sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Balanços vêm com lucros até 40% maiores

Notícias


Valor Econômico

Fonte: CFC


Fernando Torres | De São Paulo 

A temporada de divulgação de balanços de 2010, que começa na segunda-feira com Bradesco e Totvs, vai espalhar otimismo. As companhias abertas devem apresentar crescimento médio próximo de 40% no lucro líquido anual. O BTG Pactual, que fez a estimativa com base em um universo de 112 empresas, aposta nesse índice. O Credit Suisse, que acompanha um grupo de cem empresas, prevê um número um pouco menor.

Em matéria de lucro e faturamento, o quarto trimestre foi tão bom quanto os três anteriores de 2010. Sugerem isso as prévias operacionais de diversos grupos, entre eles Pão de Açúcar, PDG, Cyrela, MRV, Multiplan, BR Malls, ALL e Log-In.

Carlos Sequeira, estrategista do BTG, diz que o resultado registrado foi "impressionante" e superou a estimativa de 30% do início de 2010. Ele antecipa que puxaram a fila de crescimento nos lucros companhias de varejo, consumo e construção, além da mineradora Vale. Entre os segmentos que ficarão abaixo da média em termos de melhora de lucro, ele menciona as empresas de serviços públicos, como saneamento, energia e telefonia, além de Petrobras e das siderúrgicas, essas últimas afetadas pelo aumento do preço do minério de ferro e pela concorrência com produtos importados.   

Lucro 40% maior

Fernando Torres | De São Paulo 

Na temporada dos balanços fechados de 2010, que começa na segunda-feira com a divulgação dos números do banco Bradesco e da fabricante de softwares Totvs, as companhias abertas brasileiras devem apresentar crescimento médio próximo de 40% no lucro líquido anual na comparação com 2009, segundo estimativas dos bancos de investimento Credit Suisse e BTG Pactual.

O primeiro, que acompanha um grupo de 100 empresas, aposta em alta um pouco abaixo desse índice, enquanto o segundo, que cobre um universo de 112 companhias, acredita que esse patamar de 40% será superado.

Se a expectativa média for confirmada, significará que o quarto trimestre teve o mesmo ritmo de crescimento de lucro visto até setembro, que também registrava expansão de 40%. E o crescimento do quarto trimestre se deu sobre uma base maior de comparação, pois, nos últimos três meses de 2009, as companhias já tinham se recuperado dos efeitos da crise mundial.

Prévias operacionais divulgadas pelo grupo Pão de Açúcar, por incorporadoras imobiliárias como PDG, Cyrela e MRV, pelas administradoras de shopping centers Multiplan e BRMalls e pelas empresas de logística ALL e Log-In sugerem que o quarto trimestre foi mesmo forte, com alta relevante no faturamento.

No Pão de Açúcar, o quarto trimestre registrou alta de 11,3% nas vendas líquidas no conceito mesmas lojas ante os últimos três meses de 2009, sendo que, no ramo de alimentos, o avanço foi de 7,3%, e na Globex (Ponto Frio), de 26,1%.

Embora o mercado estivesse descrente sobre o ritmo de lançamentos e vendas de imóveis no quarto trimestre, as incorporadoras atingiram as projeções divulgadas no início de 2010 e reportaram 43% de alta nos lançamentos ante o mesmo período de 2009, com avanço de 33% nas vendas contratadas. No ano passado inteiro, os lançamentos subiram 55%, enquanto as vendas cresceram 47% .

Nos shoppings administrados pela BRMalls, a alta nas vendas foi de 11,8% no conceito mesmas lojas no quarto trimestre, com o índice de ocupação seguindo acima de 98%. Nos empreendimentos da Multiplan, o crescimento nas vendas foi de 13,8%.

No caso da ALL, houve salto de 97% no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no quarto trimestre, enquanto, no ano, o crescimento foi de 21%.

Segundo a Log-In, o volume de contêineres transportados nos navios próprios e afretados avançou 34% no quarto trimestre e 44% no ano. Segundo o presidente da companhia, Vital Lopes, o desempenho espelha bem o que se viu em termos macroeconômicos no Brasil, que foi o forte crescimento da economia, puxado pela expansão nas regiões Norte e Nordeste. O foco principal de atuação da empresa é o transporte de mercadorias produzidas no Sul e no Sudeste para essas regiões. "Mesmo diante das dificuldades de infraestrutura, com algumas restrições de portos, tivemos crescimento bem maior que o do PIB", diz Lopes.

Para este ano, acompanhando as projeções dos economistas para o Produto Interno Bruto (PIB), os analistas preveem desaceleração no ritmo de alta do lucro das companhias, mas que ainda assim será significativo. O BTG espera aumento de 18% na última linha do balanço das empresas brasileiras, enquanto o Credit Suisse estima avanço de 27%. Para a receita, o banco suíço projeta alta de 14%, ante 18% em 2010.

No caso das incorporadoras, Cyrela e CCDI, que já divulgaram a projeção oficial de lançamentos para este ano, a aposta é de crescimento de 10% a 20% sobre o volume de 2010, o que representa uma desaceleração frente ao observado na comparação do ano passado com 2009.

Já Vital Lopes, da Log-In, diz não esperar que o crescimento médio anual de 27% registrado desde 2007 seja reduzido.

De acordo com Carlos Sequeira, estrategista de Brasil do BTG Pactual, o resultado registrado no ano passado foi "impressionante" e superou a estimativa de crescimento de 30% projetada pelo banco no início de 2010.

Sequeira diz que devem puxar a fila de crescimento dos lucros as companhias que atuam nos setores de varejo, consumo, construção, além da mineradora Vale. Entre os segmentos que ficarão abaixo da média em termos de melhora de lucro em 2010, ele menciona as empresas que atuam com serviços públicos, como saneamento, energia e telefonia, que nunca crescem muito, além de Petrobras e das siderúrgicas, essas últimas afetadas pelo aumento do preço do minério de ferro e pela concorrência com importados.

Olhando para os resultados de 2011, o desempenho dos setores não deve mudar muito. As atividades ligadas mais ao consumo, especialmente de bens não essenciais e os setores de educação, saúde e infraestrutura, seguirão como destaque, enquanto as empresas de serviços públicos e também aquelas de alimentos e bebidas devem apresentar crescimento mais moderado.

Com cenário de preços favorável e oferta ainda apertada neste ano, a Vale também deve ter resultados financeiros positivos.

Do lado dos riscos, a inflação e a alta na taxa de juros são apontados como os principais desafios para as empresas em 2011. Setores mais competitivos, que têm dificuldades para repassar reajustes, ou mais dependentes do crédito, como a área de veículos e eletroeletrônicos, podem ser mais afetados.

Na área de construção de imóveis residenciais, as empresas dizem que o impacto da alta da Selic será limitado, uma vez que os financiamentos são atrelados à Taxa Referencial, que sobe menos. Segundo o diretor financeiro da Cyrela, Luis Largman, embora haja algum efeito sobre o mercado imobiliário, ele é limitado, já que, para uma alta de 1 ponto percentual ao ano no custo do crédito imobiliário, a Selic precisa subir 4 pontos. "Alguma influência sempre tem, mas é um número pequeno. Nesse exemplo de 4 pontos na Selic, em um financiamento de 30 anos, há um aumento de 10% na prestação mensal, o que pode pesar para quem está no limite", diz.

Quem se beneficiará com esse cenário de aperto monetário, segundo BTG Pactual e Credit Suisse, devem ser os bancos. "Eles podem não ganhar muito porque os juros mais altos podem elevar a inadimplência, por exemplo, mas também não perdem", diz Sequeira.  

Contexto
A divulgação dos balanços do exercício completo de 2010 terá uma novidade, que é a adoção obrigatória das novas práticas contábeis, que têm como base as regras do IFRS, usadas em mais de cem países com destaque para aqueles da União Europeia. Esse padrão também é aceito pela Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos, para apresentação de balanços por companhias estrangeiras.

Algumas empresas se anteciparam e publicaram, já nos balanços trimestrais do ano passado, os demonstrativos em IFRS. No caso daquelas que não o fizeram, será necessário reapresentar os três informes trimestrais, incluindo a comparação com 2009, conforme o novo padrão, sendo que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) prorrogou para até metade de maio o prazo máximo para que isso seja feito.

Por conta dessa mudança de prazo, o leitor dos balanços deve ficar atento na hora de fazer comparações. Isso porque o informe de 2010 fechado deve ser publicado até o fim de março. Se a empresa usar a faculdade dada pela CVM e não reapresentar os informes trimestrais ao mesmo tempo em que divulgar os dados do exercício completo, a soma do lucro dos trimestres poderá não coincidir com o resultado do ano. Nesse caso, o lucro trimestral conforme o novo padrão estará nas notas explicativas.

O processo de convergência contábil começou no apagar das luzes de 2007, com a publicação da Lei 11.638 no dia 28 de dezembro daquele ano. Nos três anos que passaram, foram emitidos 44 pronunciamentos contábeis, 16 interpretações e 5 orientações para que o Brasil ficasse no mesmo nível que o Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês), em termos de regulamentação.

Agentes devem levar inovação a 20 mil empresas

Notícias
Programa do Sebrae atua diretamente nos pequenos negócios com estímulo à competitividade

Mariana Flores
Capacitados pelo Sebraepara promover a inovação nas micro e pequenas empresas, em 2011 os Agentes Locais de Inovação (ALI)devem  levar seus serviços a 20 mil empreendimentos. No ano passado, eles atuaram em 8.964 negócios. Até dezembro,19 unidades da federação já tinham dado início à implementação do programa. Pelo menos outros cinco estados vão começar a atender os empresários ainda nos primeiros meses deste ano.
O ALI tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento das micro e pequenas empresas por meio da difusão de conhecimentos e medidas sobre inovação, tecnologia e aplicação de soluções. “Inovação hoje é essencial para tornar uma empresa competitiva”, afirma o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae (UAIT), Edson Fermann.
Tempero certo
As dicas do ALI ajudaram o empresário paranaense Marcos Aurélio Leme, dono da Temperbom Alhos e Temperos, a elevar suas vendas em 40% em menos de um ano. Atualmente, a produção mensal dele chega a 120 mil unidades, comercializadas para cidades dos estados do Paraná e de Santa Catarina. Por sugestão do agente do Sebrae, há nove meses ele adotou práticas diferentes de produção dos temperos e do alho in natura empacotado. Ao invés de produzir com toda equipe junta, passou a utilizar salas diferentes e funcionários específicos para cada tipo de tempero.
“O agente sugeriu adotar um manual de boas práticas, meus funcionários participaram de treinamentos e palestras. Além de estarmos tendo um maior cuidado com a higiene, conseguimos mais agilidade na produção. Tenho hoje 17 funcionários que, por estarem trabalhando organizados, ganharam tempo, o que se converteu em aumento de produção e melhora da qualidade”, conta.
Bolsa

A consultoria prestada pelos agentes é totalmente custeada pelo Sebrae. Durante o período de um ano, o profissional visita a empresa para dar informações e dicas de como esse empreendimento pode inovar para se tornar mais competitivo. Os agentes são profissionais graduados há no máximo três anos, capacitados para trabalhar diretamente com as micro e pequenas empresas com a função de apresentar soluções de acordo com suas necessidades. Eles recebem uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no valor de R$ 2,4 mil pelo serviço.
Para se tornar um Agente Local de Inovação, o interessado deve passar por uma seleção que envolve prova de conhecimentos, redação e dinâmica de grupo. As provas são elaboradas pelo Sebrae no estado de acordo com os segmentos trabalhados localmente pela instituição.
Serviço:
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851/ 3243-7852/ 8118-9821/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
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Fonte: Agência Sebrae



Bernardo Rebello
Profissionais sugerem como inovar nas empresas

Profissionais sugerem como inovar nas empresas
Brasília -

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Lei Geral está regulamentada em 101 municípios de Tocantins

Notícias
Meta para 2011 é aprovar a legislação em 139 cidades

Layala Lino
Palmas - Instrumento importante para impulsionar a economia, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa já existe em 101 municípios de Tocantins. Para aprovação da lei no município, o Sebrae no estado disponibiliza às prefeituras, durante o processo de elaboração, toda a consultoria e, principalmente, auxilia em mudanças no texto para que o agente regulador se adapte à realidade local.
O superintendente do Sebrae em Tocantins, Paulo Massuia, comenta que o estado passa por um grande momento. “Estamos presenciando um avanço na história da formalização dos pequenos negócios tocantinenses. Antes existia uma justificativa para quem era informal continuar nessa condição. Hoje essa opção não tem mais fundamento, pois a Lei Geral trouxe solução ao problema”, afirma Massuia.
Entre os benefícios trazidos às micro e pequenas empresas com a aprovação da Lei Geral estão prioridades em licitações públicas, facilidades como desoneração tributária, simplificação do processo de abertura de empresa, regime unificado de apuração e recolhimento dos impostos e contribuições e estímulo à inovação tecnológica.

A diretora técnica do Sebrae em Tocantins, Mila Jaber, ressalta que os municípios que ainda não aprovaram a lei estão sendo sensibilizados para que o façam. “As cidades cuja Lei Geral não foi aprovada estão perdendo receita e dificultando o desenvolvimento dos negócios. Com a lei, o município gera oportunidade para que os empresários cresçam”, pontua Jaber.
O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Estadual, Roberto Pires, explica que a bandeira em defesa da aprovação da Lei Geral nos 139 municípios da unidade federativa será uma prioridade para este ano. “As prefeituras são as maiores compradoras e poder vender para elas representa um ganho econômico e social muito grande, pois diminui a informalidade, gera mais emprego e garante o fomento à economia local, já que os recursos continuam circulando no próprio município”, conclui o presidente.
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Fonte: Agência Sebrae

Agentes devem levar inovação a 20 mil empresas

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Programa do Sebrae atua diretamente nos pequenos negócios com estímulo à competitividade

Mariana Flores
Brasília  Capacitados pelo Sebraepara promover a inovação nas micro e pequenas empresas, em 2011 os Agentes Locais de Inovação (ALI)devem  levar seus serviços a 20 mil empreendimentos. No ano passado, eles atuaram em 8.964 negócios. Até dezembro,19 unidades da federação já tinham dado início à implementação do programa. Pelo menos outros cinco estados vão começar a atender os empresários ainda nos primeiros meses deste ano.
O ALI tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento das micro e pequenas empresas por meio da difusão de conhecimentos e medidas sobre inovação, tecnologia e aplicação de soluções. “Inovação hoje é essencial para tornar uma empresa competitiva”, afirma o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae (UAIT), Edson Fermann.
Tempero certo
As dicas do ALI ajudaram o empresário paranaense Marcos Aurélio Leme, dono da Temperbom Alhos e Temperos, a elevar suas vendas em 40% em menos de um ano. Atualmente, a produção mensal dele chega a 120 mil unidades, comercializadas para cidades dos estados do Paraná e de Santa Catarina. Por sugestão do agente do Sebrae, há nove meses ele adotou práticas diferentes de produção dos temperos e do alho in natura empacotado. Ao invés de produzir com toda equipe junta, passou a utilizar salas diferentes e funcionários específicos para cada tipo de tempero.
“O agente sugeriu adotar um manual de boas práticas, meus funcionários participaram de treinamentos e palestras. Além de estarmos tendo um maior cuidado com a higiene, conseguimos mais agilidade na produção. Tenho hoje 17 funcionários que, por estarem trabalhando organizados, ganharam tempo, o que se converteu em aumento de produção e melhora da qualidade”, conta.
Bolsa

A consultoria prestada pelos agentes é totalmente custeada pelo Sebrae. Durante o período de um ano, o profissional visita a empresa para dar informações e dicas de como esse empreendimento pode inovar para se tornar mais competitivo. Os agentes são profissionais graduados há no máximo três anos, capacitados para trabalhar diretamente com as micro e pequenas empresas com a função de apresentar soluções de acordo com suas necessidades. Eles recebem uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no valor de R$ 2,4 mil pelo serviço.
Para se tornar um Agente Local de Inovação, o interessado deve passar por uma seleção que envolve prova de conhecimentos, redação e dinâmica de grupo. As provas são elaboradas pelo Sebrae no estado de acordo com os segmentos trabalhados localmente pela instituição.
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Fonte: Agência Sebrae

Sebrae e MDA distribuem cartilha de acesso ao Pronaf

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A partir desta semana, produtores de todo o país podem retirar o material nas unidades estaduais do Sebrae

Regina Xeyla
Explicar de forma simples como obter crédito para a agricultura familiar. Esse é o objetivo da Cartilha de Acesso ao Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), desenvolvida pelo Sebrae em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O material está sendo enviado, nesta semana, para as unidades estaduais da instituição, que repassarão o material para os pequenos produtores de todo o país. O Pronaf tem as taxas de juros mais baixas do sistema financeiro, variando de 0,5% a 4,5% ao ano.

Ao todo foram confeccionadas 16 mil cartilhas. O produtor pode retirar seu exemplar nas unidades estaduais ou acessar, a partir de fevereiro, a versão eletrônica do material, no portal www.sebare.com.br. É importante ressaltar que, nesta publicação, as condições das linhas de crédito são válidas até 30 de junho de 2011. Segundo o gerente da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, Alexandre Guerra, no mês de maio, deverá ser publicada nova cartilha referente ao Plano Safra 2011/2012.

“Temos buscado cada vez mais levar informação direcionada para este público, que tem dificuldade nesse acesso. Utilizamos linguagem simples, que orienta e informa sobre o que é agricultura familiar, o que pode ser financiado, os grupos do Pronaf com suas condições de enquadramento, o Programa de Garantia de Preços (PGPAF), entre outras informações”, explica o gerente Alexandre Guerra.

No Sebrae, o material foi elaborado pelas áreas de Acesso a Serviços Financeiros (UASF) e Agronegócios (Uagro). Na avaliação de Reginaldo Rezende, responsável pela publicação na Uagro, não faltam recursos, mas informação e orientação para o pequeno produtor. “Crédito funciona como um dos insumos da produção da atividade, e, como todo insumo, deve ser utilizado de forma correta para que não cause efeito negativo. Por isso, a importância da orientação”, explica.

O Pronaf, executado pelo MDA, é a principal política pública do Governo Federal para apoiar os agricultores familiares. Em 2009, segundo o Banco Central, os agentes financeiros contrataram mais de 1,7 milhão de operações, aplicando mais de R$ 11 bilhões. Os principais agentes são o Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, bancos cooperativos, de desenvolvimento e inúmeras cooperativas de crédito.

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Fonte: Agência Sebrae



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Brasília -

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Copa deve gerar negócios para 7,7 mil pequenas empresas

Notícias

Mapeamento de oportunidades do Sebrae para o segmento será finalizado até abril

Karla Lucena e Fabrício Zago
Brasília - A Copa do Mundo de 2014 deve gerar oportunidades de negócios para 7,7 mil micro e pequenas empresas (MPE) nas 12 cidades-sede da competição. O número faz parte de estudo encomendado pelo Sebraejunto à Fundação Getúlio Vargas (FGV) e engloba nove setores da economia: construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção associada, agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços. Dessas áreas, as quatro primeiras já tiveram seu mapeamento de oportunidades finalizado. A expectativa é mapear todos os setores até abril.

As oportunidades de negócios para micro e pequenas empresas foram tema de reportagem no Bom Dia Brasil (TV Globo) nesta terça-feira (25). Clique aqui para ver o vídeo.

Até 2012, o Sebrae investirá R$ 48 milhões em projetos de consultoria, inovação e acesso a mercados, entre outras ações, com o objetivo de melhorar o nível de gestão das micro e pequenas empresas nas cidades-sede. “Estamos nos preparando não só para a Copa de 2014, mas também para o pós-evento. O crescimento da demanda virá acompanhado de um aumento do nível de exigência e as micro e pequenas empresas terão que melhorar o processo de gestão para atuar num ambiente cada vez mais seletivo", ressalta o diretor técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. "Trata-se de um grande desafio, porém isso é positivo, já que as empresas ficarão mais fortes, gerarão mais empregos e aumentarão seu faturamento”, assinala o diretor.

As áreas que devem gerar mais oportunidades de negócios para as MPE são a de infraestrutura (arenas esportivas, principalmente), mobilidade urbana (melhoria de estradas, transporte urbano e vias públicas) e serviços, com destaque para o turismo.

Conjunto de metodologias
Segundo Dival Schmidt, coordenador do comitê técnico do Programa Nacional para Atuação do Sistema Sebrae na Copa de 2014, o número de micro e pequenas empresas beneficiadas pelo evento tende a ser multiplicado. Os projetos da instituição terão como prioridade a disseminação de tecnologias e a capacitação em gerenciamento. “Temos um conjunto de metodologias usadas para capacitar pequenos negócios e vamos utilizá-las nesse processo”, afirma Schmidt.

Na construção civil, as grandes empreiteiras que vão erguer os estádios devem contratar pequenos negócios para trabalhar, por exemplo, na remoção de entulhos. Os setores industrial, comercial e serviços também são áreas potencias para os donos de pequenas empresas.

O Programa Nacional para Atuação do Sistema Sebrae na Copa de 2014 abriga projetos estaduais e nacionais, seminário, estudos e debates. Dival Schmidt destaca que a instituição atuará no pré, durante e no pós-Copa. “Usaremos esse grande evento para mudar e preparar os pequenos negócios para aumentar sua competitividade”, diz.

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Fonte: Agência Sebrae

Estados reduzem efeitos da substituição tributária

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Medidas foram tomadas pelos governos do Pará, Santa Catarina e Mato Grosso. Sistema de tributação aumenta em 700% carga fiscal das MPE

Karla Lucena
Brasília – Pará, Santa Catarina e Mato Grosso. Esses são os estados que atualmente usam mecanismos para suavizar as perdas provocadas às empresas pela substituição tributária do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Seviços (ICMS).

O Pará decidiu isentar todas as empresas que fazem parte do Simples Nacional de fazerem o pagamento antecipado do tributo. Em Santa Catarina, há uma redução na base de cálculo do imposto de 70%. Já o governo de Mato Grosso assegurou a redução escalonada do ICMS até 2014, quando a alíquota deve chegar a 3,5%.

A substituição tributária compromete o capital de giro com o pagamento antecipado do imposto, reduz a competitividade e o faturamento, além de provocar perda da produção, aumento dos preços dos produtos e, em alguns casos, a quebra da empresa.

Estudo encomendado pelo Sebrae à Fundação Getulio Vargas (FGV) assinalou que o sistema de tributação acarreta um aumento de 700% na carga fiscal dos donos de pequenas empresas. Constatou também que as empresas de pequeno porte perderam, em 2008, R$ 1,7 bilhão por causa da substituição tributária. O problema afeta mais de dois milhões de empresas, do comércio e da indústria, que estão entre as cerca de 4,3 milhões de empresas do Simples Nacional.

Para André Spínola, gerente adjunto da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae, é importante que todos os estados adotem medidas para que a cobrança desse tributo seja feita de uma forma justa paras as pequenas empresas. Segundo ele, a substituição tributária causa uma série de problemas para os pequenos negócios, principalmente os inscritos no Simples Nacional.

“Essas empresas acabam pagando duas vezes, já que os governos cobram antes o ICMS lá na indústria, por exemplo. Sendo assim, o Simples Nacional perde o sentido, e os pequenos empresários acabam pagando mais impostos”, afirma.

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Fonte: Agência Sebrae

País precisa tratar pequenos provedores como estratégia de mercado, diz diretor do Sebrae

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Carlos Alberto dos Santos participou do painel “Plano Nacional de Banda Larga”, durante Campus Party 2011, em São Paulo

Beth Matias
- O novo cenário de tecnologia com o Plano Nacional de Banda Larga do governo federal apresenta muitas chances para os pequenos provedores no país, mas também riscos se não houver uma evolução no modelo de negócios, declara o diretor técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, durante a Campus Party 2011, evento da área de TI que movimentou São Paulo nos últimos dias. “São os pequenos provedores que levam serviço onde os grandes não levam. Seja porque os grandes não chegam à última trilha seja porque a demanda que está naquele território não é interessante”, explica Carlos Alberto.  
Segundo ele, os pequenos cumprem um  papel complementar. “A dúvida é como este fato se modifica com a implantação do Plano Nacional de Banda Larga”, diz. “O papel dos pequenos provedores é uma estratégia de mercado competitiva e deve ser dar em bases fortes de crescimento do mercado e não apenas para tampar buraco”.
Durante o evento, o diretor do Sebrae participou do painel “Plano Nacional de Banda Larga” e apresentou uma pesquisa sobre a situação dos pequenos provedores no país. O estudo mostra que existem 1.700 pequenos provedores presentes em quase 75% dos municípios brasileiros.
No total, 700 provedores foram entrevistados e a concentração do serviço se dá em pequenas localidades, como pequenos centros urbanos e também na área rural. “Isso é auto-explicativo porque no grande centro urbano existe mais oferta dos grandes provedores. Este é um desafio que está sendo parcialmente enfrentado pelos pequenos”, complementa .
Os principais clientes desses pequenos provedores estão nas pessoas físicas, nas microempresas e também nas prefeituras. Entre as principais dificuldades dos pequenos provedores de acesso, está o preço do link (75%), falta de capital de giro (54,2%) e mão-de-obra qualificada (46,1%).
Nas respostas, o provedor poderia escolher mais de uma resposta. “Curiosamente em relação às perspectivas de investimento, 83,7% dizem que querem crescer a infraestrutura (compra de mais equipamento). Este é o espírito do empreendedor, que está muito animado”.
Entre os participantes do painel, estavam Nelson Fujimoto, assessor de inclusão digital da Presidência da República, Marcelo Bechara, procurador geral da Anatel. A pesquisa, segundo Carlos Alberto dos Santos, deverá ser divulgada em sua íntegra brevemente pelo Sebrae.
A Agência Sebrae publicou no ano passado uma série especial sobre pequenos provedores. Confira os Links:

Pequenos provedores pedem tratamento diferenciado da AnatelAssociações sugerem financiamento especial para pequenos provedoresPresidente da Telebras afirma que pequenos provedores são aliados preferenciais ((excluir))
Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851/ 3243-7852/ 8118-9821/ 9977-9529
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Fonte: Agência Sebrae



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Segundo o diretor Carlos Almeida (à dir.), os pequenos provedores atendem pequenos centros urbanos e áreas rurais

Segundo o diretor Carlos Almeida (à dir.), os pequenos provedores atendem pequenos centros urbanos e áreas rurais
São Paulo

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Limite de faturamento do Simples Nacional faz com que empresários fiquem com medo de crescer

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Santa Catarina é o sétimo Estado em participação no programa, com 206,6 mil cadastros

A empresa de Shozo Sugo Jr. faturou R$ 2 milhões em 2010. Mas o crescimento do restaurante Sushi Roots virou motivo de preocupação para o empresário de 30 anos, que montou o negócio na Capital há três anos.

A empresa está cadastrada no Simples Nacional, programa que oferece benefícios para negócios com faturamento anual de até R$ 2,4 milhões. O projeto que previa o reajuste para R$ 3,6 milhões por ano deveria ter sido votado pelo Congresso no final de 2010, mas saiu da pauta e aguarda o fim do recesso para ser avaliado pelos novos parlamentares.
Santa Catarina é o sétimo Estado em participação no programa, com 206,6 mil empresas. Para elas, romper o limite de faturamento significa pagar uma maior fatia de impostos.
Cálculo do escritório Seecon Contadores mostra um exemplo. Um comércio que também presta serviços e faturou R$ 1,9 milhão em um ano, pagaria cerca de R$ 150 mil em impostos no mesmo período, pelo modelo padrão do Simples. Se enquadrado entre as grandes, pagaria R$ 240 mil em impostos pelo cálculo de lucro presumido e quase R$ 335 mil pelo cálculo de lucro real. Ou seja, a economia pode passar dos R$ 180 mil.

A justificativa oficial é de que o Simples é para quem está começando. Depois de consolidada, a empresa deve caminhar com as próprias pernas e pagar mais imposto. Mas para empresários como Shozo, trata-se de um desestímulo ao crescimento.
— Abri uma filial, mas teria sido melhor abrir outra empresa. Pago quase R$ 20 mil por mês em impostos. Falta vontade política para rever a questão do Simples – reclama o empresário.
Projeto segue em caráter de urgência
O deputado Cláudio Vignatti, um dos autores do projeto que prevê mudanças no Simples, diz que a proposta segue tramitando em caráter de urgência. Vignatti não se reelegeu e defende que é preciso uma mobilização para cobrar que os novos deputados recoloquem o tema na pauta.
Ele diz que a pressão contrária ao projeto, do Conselho Nacional de Política Fazendária, pesou contra a votação das mudanças no ano passado. O projeto foi apresentado no final de novembro e, para entrar em vigor no início deste ano, precisaria ter sido votado até o dia 10 de dezembro.
— É um projeto urgente. As micro e pequenas são 99% das empresas brasileiras e respondem por 20% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. As empresas que integram o 1% restante respondem pelos outros 80% do PIB. É preciso mexer nisso — avalia, lembrando que o teto do Simples está há mais de quatro anos sem correção.
Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

BNDES empresta R$ 45,7 bi para micro e pequenas empresas

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Em 2010, repasses a micro, pequenas e médias empresas aumentam 50% em relação a 2009

Da Redação, com assessoria de imprensa do BNDES

Brasília - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fechou 2010 com R$ 45,7 bilhões em financiamentos para micro, pequenas e médias empresas e pessoas físicas (MPMEs). O valor corresponde a 93% das 610 mil operações de crédito realizadas pelo banco estatal, quase o dobro em relação aos números de 2009.

O Cartão BNDES também foi um dos destaques de 2010, com 320 mil operações efetuadas (mais 84% em relação a 2009) e R$ 4,3 bilhões desembolsados (expansão de 74%).Voltado especificamente para as MPMEs, o Cartão BNDES é importante instrumento de democratização do crédito. Ele atingiu, no passado, índice de cobertura de 75% dos municípios brasileiros.

Da mesma forma, o Procaminhoneiro (destinado ao caminhoneiro autônomo e microempresa), com taxas de juros fixas em 4,5% ao ano, registrou desempenho recorde no valor de financiamento aprovado (R$ 6,6 bilhões, com alta de 470%) e em volume de operações (37,5 mil operações). Com isso, o programa contribuiu para a renovação da frota de caminhões do país.

Os números foram divulgados nesta segunda-feira em nota. Os desembolsos do BNDES atingiram R$ 168,4 bilhões em 2010, o que representou aumento de 24% em relação ao ano anterior. O resultado considera a operação de capitalização da Petrobras, no valor de R$ 24,7 bilhões. Descontada essa operação – pontual e não recorrente –, os desembolsos do Banco encerraram o ano passado em R$ 143,7 bilhões, com alta de 5% na comparação com 2009, um crescimento compatível com as projeções feitas anteriormente.

O setor da Indústria respondeu por 47% das liberações totais do banco, seguido por infraestrutura, com presença de 31%, e por comércio e serviços, com 16%. Em todos os ramos de atividade (agropecuária, indústria, infraestrutura e comércio e serviços) houve crescimento nos desembolsos em 2010, resultado, em grande parte, do bem sucedido Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Lançado em julho de 2009 e com vigência prevista até 31 de março próximo, o PSI garantiu a retomada do investimento no país em meio à conjuntura de crise econômica e financeira mundial.

O setor de comércio e serviços também vem ganhando importância relativa nos desembolsos do BNDES. Com R$ 27,1 bilhões em 2010, as liberações a este segmento aumentaram 56%.

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Fonte: Agência Sebrae

Campanha pede solidariedade empresarial

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Empreendedores promovem ação para sensibilizar público e comércio a comprarem produtos do Polo de Moda Íntima serrano, atingido pelas enchentes
Vanessa Brito

Brasília - Empresários do maior polo de moda íntima do País, localizado em Nova Friburgo (RJ) e proximidades, estão determinados a superar as dificuldades causadas pelo excesso de chuvas, enchentes e deslizamentos. Uma campanha via e-mail começa a ser disparada para milhares de empresários, lojistas e clientes de todo o Brasil com a mensagem  "Costurando uma Nova Friburgo”.

Fábricas do polo deixaram de funcionar e parte de seus funcionários se viu desabrigada, mas dados ainda não foram levantados a respeito dos prejuízos. Estimativas do Sindicato da Indústria do Vestuário de Nova Friburgo (Sindivest) apontam que cerca de 200 empresas tiveram suas instalações e negócios comprometidos. “A tristeza dos funcionários que perderam casas e família afetou todos”, lamenta Paulo Chelles, presidente do Sindivest. O polo é composto por aproximadamente 600 pequenas fábricas formais, que geram 10 mil empregos diretos e envolvem 50 mil pessoas na produção de lingerie em Nova Friburgo.

Do mesmo modo como as campanhas de solidariedade estão arrecadando e encaminhando água potável, alimentos e roupas para as vítimas do desastre ambiental, Chelles diz que é preciso despertar a solidariedade da classe empresarial para não reduzir o ritmo da economia local. “Ao fazerem pedidos e continuarem comprando das fábricas de Nova Friburgo, as pessoas estarão ajudando a manter empregos e renda de centenas de famílias”, destaca. “Priorizem suas compras aqui”, apela.

Recursos do BNDES
A maioria das fábricas do polo teve prejuízos parciais e já está funcionando normalmente. Houve três casos de perda total (uma fábrica de tecido, uma de acessórios de plásticos e uma confecção). A Ponte da Saudade e o bairro de Olaria, onde se concentram boa parte das lojas das indústrias, não foram atingidos. “Está tudo funcionando por lá”, avisa Chelles.

Os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizados pelo governo federal para apoiar os empresários do polo estão sendo aguardados com muito otimismo. “Só está faltando o Ministério da fazenda regulamentar como será concretizado o financiamento e qual a documentação exigida”, explica Chelles. A taxa de juros da linha de créditos emergencial do BNDES para a região será de 5,5% ao ano, com dois anos de carência e 20 para quitar.

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Site do Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo - www.intimafriburgo.com.br

Fonte: Agência Sebrae

Lei Geral está regulamentada em quase 50% dos municípios

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Meta para 2010 era chegar a 30%. Mato Grosso e Espírito Santo já aprovaram a legislação em 100% de suas cidades

Karla Lucena
Brasília – Em 2010, o Sebrae estabeleceu como meta realizar ações que possibilitassem a implementação da Lei Complementar 123, conhecida como a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em 30% dos municípios brasileiros. No entanto, o número ficou acima do esperado: 2.773 das 5.565 cidades adotaram a lei, o que representa quase 50% dos municípios. Os estados de Mato Grosso e Espírito Santo já atingiram 100%. Clique aqui para acessar a planilha dos municípios por estado que já aprovaram a legislação.
Segundo o gerente da Unidade de Desenvolvimento Territorial (UDT) do Sebrae, Juarez de Paula, a municipalização da Lei Geral traz uma série de benefícios não apenas para os pequenos empreendimentos mas também para a própria economia do município.
“Engana-se quem acha que a redução de impostos diminui a arrecadação, pelo contrário. Muitos donos de pequenas empresas que estão na irregularidade não querem permanecer assim. Essa lei facilita a regularização, já que esses empreendedores vão poder honrar seus compromissos fiscais”, disse Juarez de Paula.

De acordo com dados do Sebrae, foram realizados, no primeiro semestre do ano passado, 17 encontros de mobilização com lideranças públicas municipais em oito estados, envolvendo aproximadamente 425 municípios.

Convênio firmado entre a instituição e a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) possibilitou a realização de 19 eventos de sensibilização, com a presença de representantes de 353 municípios. Mais de 330 consultores foram capacitados para ministrar cursos e oficinas para os gestores públicos.
Em vigor desde 2006, a Lei Geral traz uma série de facilidades tributárias e de negócios para os pequenos empreendimentos, como simplificação de abertura de empresas e tratamento diferenciado em licitações públicas. Para mais informações, acesse o site www.leigeral.com.br.
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Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Simples reforça proposta do Planalto de reduzir tributos

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Diretor técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, afirma que regime especial contribuiu para o crescimento de 70% no número de empregos formais entre 2006 e 2008

Tecris de Souza
Brasília - O impacto do Simples Nacional, ao promover uma minireforma tributária no Brasil a partir de 2006, endossa a proposta da presidenta Dilma Rousseff de redução escalonada na tributação sobre a folha de pagamento, de 20% para 14%, como forma de gerar mais empregos.
A avaliação é do diretor técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao assinalar que houve um crescimento de 70% no número de carteiras assinadas nas empresas inscritas no Simples Nacional, entre 2006, quando foi criado, e 2008, um ano após sua implementação no país.
Desde então, observa o diretor do Sebrae, a participação das empresas de pequeno porte na geração de empregos formais tem sido expressiva e crescente. Na atualidade, as micro e pequenas empresas respondem por 53,2% dos empregos com carteira assinada.
Carlos Alberto lembra que o Simples foi efetivado em 2007, quando transferiu a contribuição previdenciária da folha de pagamento das empresas de pequeno porte para a sua receita bruta. “Isso desonera integralmente a folha de pagamento dessas empresas dos custos previdenciários, além de liberá-las do recolhimento referente ao Sistema S e salário-educação”, enfatizou.
Segundo ele, o Simples Nacional é um sucesso por que reduziu a carga tributária, simplificou o processo de arrecadação e promoveu a formalização de novos negócios.
Saiba mais: A Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, que instituiu o Simples Nacional foi efetivada em 2007, quando a Receita Federal passou a dispensar tratamento diferenciado, simplificado e favorecido às micro e pequenas empresas com faturamento anual até de R$240 mil e até R$ 2,4 milhões, respectivamente.
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Fonte: Agência Sebrae