 vão realizar quase 2 milhões de viagens pelas cidades-sede. Já os 3 milhões de brasileiros que circularão pelo país farão 6 milhões de viagens pelos 12 municípios. As estimativas de fluxo de turistas durante o evento foram divulgadas em palestra no Núcleo de Conhecimento do Salão do Turismo, no Anhembi, em São Paulo.

 

A cidade que deverá receber o maior número de estrangeiros é o Rio de Janeiro, com 413 mil. Em segundo lugar, aparece São Paulo, com 258 mil, seguida de Brasília, com 207 mil. Entre os turistas brasileiros, o destino preferido é São Paulo, com 1,2 milhões de visitas. Depois, aparece o Rio de Janeiro, com 840 mil, e Fortaleza, com 564 mil.

 

A pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério do Turismo, revela o total de visitas de estrangeiros e brasileiros que as cidades-sede receberão por jogo. Somando os resultados das doze cidades serão 341,4 mil turistas internacionais e 1 milhão de nacionais por partida de futebol.

 

“O estudo foi realizado com base em pesquisas que realizamos com o público da Copa do Mundo da África do Sul, em 2010 e a movimentação do turista brasileiro”, explicou o diretor de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Lopes.

 

Clique aqui para conhecer mais detalhes do perfil do turista internacional conforme a pesquisa .

 

Fonte: Agência Sebrae

Pequenas empresas ficam com 25% das liberações do BNDES

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Valor Econômico

Vera Saavedra Durão e Francisco Góes | Do Rio

Contrariando a tendência dos últimos dez anos, as micros e pequenas empresas avançaram sua participação nos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no primeiro quadrimestre de 2011 e conseguiram abocanhar 25% das liberações, ante 18% no mesmo período de 2010 e 10% em 2008. De janeiro a abril, o grupo levou R$ 8,5 bilhões dos R$ 33,9 bilhões liberados pela instituição. Em contrapartida, a participação das grandes empresas encolheu para 55% do volume desembolsado, ante 71% nos primeiros quatro meses de 2010.

O avanço da participação das micros e pequenas empresas sobre os fartos recursos do banco ocorreu principalmente a partir da criação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) no âmbito da Finame, com juros fixos e mais baratos e com a introdução do Cartão BNDES, que funciona como um cartão de crédito para os pequenos empresários, disse Cláudio Bernardo Guimarães de Moraes, superintendente da área de operações indiretas do banco.

Segundo ele, o BNDES tem melhorado processos, capacitado mais agentes financeiros e fortalecido linhas como o crédito rotativo pré-aprovado e o Cartão BNDES, que pela rapidez com que libera os recursos favorece as micros e pequenas empresas.

Para Cláudio Fristach, da consultoria Inter.B, o crescimento da economia tem acionado dois fatores que estão puxando a busca das micros e pequenas por recursos do banco. Essas empresas operam em setores mais protegidos da concorrência das importações, como marcenaria, por exemplo, e também no setor de serviços, que está crescendo muito por causa da demanda forte da classe C. "Ônibus e caminhões são serviços em boa parte do Brasil", diz ele.

Além disso, observa o consultor, essas atividades não são, em grande parte, afetadas pelo câmbio. Na opinião de Fristach, a inserção das pequenas e médias em nichos mais tradicionais, que incluem inclusive o comércio e se espalham pelo interior do país, estimula o investimento.

Mesmo com a recente alta dos juros e a redução da participação do banco no volume de empréstimos do PSI 3, que passou a vigorar no segundo trimestre deste ano, as micros e pequenas continuam ampliando espaço nos desembolsos do BNDES, como revelam os dados de desempenho da Finame até maio, divulgados pelo superintendente de operações indiretas da instituição. Moraes projeta um crescimento na participação das micros e pequenas nas liberações do banco em 2011, ficando na faixa de 30%, mais do dobro de 2010, o que classificaria um recorde na história da instituição. Moraes teme, porém, que com a desaceleração da economia esse processo venha a ser estancado em 2012.

Para Joaquim Elói Cirne de Toledo, ex-USP e consultor de empresas, o fato das micros e pequenas empresas estarem ampliando sua presença nos desembolsos do BNDES não significa que ele deixe de ser crítico à ação do banco de apoiar empresas gigantes. "Isso não devia acontecer. O Tesouro Nacional se endividando e o BNDES financiando grandes companhias a juros baixos mostra que estamos transferindo renda para quem já é rico. Grandes empresas, como o Pão de Açúcar, não precisam do BNDES. Têm que se financiar no mercado. O BNDES deve ter como política apoiar as micros e pequenas empresas e inovação". Para Toledo, o BNDES, como um banco de segunda linha, não deveria repassar recursos para bancos financiarem as micros e pequenas empresas. Devia fazê-lo diretamente.

Nos primeiros cinco meses do ano, conforme dados da Finame, as microempresas aumentaram sua participação nos desembolsos da Finame para 23%, ante 18% no mesmo período de 2010, levando R$ 4,7 bilhões de uma liberação de R$ 21 bilhões dos recursos da financiadora.

Moraes esclareceu que as grandes não alteraram sua participação nos desembolsos da Finame até maio e nas estimativas para o acumulado do primeiro semestre porque deixaram de tomar empréstimos para compra de ônibus e caminhões no PSI 3, quando o juro fixo para essas operações com empresas que faturam mais de R$ 90 milhões subiu para 8,7%. "Elas optaram por tomar recursos corrigidos pela TJLP." Também houve uma redução para 70% da participação do banco nesses empréstimos. Entretanto, as grandes continuam a demandar crédito do PSI 3 para compra de bens de capital.

Moraes acredita que a demanda das micros e pequenas empresas por recursos do banco vai crescer mais no segundo semestre através do Cartão BNDES. De janeiro a maio as liberações do cartão somaram R$ 3 bilhoes ante R$ 1,7 bilhão no mesmo período de 2010, ou seja, mais de 75%. Em 2011, ele estima um desembolso de R$ 7,5 bilhões via cartão.

 Diminui procura por crédito em programa especial

As empresas com projetos de investimento estão reduzindo a demanda por financiamentos no Programa de Sustentação do Investimento (PSI), administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em abril, o programa, que financia máquinas e equipamentos com juros fixos, entrou em sua terceira fase, depois de dois ciclos anteriores iniciados em julho de 2009. Mas muitas empresas estão optando por contratar empréstimos atrelados à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), mais barata em alguns casos do que o novo PSI, prorrogado até junho de 2012.

A desaceleração no programa na sua terceira fase ocorre porque suas taxas de juros aumentaram. O custo para financiar bens de capital usados pela indústria, com exceção do segmento de transporte, está em 6,5% ao ano para micros, pequenas e médias empresas (faturamento anual até R$ 90 milhões). No caso de grandes companhias (acima de R$ 90 milhões por ano), a taxa está em 8,7% ao ano. No PSI original, lançado em 2009, e na fase dois do programa, em 2010, os juros cobrados eram menores, de 4,5% e 5,5%, respectivamente. Todos os custos (spread e repasse ao agente financeiro) estão incluídos nessas taxas.

"Nas versões anteriores, a taxa era muito favorável, agora não é ruim, mas, em muitos casos, é mais vantajoso para a empresa contratar o financiamento em TJLP", disse um agente que opera as linhas Finame e que preferiu não se identificar. O custo da linha Finame é de TJLP (6% ao ano), mais a remuneração do BNDES e o spread cobrado pelo agente. Grandes empresas com bom relacionamento com os agentes financeiros do BNDES conseguem contratar empréstimos em TJLP com spreads menores. "Nesse caso, em vez de 8,70% do PSI, o financiamento pode sair 8,40%", disse o representante do agente.

Outro ponto que pesou para reduzir o "apetite" na fase 3 do PSI foi a antecipação de investimentos. Muitas empresas optaram por contratar empréstimos nas fases 1 e 2 do programa. Há empresas que tomaram decisões de investir em 2009 via PSI e que só vão concluir seus planos de execução de investimento no fim de 2011. Uma fonte avaliou ainda que a indústria está mais cautelosa e aguarda se haverá incentivos para investimento dentro da nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).

Também pesou para reduzir a velocidade do PSI o fato de ter sido reduzida a participação do programa nos investimentos. O apoio para compra de bens de capital por micros, pequenas e médias empresas, que antes era de 100%, foi limitado a 90%. Para as grandes empresas, o limite caiu de 80% para 70%.

O PSI foi criado com o objetivo de estimular a produção, a compra e a exportação de bens de capital e a inovação tecnológica em um cenário de crédito escasso e de alta dos juros, o que podia pôr em risco os investimentos. No total, o PSI 3 tem orçamento de R$ 75 bilhões. Inicialmente, o novo PSI seria válido até dezembro, mas foi prorrogado, via projeto de lei ainda não sancionado, até 30 de junho de 2012. Do orçamento total previsto, foram desembolsados, entre abril e junho, cerca de R$ 3,2 bilhões.

Cláudio Bernardo Guimarães de Moraes, superintendente da área de operações indiretas do BNDES, disse que entre abril e junho deste ano a participação do PSI nos desembolsos da Finame ficou em 55%. Na média do PSI 1 e 2, essa participação havia ficado em 97%. Se for analisado só o segmento de transportes, que financia ônibus, caminhões e aviões, entre outros itens, o PSI 3 representou 25% dos desembolsos da Finame. Os 75% restantes foram financiados nas linhas tradicionais da Finame com TJLP.

O segmento de transporte, em especial caminhões e ônibus, é o principal exemplo da migração dos financiamentos do PSI para a TJLP. Moraes disse que outra explicação para esse movimento, além do custo final mais atrativo, pode estar no fato de que o empréstimo em TJLP tem trâmite mais simples. O agente financeiro contrata o empréstimo com a empresa e depois envia o pedido de liberação dos recursos ao BNDES. No PSI, como o programa tem limite orçamentário, é preciso obter primeiro a liberação por parte do banco de fomento.

No setor de máquinas e equipamentos utilizados pela indústria, construção civil e construção pesada, a participação do PSI 3 nos desembolsos totais da Finame situou-se em 90%, com queda de oito pontos percentuais em relação às versões anteriores do programa. Na área agrícola, a fatia do programa nos desembolsos da Finame ainda é absoluta, de 99%. Segundo dados do BNDES, o valor comprometido no PSI 3, considerando seus diferentes subprogramas, soma 28.109 operações com valores comprometidos de quase R$ 11 bilhões. Esse comprometimento considera todas as instâncias de tramitação dentro do banco, da consulta à contratação do empréstimo. No total, o PSI 3 tem orçamento de R$ 75 bilhões, segundo informações divulgadas pelo próprio banco quando da prorrogação do programa, em março. Inicialmente o novo PSI seria válido até dezembro, mas terminou prorrogado, via medida provisória, até 30 de junho de 2012. (VSD e FG)

Fonte: Valor Econômico

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