sexta-feira, 29 de abril de 2011

Setor de TI deve gerar R$ 309 milhões em oportunidades

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Número foi apresentado nesta quinta-feira (28), durante palestra do projeto Copa 2014, do Sebrae no Rio de Janeiro
Regina Mamede
Rio de Janeiro - As oportunidades de negócios para o setor de Tecnologia da Informação (TI) na Copa do Mundo de 2014 estão estimadas em R$ 309 milhões. Qualificação, acesso à informação e participação em redes são alguns dos pré-requisitos necessários para entrar neste jogo empresarial altamente competitivo.
Essas foram algumas das informações apresentadas durante palestra do projeto Copa 2014, do Sebrae no Rio de Janeiro. Cerca de 100 empresários compareceram ao encontro, realizado na manhã desta quinta-feira (28), na sede da instituição, no centro do Rio de Janeiro.
A ‘Trilha da Excelência’ é a proposta elaborada pelo Sebrae do Rio de Janeiro para capacitar micro e pequenas empresas. As que se inscreverem terão direito a um diagnóstico, elaboração e implantação de soluções, acompanhamento individualizado feito por um consultor e custo de 10% do valor de cada ferramenta da instituição. O atendimento será feito durante dois anos.
Para o empresário Luiz Pinho, da Dill Informática, participar deste projeto foi uma decisão fácil. Desde que criou a própria empresa há 15 anos, ele recorre ao Sebrae. “Eu tive orientação em todas as etapas, então, naturalmente, decidi aderir porque vejo como mais uma oportunidade para me aprimorar e conquistar novos mercados”.
Vontade de fazer cursos para investir na qualificação de gestão e serviços nunca faltou para Luiz Antonio Bastos de Araújo, da Classinet, mas a disposição sempre foi adiada pelo dia a dia. “Estou precisando me aprimorar. Sempre quis fazer cursos, mas nunca pude por conta da administração do dia a dia. Agora, não dá mais para adiar. O mercado está cada vez mais competitivo. Quero encontrar soluções agora para colher resultados positivos lá na frente”, avaliou o empresário ao entregar a ficha de adesão.
O Sebrae do Rio de Janeiro vai desenvolver projetos também para os setores de serviços, turismo, cultura e entretenimento, comércio varejista e indústrias de confecção, construção civil e móveis. A avaliação é que o Rio de Janeiro vive um momento único e promissor. O calendário de grandes eventos esportivos começa ainda neste primeiro semestre com os Jogos Militares e segue nos próximos anos com a Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas.
“A visibilidade será enorme, e as empresas precisam ficar mais fortes e competitivas, para projetar uma imagem positiva para os negócios do país”, avalia o consultor do Sebrae do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Barboza.
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Fonte: Agência Sebrae

Ex-morador de rua do Alemão hoje é dono de jornal

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Primeiro número teve como leitores o ex-presidente Lula e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral
Regina Mamede
Rio de Janeiro - Ex-morador de rua, vendedor de drogas aos 12 anos, segurança de traficantes e dois anos de detenção. Apesar deste histórico, André Luís Ramos soube se reinventar. Hoje, ele projeta segurança, confiança e tenacidade. Aos 23 anos, é editor chefe do jornal Plantador Fiel, que tem uma tiragem entre 5 mil e 8 mil exemplares e circula mensalmente no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.

O interesse pelas palavras foi despertado quando aprendeu a lidar com o computador no Instituto Padre Severino, centro de reclusão estadual para menores infratores onde esteve dos 15 aos 17 anos. Lá, aprendeu a dominar programas como edição de texto, imagem e diagramação e começou a sonhar com um jornal. “Só fiz o ensino fundamental, mas agora estou com sede de aprender português. Vou voltar a estudar porque quero ir longe”, avisa.
Para colocar as ideias em prática, participou de um curso de empreendedorismo, promovido pelo Sebrae no Rio de Janeiro. Ele absorveu tão bem as noções práticas que seu plano de negócios ficou em terceiro lugar entre os 35 alunos, mas as consequências desta conquista ainda parecem irreais para ele. Os primeiros leitores foram o então presidente Lula e o governador do Rio, Sérgio Cabral, que estiveram na comunidade recém-pacificada em 21 de dezembro passado, para a inauguração do teleférico que liga o complexo de favelas do Alemão e receberam os empreendedores que se destacaram.
“O jornal ficou pronto em cima da hora. Não tirei o pé da gráfica até receber o material. Só pensava que não poderia perder a oportunidade. Difícil dizer o que senti quando eles leram o que eu tinha escrito e elogiaram o meu trabalho”, comemora.
Para viabilizar o empreendimento, André fez parceria com uma lan house para editar o conteúdo e correu atrás dos empresários locais para convencê-los a colocar anúncio. O lucro ainda não veio, mas ele fatura o suficiente para colocar o jornal em circulação.
O empreendimento foi regularizado no começo de dezembro passado, durante o evento Empresa Bacana, parceria entre prefeitura e Sebrae do Rio de Janeiro. Como já tem um negócio de divulgação através de carro de som, a mãe dele, Maria Benvinda Ramos, se registrou como Empreendedor Individual. Além de cozinhar em um bar, ela também faz peças artesanais reciclando antigos números dos jornais. Viúva muito cedo e com oito filhos, ela se orgulha do mais velho e tem esperança de um futuro melhor para todos.
“Ela sempre lutou para que a gente ficasse longe do crime. Eu me envolvi porque queria melhorar a vida da minha família. Mas tudo isso passou. Aprendi a dar valor por tudo o que já sofri no passado. Agora, não paro de ter ideias novas para o jornal. Quero ganhar nome e crescer!”.

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Fonte: Agência Sebrae

"Shopping virtual" oferece serviços para pequenos negócios

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Associação Comercial de São Paulo irá oferecer certificação digital, nota fiscal eletrônica, entre outros serviços, e poderá atender às demandas em suas distritais pela cidade
Beth Matias
São Paulo - A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acaba de lançar uma nova plataforma eletrônica que oferecerá às micro e pequenas empresas do país uma série de produtos digitais para desburocratizar e baratear a vida dos pequenos negócios.
No hotsite de serviços eletrônicos (www.acsp.com.br/servicos_eletronicos), o empresário poderá assinar eletronicamente contratos por meio da certificação digital e atender ao cumprimento das exigências legais do poder público quanto à emissão de notas fiscais eletrônicas, por exemplo.

De acordo com o superintendente geral da ACSP, Márcio Aranha, o objetivo é fazer uma integração virtual de todos os serviços disponibilizados pela instituição. “Vamos atender a todas as necessidades do empresariado nacional, seja ele de qualquer porte ou segmento. Essa ação está alinhada com nosso novo plano estratégico de negócios, que inclui o reposicionamento da ACSP no cenário virtual de negócios”, explica Aranha. Ele lembra ainda que operar pela internet traz redução de custos em serviços para empresas.
O "shopping virtual" de produtos eletrônicos estará centrado na parte de negócios, ou seja, será uma nova prateleira de produtos como Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Certificação Digital e outros, com custo atraente para os empresários. “Nosso sistema proporciona uma emissão em tempo recorde do certificado digital: no espaço de tempo entre 15 e 20 minutos, ele já fica pronto”, explica Aranha, acrescentando que “a ACSP dispõe ainda de diferenciais estratégicos como Pontos de Atendimento (PAs) nas Distritais e atendimento em domicilio (Validação Externa), possibilitando maior comodidade aos interessados.
Aranha ainda ressalta que, além dos serviços acima, o portal eletrônico da ACSP oferecerá gratuitamente o ACSP Finanças, software de gerenciamento financeiro para pessoas físicas. “A entidade acredita que o exercício da administração financeira pessoal, feita por meio de um sistema eletrônico, poderá ser um canal didático e de fácil acesso, para desenvolver no empreendedor que está começando o hábito de usar ferramentas eletrônicas para gestão financeira”, declara.
A Associação Comercial também está reformulando o Webfórum de e-commerce para micro e pequenas empresas, criado em 2009 e vencedor da categoria B2B do Prêmio Converge de Inovação Digital em 2010. A mudança tem o objetivo de transformar o canal na comunidade virtual da micro e pequena empresa. Se anteriormente a abordagem era restrita ao e-commerce, agora o canal passa a apresentar os principais assuntos do universo MPE em geral.
“Fizemos um investimento interno e estratégico para colocar a entidade em um novo patamar em ambiente de negócios virtuais. A meta é nos consolidarmos como uma referência neste segmento. A integração de todas essas plataformas resulta em ganho de acessibilidade ao nosso público”, diz Aranha.
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Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Declaração limita uso de créditos de PIS e Cofins

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Valor Econômico
Fonte: CFC



Tributário: Escrituração digital barra valores considerados indevidos  
Laura Ignacio | De São Paulo 
A Receita Federal espera uma redução acentuada no número de pedidos para compensação de débitos tributários com créditos do PIS e da Cofins. A queda é aguardada em razão da entrada em vigor da Escrituração Fiscal Digital (EFD), por meio da qual será feita a declaração de operações relacionadas às contribuições. O novo sistema dificulta o uso de créditos originados de operações não previstas expressamente em lei ou instrução normativa da Receita Federal. No sistema atual, as empresas não temem usar créditos, ainda que não listados na legislação.

Esse é o segundo passo do governo para coibir pedidos infundados de contribuintes. No ano passado, a Lei nº 12.249, de 11 de junho, instituiu uma multa isolada de 50% sobre o valor do crédito compensado indevidamente. Segundo a Receita, em cinco meses houve uma redução de cerca de 50% no volume de pedidos de compensação.

As 10,3 mil empresas submetidas ao acompanhamento tributário diferenciado - cuja receita bruta anual ultrapassou a R$ 90 milhões em 2009 - transmitirão a EFD pela primeira vez em 7 de junho. Essas companhias começaram a fazer a escrituração digital de suas operações neste mês. Até janeiro do ano que vem, mais de 1,5 milhão de empresas estarão submetidas ao sistema. A multa pelo descumprimento do prazo de entrega é de R$ 5 mil por mês.

Para José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP), já é visível que os contribuintes passaram a temer o "blefe" relativo a determinados créditos. "As empresas estão mais criteriosas", diz. Por outro lado, há casos de contribuintes que, por causa do detalhamento exigido na nova escrituração, têm descoberto créditos cuja existência desconheciam. "Agora, o trabalho passa a ser monstruoso porque os sistemas deverão ser reconfigurados constantemente para armazenar mais informações e preencher a escrituração devidamente", afirma o contabilista Roberto Dias Duarte. "Com isso, há empresas descobrindo estoques de créditos escondidos."

A sistemática da EFD é parecida com a da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) on-line. O programa alerta quando o crédito não é aceito. Já a transmissão da escrituração para a Receita é barrada se há erro de informação: se a empresa tem R$ 1 mil de receita, a alíquota da Cofins é de 7,6% e declarar R$ 50 de contribuição a pagar, por exemplo.

O sistema aceita apenas o creditamento do que está expresso em lei ou instrução normativa da Receita. Solução de consulta emitida por regionais do órgão ou mesmo ato da Coordenação-Geral do Sistema de Tributação (Cosit) do Fisco, que beneficiem a empresa, não são considerados. Só será aceito o uso de créditos sem autorização expressa por lei ou instrução se a empresa tiver decisão judicial ou do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). "Basta identificar os números dos processos, que eventualmente poderão ser checados pelo Fisco", afirma Jonathan José Formiga de Oliveira, auditor fiscal e supervisor da escrituração digital de PIS e Cofins.

Mesmo algumas das 27 empresas de grande porte que participaram da elaboração da escrituração eletrônica, sentem a complexidade do sistema. O especialista em controladoria da Ambev, Vital Coelho, afirma que entre as principais dificuldades há o significativo aumento da carga de trabalho e os necessários investimentos em infraestrutura. Além disso, ele cita a falta de profissionais qualificados para a implementação de sistemas e a redundância na apresentação de informações, pois determinadas obrigações acessórias em papel não foram substituídas pela via eletrônica. A Ambev é uma das empresas que apoia a criação da escrituração digital.

O auditor fiscal Jonathan José Formiga de Oliveira reconhece que há um nível de detalhamento maior do que o previsto no Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon), a atual declaração do PIS e da Cofins. "Mas se a empresa colocar o total vendido ou adquirido de cada produto, por exemplo, não precisa inserir também a informação de cada nota fiscal", declarou durante uma palestra a 500 contabilistas na Federação do Comércio (Fecomercio). Sobre o Dacon, Oliveira adiantou ao Valor que, em breve, um ato normativo da Receita vai liberar os contribuintes obrigados à EFD de apresentar a declaração.

O futuro das escriturações digitais

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Jornal do Comércio - RS
Fonte: CFC



Novos prazos para a obrigatoriedade da Escrituração Fiscal Digital (EFD) do ICMS e IPI, chamada de Sped Fiscal, foram fixados. O Conselho Nacional de Política Fazendária emitiu o Protocolo ICMS 03, do dia 1 de abril de 2011, publicado no Diário Oficial da União no dia 7 de abril de 2011. Para o Rio Grande do Sul, a obrigatoriedade está prevista a todos os estabelecimentos dos contribuintes a partir de 1 de janeiro de 2014, podendo ser antecipada (a critério de cada estado). Ficam dispensados da utilização da EFD as Microempresas e as Empresas de Pequeno Porte, previstas na Lei Complementar nº 123/06, de 14 de dezembro de 2006.

A EFD ICMS/IPI é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte.

De acordo com o especialista e diretor da Decision IT, Mauro Negruni, a EFD gera desenvolvimento sustentável, trazendo facilidades e eficiência para a realização de auditoria por parte dos fiscos. Com as EFDs (ICMS/IPI e PIS/Cofins) é possível realizar uma comparação multissetorial e geográfica, que auxiliará no combate da sonegação.  

JC Contabilidade - O que os gestores podem fazer para se preparar para a adoção da EFD?
Mauro Negruni - Será necessário reforçar o trabalho de captura das informações, trazendo mais informações sobre as operações das empresas. O momento é positivo e precisamos aproveitar que os fiscos exigem este controle, para implementar uma mudança, buscando a melhoria da gestão dos negócios, através de avanço do ambiente de sistemas e processos.

Contabilidade - O Sped EFD PIS/Cofins é igual ao Dacon?
Negruni - Existem muitas empresas que acreditam que a escrituração é a mera substituição do Dacon, mas o cenário apresentado é totalmente distinto entre o Dacon e EFD PIS/Cofins. A EFD estabelecida pela IN RFB 1.052/10 é uma escrituração, ou seja, prevê as informações em detalhes, pois é um livro digital em que estão assentadas as operações sujeitas à incidência das contribuições. Alguns lembretes são importantes para o novo cenário: será preciso especificar a origem das receitas financeiras, ainda que estejam sujeitas à alíquota zero; as retificações de escriturações serão possíveis até o encerramento do exercício (mesmo prazo da DIPJ); notas de serviços prestados deverão compor a escrituração (receitas) e no caso dos tomados somente aqueles que gerem descontos/deduções das contribuições; até que haja dispensa formal (ato legal em elaboração), a apresentação da Dacon permanece obrigatória.

Contabilidade - O Dacon informará valores compatíveis com a EFD?
Negruni - Não necessariamente, afinal critérios aplicados ao preenchimento da Dacon em algumas situações poderão ser incompatíveis com a EFD pelo detalhamento, forma de apresentação ou ainda pelos tipos de documentos onde serão apresentados. Veja-se o caso do frete, por exemplo, onde o Programa Validador e Assinador (PVA) atualmente não aceita natureza de crédito de aquisição de mercadorias para revenda nos documentos de frete (bloco de serviços), porém muitas empresas constituem o custo das mercadorias como os valores de fretes.

Contabilidade - Critérios de Rateio da Receita Bruta podem ser aplicados ao nível de item das notas fiscais?
Negruni - Sim, os valores de segregação de créditos gerados pelas aquisições (tributado ou não no mercado interno ou externo: serão três informações distintas na EFD PIS/Cofins) podem ser aplicados ao nível de item das operações com direito a crédito. Porém, este não é o critério do PVA que fará a apuração pela aplicação da alíquota sobre o montante das operações. Os valores gerados por um método e outro poderão ser significativamente distintos dos números contabilizados operação por operação.

Contabilidade - Será viável informar o Razão Auxiliar de Juros no Bloco F?
Negruni - Para muitas empresas será viável, porém para a maioria não, visto que na conta de juros geralmente são contabilizados valores consolidados por dia, ou dia/tipo de operações ou ainda dia/tipo de documentos. De qualquer forma é preciso avaliar os critérios de dispensa previstos para a não identificação do participante nos registros do Bloco F (que recepciona as operações que não têm documento fiscal).

Contabilidade - Quais os prazos para o fisco receber o Livro Digital das Contribuições Sociais em empresas do lucro real e do lucro presumido?
Negruni - Empresas do lucro real que estão sujeitas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado até 7 de junho de 2011. As demais empresas do lucro real até 8 de setembro de 2011. As pessoas jurídicas do regime presumido ou arbitrado até 7 de março de 2012. Estes prazos referem-se a entregas dos livros digitais, conforme IN 1052 e IN 1085 EFB.

Metalúrgicas no PI aprendem sobre gestão de pessoas

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Treinamento mostra aos empresários do setor importância do relacionamento no ambiente profissional
Emanuela Pinto e Antônia Pessoa
Teresina - O Sebrae no Piauí realiza até sexta-feira (29) o curso Gestão de Pessoas para os empresários ligados à Cooperativa de Metalúrgicos do Piauí (Coometal). A capacitação tem como objetivo apresentar ao público o sistema de gestão de pessoas e suas mudanças.

“É uma oportunidade para que os metalúrgicos conheçam o atual cenário do mercado e como deve ser feito o recrutamento e a seleção de pessoal”, afirma a gestora do Projeto Núcleo Empreendedor da Indústria do Sebrae no Piauí, Vânia Lapa. O Sebrae no estado desenvolve ações junto a esse grupo há três anos. Nesta etapa do processo de capacitação dos metalúrgicos, é feito um acompanhamento especializado para que eles possam melhorar as áreas gerenciais e estruturais de suas empresas.
Relacionamento

Para o empresário Levi Ferreira, proprietário da Incomfal, essa capacitação é importante porque ajuda a nortear a relação entre o empresário e o colaborador. “Esse treinamento é muito importante para suprir uma necessidade dos metalúrgicos de lidarem com seus funcionários. Trata-se de uma forma de reforçar o relacionamento nas empresas”, declara Ferreira.
A Metalurgia no Piauí está em expansão, com unidades de produção bastante pulverizadas, localizadas muito próximas umas das outras, e com um mercado aberto, tanto na capital como no interior do estado.
Serviço
Unidade de Marketing e Comunicação do Sebrae no Piauí: (86) 3216-1325
Agência Sebrae de Notícias Piauí: (86) 3216-1325
Fonte: Agência Sebrae

Centrais de Negócios melhoram competitividade na Bahia

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Grupos reúnem micro e pequenas empresas do mesmo segmento, que se fortalecem para atuar no mercado

Fátima Emediato
Salvador - As Centrais de Negócios ganham cada vez mais adeptos na organização das micro e pequenas empresas (MPE) na Bahia. A economia nos custos de matéria-prima e o fortalecimento de cada setor com a união dos empresários são pontos que atraem os empreendimentos para a formação de Centrais de Negócios. Na Bahia, há cerca de 36 Centrais, algumas em estruturação, outras já em pleno funcionamento.

As Centrais de Negócios atuam em vários setores da economia como supermercados, material de construção, panificadoras, farmácias, laboratórios, auto-escolas, confecções, calçados e acessórios, cosméticos, salão de beleza, hospedagem, restaurante, barracas de praia, informática, movelaria e na cadeia do petróleo.

Os negócios que mais se organizam na Bahia em Centrais estão nos setores de salão de beleza, com 112 empresas, e supermercados, com 106. Para o fortalecimento das Centrais de Negócios no estado o Sebrae na Bahia desenvolve diversas atividades como capacitações em melhoria na gestão e acesso a mercado, consultoria, seminários e palestras, missões técnicas para participação em feiras, exposições e rodadas de negócios.

Preços menores
De acordo com a coordenadora de Acesso a Mercado do Sebrae na Bahia, Suely de Paula, são muitas as vantagens para o empresário que participa de uma Central de Negócio porque unido ele fica mais forte. “Na Central, há maior poder de barganha nas negociações junto aos fornecedores devido às compras conjuntas, resultando em menor preço final ao consumidor”, destaca Suely.

Uma das histórias de sucesso em Centrais de Negócios na Bahia é a Mix Bahia Supermercados, criada em setembro de 2007 e que reúne 11 lojas e nove empresários. O dirigente da Rede, o empresário Josué Teles, explica que com a Central os empresários economizam em média 10% na compra conjunta de embalagens, balanças eletrônicas, fardamentos, serviço contábil, serviço de merchandising e na compra de 20% dos produtos revendidos para o consumidor final.

“Pretendemos neste ano incorporar outros serviços comuns ao grupo e ampliar o mix dos produtos de revenda. A economia de 10% pode ser maior na medida em que conseguirmos aumentar o volume de compra e ampliarmos o mix de produtos adquiridos pela Central”, afirma Josué Teles.

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Veja um vídeo da TV Sebrae sobre Central de Negócios

Fonte: Agência Sebrae

Curso estimula gestor a tirar Lei Geral do papel

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Um dos focos está no Agente de Desenvolvimento, funcionário das prefeituras com tarefa de incentivar implementação do dispositivo

Regina Xeyla
Brasília - Dos 5.565 municípios brasileiros, 2.962 já aprovaram a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/06), segundo dados do Sebrae. Muitas dessas localidades ainda precisam tirar a legislação do papel para beneficiar empreendedores e empresários. Com o objetivo de dinamizar esse processo, o Sebrae, em parceria com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), realiza o curso ‘Desenvolvimento Econômico Municipal’.

A programação faz parte da segunda etapa de trabalhos prevista em convênio firmado entre as duas instituições. Na primeria fase desta parceria, houve seminários para sensibilizar gestores municipais sobre a importância da Lei Geral. O curso tem o objetivo de capacitar os Agentes de Desenvolvimento, figura jurídica prevista na legislação. Esse profissional é um funcionário da prefeitura com a função de estimular a implementação da Lei Geral nos municípios. O curso, com duração de quatro dias, já passou pelas capitais Campo Grande, Natal, e Teresina.

O curso segue dos dias 2 a 5 de maio, em Adamantina (SP); de 3 a 6, em São Gonçalo (RJ), de 23 a 26, em Porto Alegre; de 30 de maio a 2 de junho, em Recife; e de 31 de maio a 3 de junho, em Fortaleza. Para saber mais e se inscrever, os interessados podem telefonar para (61) 2101-6000. A programação é gratuita e tem como público-alvo profissionais indicados pelas prefeituras.

Segundo o responsável pelo convênio no Sebrae, Carlos Eduardo Santiago, serão realizadas 25 turmas em todo o país. “No curso, o participante aprende particularidades da Lei Geral”, explica. “O agente terá um plano de trabalho e fará parte de uma Rede Nacional de Desenvolvimento que o Sebrae irá fomentar este ano”, informa. De acordo com Santiago, o curso é formado por quatro módulos: Lei Geral, Compras Governamentais, Empreendedor Individual e Agente de Desenvolvimento.

Lei na prática
Em Natal, no mês de março, participaram do curso 32 representantes de prefeituras potiguares, a maioria secretários municipais. “O resultado foi ótimo. Há no estado demanda para que seja realizada uma segunda turma”, conta o gerente de Políticas Públicas do Sebrae no Rio Grande do Norte, Hélmani de Souza. O estado é formado por 167 municípios. Desses, 124 já regulamentaram a Lei Geral. “Nosso objetivo é cobrir todas as prefeituras do estado até agosto deste ano”, diz o gerente.

Para a secretária Municipal do Trabalho, Empreendedorismo, Habitação e Assistência Social de Janduís, na Região Agreste do estado, Nailka Alencar, o curso foi necessário para que os gestores conhecessem melhor a Lei. Ela explica que a prefeitura criou a Sala do Empreendedor, espaço de informações e formalização. “Já legalizamos 60 empresas e 17 empreendedores individuais”, conta.

Até o início de julho, deve ser lançado um fundo de aval para o Empreendedor Individual - resultado da parceria da prefeitura de Janduís e Banco do Nordeste do Brasil (BNB). A prefeitura concederá garantias de 10% do valor do empréstimo tomado pelo empreendedor junto ao banco. “Outra ação é o desenvolvimento de uma logomarca, cujo objetivo é tornar a  Lei Geral conhecida no município”, destaca Nailka. Em 2010, a prefeitura utilizou, via licitação, R$ 475 mil na aquisição de produtos e serviços de micro e pequenas empresas da região.

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Fonte: Agência Sebrae

terça-feira, 26 de abril de 2011

Maioria investe menos de R$ 10 mil para abrir negócio

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Micro e pequenas empresas demandam baixos valores para abrir as portas
Mariana FloresBrasília - Mais da metade dos empreendimentos brasileiros demandaram menos de R$ 10 mil para serem abertos. A pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2010, elaborada pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP) em parceria com o Sebrae, aponta que 58,1% dos empresários investiram até R$ 10 mil para abrir seus negócios. O levantamento considera uma média dos investimentos entre os anos de 2002 e 2010.
A pesquisa, divulgada nesta terça-feira (26) pelo Sebrae, em São Paulo, mostra que os empreendimentos demandam um volume relativamente baixo de investimento. De cada 100 empresários, 18 gastaram menos de R$ 2 mil para iniciar a atividade. Apenas em 18,9% dos casos foi necessário um gasto superior a R$ 30 mil. O restante, 23,1%, nasceu com um investimento que variou de R$ 10 mil a R$ 30 mil.
A pesquisa mostra que, em média, 36% dos valores necessários para abrir a empresa são de capital próprio. O valor é baixo em relação a outros países. Nos Estados Unidos, os empresários utilizam 86% de recursos próprios. Na China e na Rússia, 67% e 44% do investimento, respectivamente, têm origem no caixa do próprio empreendedor.
Além do uso do capital próprio, no Brasil os empreendedores recorrem a familiares e pessoas próximas na hora de abrir a empresa. Dos que precisam pedir ajuda, 70,5% procuram alguém da família. Amigos ou vizinhos são a fonte complementar de recursos para outros 22,3%. O restante é financiado por investidores estranhos que têm uma boa ideia (3,8%), por colegas de trabalho (2,9%) ou por outros (0,6%).
Segundo os empresários, um dos pilares para o desenvolvimento e crescimento do negócio é o capital. A pesquisa mostra que eles reclamam da dificuldade de acesso ao crédito e seu custo elevado. Quando se analisa a disponibilidade de recursos para abrir uma empresa ou expandir o negócio, o Brasil se posiciona em 14º entre os países pesquisados. Apesar de o país ter avançado na questão macroeconômica, o acesso a crédito continua restrito.
Entre as demandas para avançar nos negócios, os empreendedores apontam também a diminuição do grau de exigência dos bancos na concessão de financiamentos e criação de central de aval por parte dos municípios, a estruturação de canais de divulgação voltados à disseminação dos recursos financeiros disponíveis e a simplificação do financiamento público voltado às micro e pequenas empresas.
Esta é a 11ª vez que o Brasil participa da pesquisa GEM, maior estudo contínuo sobre a dinâmica empreendedora do mundo. Desde sua primeira edição, em 1999, mais de 80 países participaram da pesquisa. Em 2011, 60 países foram pesquisados. O Sebrae é parceiro na realização da pesquisa no Brasil.

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Fonte: Agência Sebrae

Informatização de MPE irá ajudar contadores

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DCI


Paula Cristina 
O Empreendedor Individual (EI) abriu as portas para uma desburocratização maior no ambiente de negócios brasileiros. O governo federal já prepara um sistema que irá facilitar a formalização das micro e pequenas empresas e de empresas de porte maior, segundo anunciou o diretor do Departamento Nacional de Registro de Comércio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Jaime Herzog. Caso essas ações se concretizem realmente, os escritórios de contabilidade já preveem alta nos negócios neste ano, que ficarão em média 15% maiores em faturamento. Cerca de 20% de novos players deverão surgir no mercado nos próximos anos, de acordo com analistas de mercado.

"O EI é um marco em si, pois enfrenta a questão da informalidade no Brasil e abre um processo que pretende alcançar as micro, as pequenas e as grandes empresas, diminuindo de fato a burocracia ao contribuinte", afirmou o gerente da Unidade de Políticas Públicas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Bruno Quick.

Para o professor de Contabilidade da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), Júlio Rosa, essa ação já deveria ter acontecido há algum tempo no Brasil e representará, em média, um crescimento na casa dos 15% na movimentação dentro dos escritórios de contabilidade. "Sem números fixos, é impossível mensurar com certeza de quanto será esse aumento, mas em média, esse crescimento será de 15%", afirmou o professor, que acredita estar nessa ação a deixa para que a informalidade caia no Brasil. "O pequeno empresário muita vezes deixa de se formalizar por esbarrar nos milhares de trâmites burocráticos, que devem acabar, caso a medida do governo de cumpra, é uma boa de neve, positiva, para o governo federal", diz.

A perspectiva de mudança na estrutura da formalização dos pequenos empresários, aconteceu mediante ao desempenho positivo das ações voltadas para o micro empreendedor individual (Mei), que atingiu mais de 1 milhão de empreendedores desde julho de 2009, quando entrou em vigor a legislação. "O sucesso desse modelo mostra que estamos no caminho certo para estender a desburocratização para outras atividades. É o começo de um processo que queremos que passe para empresas de todos os tamanhos", afirmou Herzog. A ideia, segundo ele, é que as micro e pequenas empresas também possam se formalizar pela internet. O sistema está em construção, informou Jaime Herzog, e permitirá ainda que as empresas possam dar baixa (encerrar atividades) pela internet.

CRC-SP
Para o contador e presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP), Domingos Orestes Chiomento o Brasil vive um bom momento para a contabilidade e deverá continuar assim. "As novas normas contábeis trarão mais dinamismo e agilidade para as variações, orçamento, previsão e arrecadação da receita, a fixação e a execução das despesas. Se adaptar a uma demonstração contábil que seja compreendida em todas as partes do mundo, sem complicações ou dificuldades, é algo extremamente", disse o executivo, lembrando que o Brasil agora também faz parte dos IRFS (International Financial Reporting Standards).

"Não restam dúvidas que os profissionais da Contabilidade têm de olhar para o futuro, já que a globalização dos mercados, o crescimento dos investimentos estrangeiros, a formação dos blocos econômicos e a tecnologia trouxeram um grande leque de oportunidades para os profissionais da área", finalizou.

Quem também vê com bons olhos essas mudanças é Jaime Rodrigues, sócio da Trevisan Outsourcing. Para o executivo toda desburocratização vem para ajudar o meio dos contábil. "Todo processo voltado para eliminação de burocracia é bem vindo, damos total apoio aos governantes neste sentido", disse. Outro ponto alto para o bom momento dos escritórios de contabilidade estão associados aos eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. "Não podemos deixar de lado as chances que os dois grandes eventos esportivos trazem para o Brasil", acredita. Sem abrir números, Rodrigues afirmou apenas que este ano a expectativa da Trevisan é conquistar um crescimento de 25% ante ao faturamento do ano passado.

Alta no faturamento
"O governo não quer apenas facilitar a formalização por uma questão estática. Hoje, os micro empresários movimentam mais de R$ 20 bilhões por mês sem fazer esforço", crê Janaína Bruder, especialista em contabilidade e consultora da Training Consultoria em negócios.

A análise da especialista vai de acordo aos números do Sebrae. Na última liberação de resultados, que aconteceu no dia 12, o Sebrae apontou recorde de faturamento com R$ 24 bilhões em fevereiro, 3,4% a mais ante 2010. De acordo com o Sebrae, o crescimento das pequenas empresas está sendo impulsionado pela recuperação das grandes companhias da crise mundial.

Adaptação
A transição para os padrões internacionais da Contabilidade (IFRS), iniciada em 2010, continua sendo hoje o principal desafio para os profissionais da classe contábil. "Este é um processo bastante complexo, mas sabemos que a classe saberá absorver os conhecimentos em um curto espaço de tempo e estamos trabalhando para que isso aconteça", defende Zulmir Breda, presidente do Conselho Regional de Contabilidade (CRC-RS).

No escritório da Trevisan as últimas mudanças também estão gerando alterações dentro dos escritórios. "O mercado contábil nestes últimos dois anos está super agitado. Estamos no meio de um processo de transição das normas contábeis brasileiras para as internacionais. Esta transição exige mudanças culturais por parte dos envolvidos (contabilistas, usuários das informações contábeis e gestores), assim como necessidade de aprendizagem e de adaptação às novas normas. Este cenário cria grandes oportunidades de negócio para 2011", concluiu.

Fonte: CFC

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Empresários alagoanos faturam com Central de Negócios

Notícias
Proprietários de minimercados de Alagoas se juntam para fortalecerem seus empreendimentos
Isis Correia
Maceió - O Programa Central de Negócios de Minimercados, desenvolvido pelo Sebrae em Alagoas e formado por empresários de Delmiro Gouveia, é uma das provas de que “a união faz a força”. Há seis meses, 18 empresários se organizaram e procuraram a instituição para formar a Central. A união trouxe grandes benefícios como mais acesso a mercado e poder de negociação nas compras e vendas de produtos. Os empresários formaram a Rede de Supermercados Delmirense e após seis meses alguns resultados já podem ser percebidos como ampliação no faturamento das lojas e o crescimento da rede.
De acordo com Áurea Andrade, gestora do programa, durante um ano e seis meses os grupos recebem consultorias. Nesse período, a Central trabalha com o incentivo à profissionalização e aperfeiçoamento de ações associativas. A ideia é que os empresários alcancem benefícios conjuntos e ampliem seus negócios por meio de compras, vendas e marketing em conjunto.
“Juntos, os empresários firmam novas parcerias, conseguem maior representatividade, passam a ter acesso coletivamente a eventos que antes não participavam e têm facilidade em realizar melhores compras junto aos fornecedores pelo maior poder de negociação”, afirma a gestora.
Cooperativismo

O Programa Central de Negócios é desenvolvido pelo Sebrae há sete anos e promove o associativismo e cooperativismo entre proprietários de micro e pequenas empresas que atuam num mesmo ramo. Em Alagoas, atende os segmentos de óticas, móveis, panificação, mercadinhos, bares e restaurantes e lojas de material de construção.
Michael Vilarindo é sócio do Supermercado Campo Grande. Segundo ele, após o início das negociações conjuntas, a loja cresceu e ganhou mais força no mercado. “Alguns produtos, que tinham margem de 10% hoje já estão mais valorizados, resultado obtido pela realização de parcerias com seus fornecedores, sem nenhum acréscimo ao cliente final. Com esse crescimento, foi possível concorrer de igual para igual com as duas maiores lojas da cidade”, diz o empresário.
Serviço
Os interessados em participar de alguma Central de Negócios devem procurar a Unidade de Acesso a Mercado do Sebrae em Alagoas, na sede da instituição em Maceió ou ligar para (82) 4009-1686
Fonte: Agência Sebrae

BNDES promove palestras para micro e pequenas empresas

Notícias

Intensão é desmistificar a ideia de que o banco só faz financiamentos para grandes empresas, afirma diretor
Da Redação
Brasília - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) esta realizando palestras em todo o país para promover uma maior aproximação com as micro, pequenas e médias empresas. A intensão é desmistificar a ideia de que o banco só faz financiamentos para grandes empresas. O gerente do Departamento de Relações com o Governo, Joselito Bonifácio Oliveira, garante que os recursos estão ao alcance de todos os empresários.
BNDES promove palestras para micro, pequenas e médias empresas
Fonte: Agência Sebrae

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Cresce o espaço para o contador em micro e pequenas empresas

Notícias

Jornal do Comércio - RS


O novo cenário da Contabilidade no Brasil trouxe consigo muitas oportunidades para os profissionais da área. A adoção das normas internacionais (IFRS), iniciada com empresas de capital aberto, começa agora a atingir as micro e pequenas empresas (MPEs). O contador Vagner Jaime Rodrigues, sócio da Trevisan Outsourcing, comenta a valorização do profissional contábil neste segmento.

JC Contabilidade - Qual é o espaço para a Contabilidade nas micro e pequenas empresas?
Vagner Jaime Rodrigues - O Brasil vem em um ritmo muito forte de transição das suas normas contábeis para o padrão internacional. Este processo tem como pano de fundo transformar a Contabilidade brasileira - hoje voltada principalmente para atender às exigências do fisco - para uma Contabilidade voltada para as decisões gerenciais dos usuários destas informações. Temos usuários externos que necessitam ter conhecimento da saúde financeira e econômica da empresa para tomadas de decisões quanto a investimentos e também usuários internos, efetivamente os gestores da empresa, que necessitam de informações sobre a rentabilidade, eficiência e eficácia da operação. A Contabilidade ganha espaço importante na vida dos gestores internos, passando a assumir efetivamente um papel de suporte às grandes decisões gerenciais.

Contabilidade - Houve um crescimento da importância do papel do contador neste segmento?
Rodrigues - Sim, ao mesmo tempo em que a Contabilidade ganha espaço junto aos gestores no sentido de ser uma ferramenta de suporte às grandes decisões, o contador também ocupa espaços mais importantes na organização. Quem efetivamente tem expertise de registrar e demonstrar, de forma organizada, as movimentações patrimoniais é o contador. Este profissional também está passando por uma transição de conhecimentos e responsabilidades. O novo perfil do contador exige noções de todas as áreas operacionais; ele passa a participar ativamente das decisões estratégicas, afinal, ninguém melhor dentro de uma organização que o contador para conhecer, com detalhes, a situação econômica e financeira da empresa. Ele deixa de ser um profissional que tinha como objetivos maiores cuidar da Contabilidade de forma a atender o fisco, para ser um profissional responsável pelas informações gerenciais que suportaram todas as decisões estratégicas da organização. Este é um grande momento para os profissionais de Contabilidade.

Contabilidade - O que o contador pode trazer de resultados para as MPEs que apostam na contratação destes profissionais?
Rodrigues - Desde que o contador absorva estas novas responsabilidades e assuma este novo perfil, a empresa para qual exerce a profissão só terá ganhos significativos. Veja que normalmente os empresários das MPEs não trazem no seu currículo conhecimento suficiente para entender os impactos das suas decisões no saúde da empresa. O contador passa a ser seu fiel consultor, demonstrando, de forma clara e padronizada, estes impactos. Os empresários da MPEs ganham em qualidade nas decisões tomadas, propiciando assim uma melhor lucratividade dos seus negócios.

Contabilidade - Quais são as características do trabalho do contador em MPEs?
Rodrigues - O contador passa a assumir um papel de consultor e orientador para as grandes decisões estratégicas a serem tomadas pelos empresários das MPEs. Neste tipo de empresa, é importante ressaltar, o atendimento acontece diretamente com o proprietário, levando a um relacionamento muito mais próximo. Isso exige que o contador seja mais paciente e capaz de levar exemplos ao empreendedor, uma vez que ele não possui o mesmo nível de conhecimento gerencial que um gestor de uma grande empresa.

JC Contabilidade - Como as micro e pequenas empresas estão percebendo a importância do trabalho do contador?
Rodrigues - Hoje as MPEs possuem facilidade maior de ir buscar recursos financeiros no mercado, por exemplo. Quando isso ocorre, é exigida uma série de demonstrativos contábeis e, a partir disso, surge a necessidade da figura do contador. O momento favorável que vive a economia brasileira dá maiores condições para que as micro e pequenas empresas cheguem a diferentes segmentos e, com a atuação de um contador, elas podem apresentar sua saúde financeira de forma organizada para diferentes clientes e fornecedores.

Fonte: CFC

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Fortaleza recebe Seminário Regional Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas

Notícias

Comunicação CRCCE
Fonte: CFC



O Conselho Federal de Contabilidade realizou nesta sexta-feira, 15 de abril, mais uma edição do Seminário Regional Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Dessa vez, o evento acontece em Fortaleza, na sede do Conselho Regional de Contabilidade do Ceará - CRC-CE.

O objetivo é formar os profissionais contábeis para aplicarem as Normas Internacionais para pequenas e médias empresas, conscientizando-os da importância de sua adoção no controle da situação econômica e financeira das empresas. Mais de 150 contabilistas e estudantes participam do Seminário.

Na abertura do evento, o presidente do CRC-CE, contador Cassius Coelho, ressaltou a importância para a classe contábil cearense de receber um evento deste porte. "É com grande satisfação que vejo tantos profissionais presentes, prova de que a Contabilidade anda no caminho certo", disse.

O presidente falou ainda dos preparativos para a Semana do Contabilista, a ser realizada de 25 de abril a 1º de maio, com a realização de diversas atividades técnicas, sociais, esportivas, culturais e de responsabildade social, em todo o Estado.
O evento contou com a presença do contador José Maria Martins Mendes, ex-presidente do CFC e do CRC-CE e de Pedro Coelho Neto, ex-presidente do CRC.
seminário

O palestrante foi Ricardo Lopes Cardoso, funcionário da International Financial Reporting Standards Foundation (IFRS Foundation), professor adjunto da Fundação Getulio Vargas (FGV) e professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Ricardo  explicou os conceitos e as características das PMEs, quais entidades são obrigadas ou permitidas a utilizar os IFRS e discorreu sobre temas como: Demonstrações Contábeis e Exercícios, Ativos, Receitas, Passivo e Patrimônio Líquido e Fluxos de Caixa. Os participantes tembém puderam tirar dúvidas e discutir outroas questões relevantes.

IFRS no Brasil 
O Brasil, aderindo a tendência mundial, começou a exigir a aplicação completa das Normas Internacionais de Contabilidade nas empresas brasileiras a partir de 2010. Atualmente, o padrão IFRS é adotado por cerca de 110 países e, aproximadamente, por 100 milhões de pequenas e médias empresas no mundo. Diante dessa realidade, é importante que, no Brasil - onde 99% das companhias são micros, pequenas e médias empresas, os profissionais contábeis estejam capacitados para assumir seu papel nesse processo e, principalmente, das vantagens de se manter a contabilidade de acordo com as normas internacionais. A adoção do IFRS pelas PMES possibilitará a elaboração de demonstrativos com um padrão de transparência contábil de alto nível.

A participação garantiu 10 pontos no programa de Educação Continuada do CFC.