quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Profissional de serviço médico terá de apresentar declaração

Notícias



DCI  




CAMPINAS - Por uma determinação da Receita Federal do Brasil os profissionais que atuam na área de saúde terão que apresentar, até fevereiro de 2011, a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed) ao órgão. A ação coloca o setor de saúde em estado de atenção, pois é preciso começar a se adequar à nova determinação, que começa a valer em apenas cinco meses. A medida irá impactar diretamente profissionais e empresas do ramo, como por exemplo os médicos, dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, além das unidades hospitalares, laboratórios, serviços radiológicos, serviços de próteses ortopédicas e dentárias, e clínicas médicas de qualquer especialidade. A norma diz respeito também aos serviços prestados por estabelecimento geriátrico classificado como hospital pelo Ministério da Saúde e por entidades de ensino destinadas à instrução de deficiente físico ou mental são considerados serviços de saúde.



A Declaração de Serviços Médicos e de Saúde, ou Dmed, é uma declaração dos serviços prestados aos pacientes ou conveniados instituída pela Instrução Normativa nº 985 em 22 de dezembro de 2009 e é válida para quem atua na área de saúde seja autônomo ou prestador de serviço.



Quem não apresentar a declaração no prazo estabelecido está sujeito a multas de R$ 5 mil por mês-calendário ou fração, no caso de falta de entrega da Declaração ou de sua entrega após o prazo; e 5% (cinco por cento), não inferior a R$ 100 (cem reais), do valor das transações comerciais, por transação, no caso de informação omitida, inexata ou ainda informação incompleta.



A área de saúde permite que o contribuinte possa abater gastos realizados no setor mediante apresentação de recibos na declaração do imposto de renda, no entanto, os profissionais de saúde que emitiam os recibos apenas informavam quando da entrega da declaração anual do imposto de renda os serviços prestados e não identificavam os pacientes.



Recibo

Com a resolução quem concede o recibo como no caso, clínicas e hospitais, entre outros, tem que fornecer o nome completo contendo o CPF (Cadastro de Pessoa Física) para pessoa física ou CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) para pessoas jurídicas prestadoras de serviços de saúde e operadoras de planos privados de assistência à saúde e apresentar à Receita Federal.



De acordo com o professor de Contabilidade e Finanças das Faculdades Anhanguera, Paulo Neves, disse que desta forma a Receita Federal conseguiu fechar o cerco formando um banco de dados com informações que serão enviadas ao órgão através da Dmed que poderão ser cruzadas com a declaração de imposto de renda de pessoa física comprovando se essa despesa médica realmente ocorreu.




"A partir de agora, eles continuarão a emitir o recibo como comprovante de pagamento, mas serão obrigados a informar à Receita Federal para quem prestou os serviços e, isto já no mês de fevereiro de 2011, assim a receita terá tempo hábil para fazer o cruzamento de informações entre a Dmed e das que serão entregues em abril no Imposto de Renda Pessoa Física", diz.



Comércio

Para o professor e também contabilista, a medida deve inibir o comércio de venda e compra de recibos para efeito da declaração do Imposto de Renda. Ele explica que, atualmente, sem a obrigatoriedade da Declaração de Serviços Médicos e de Saúde, é grande o risco do contribuinte que, informou pagamentos para profissionais da saúde, cair na malha fina. Paulo Neves não descarta que devem ocorrer problemas na entrega da Dmed. "Vai ter muito problema para a entrega, entre eles, o fato de a clínica ter fornecido recibo e não ter pego o CPF da pessoa", comenta.



No dia 18 de agosto a Receita Federal do Brasil publicou a Instrução Normativa nº 1066 na qual aprova o leiaute do arquivo de importação de dados para o Programa Gerador da Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (PGD - Dmed) para apresentação das informações relativas aos anos-calendário de 2010 e 2011.



Segundo especialistas no segmento, a proposta é que todas as informações, de todos os estabelecimentos envolvidos, devam ser enviadas pela internet mediante a utilização de aplicativo a ser disponibilizado na página da Receita Federal. O site da Receita é http://www.receita.fazenda.gov.br/.



Fonte: DCI

CFC

Soluções para mil pequenas empresas

Notícias

Da Redação

"Negócio a Negócio". Este é o nome do projeto iniciado este mês pelo Sebrae, visando oferecer oportunidade de fortalecimento e crescimento para milhares de pequenas empresas do estado. Voltado para pequenas empresas e empreendimentos individuais, a iniciativa aposta no conhecimento como uma alternativa para sobreviver no mercado e tornar as empresas cada vez mais competitivas.

Até o final desde ano serão atendidas mil empresas em todo o estado. Para isso, cada empreendimento receberá pelo menos três visitas dos consultores do Sebrae, previamente treinados pela instituição.

O projeto é executado por meio dos 30 Agentes de Orientação Empresarial, AOE, que visitam os empresários e os tornam mais próximos do Sebrae, orientando-os, levando  conhecimento e novas oportunidades de negócios.

O diferencial do programa é que os empresários recebem ferramentas gerenciais e informações no próprio local de trabalho. As informações são variadas, desde os incentivos à formalização até o repasse de soluções em gestão para as mais diferentes empresas e ramos de atividades.

"Essa é uma nova forma do Sebrae atender o seu público  e juntamente com ele propomos soluções para os problemas, por meio das consultorias empresariais", afirmou a gestora do projeto, Wanderléia Franco, ao ressaltar que um dos públicos alvos do projeto são os empreendedores individuais, recém-formalizados.

Segundo a gestora, o objetivo do projeto é acompanhar o desenvolvimento dos empreendedores individuais e microempresas através de um atendimento gratuito, presencial e continuado, com foco em gestão.

Explicou que a proposta do projeto, basicamente é ir até o empresário para conhecer a realidade da empresa e a partir daí sugerir ferramentas que possam ajudá-lo a administrar o seu negócio e tornar uma empresa de sucesso.

Para isso, cada agente fará um diagnóstico durante as consultorias onde relaciona os problemas das empresas. Após essa avaliação os agentes apresentarão como sugestão para o empresário onde ele precisa investir ou melhorar, como também indicar alguns serviços, ferramentas e produtos que o Sebrae dispõe para ajudá-lo a implementar certos controles.

"O contato direto possibilita a identificação de desafios e dificuldades gerenciais típicas do dia-a-dia de cada empresa. O processo, que envolve três atendimentos a cada um dos empreendedores continua com o encaminhamento de sugestões e avaliação dos resultados obtidos e com isso, fortalece a gestão empresarial nestes empreendimentos e aumenta a sustentabilidade das micro e pequenas empresas através da melhoria empresarial", completou.

Fonte: Folha da Boa Vista – RR

Agência Sebrae

Exigência de emissão de nota fiscal eletrônica alcança maior número de empresas

Notícias

A partir de 1º de outubro, documento passa a ser obrigatório para diversas atividades, como fabricação de roupas e calçados, reforma de pneumáticos e recondicionamento de baterias

Dilma Tavares

Brasília – A partir desta sexta-feira (1º), empresas de diversas atividades econômicas passam a ser obrigadas a emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), um documento digital que substitui as tradicionais notas em papel. Instituído em julho de 2005 em caráter nacional, o uso do documento vem sendo ampliado gradualmente entre os diversos setores e segmentos econômicos. Por meio da NF-e, a Receita Federal e as secretarias estaduais de Fazenda podem acompanhar em tempo real as transações das empresas e, assim, fiscalizar o recolhimento de tributos.

A obrigatoriedade de emissão da NF-e abrange empresas de todos os portes, incluindo micro e pequenas, até as do Simples Nacional. Os empreendedores individuais não precisam atender a essa exigência.

Segmentos

Conforme o Protocolo nº 42 de 2009, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne as secretarias de Fazenda dos estados, a partir do dia 1º de outubro ficam obrigadas a emitir a NF-e diversas atividades econômicas, como fabricação de roupas, vinagre, calçados, gelo, absorventes higiênicos, artigos de carpintaria para construção e artigos pirotécnicos; impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas; serviços de acabamentos gráficos; reforma de pneumáticos usados; recondicionamento de baterias e acumuladores para veículos automotores.

Ainda estão na relação representante comercial de cosméticos e perfumaria, de madeira, material de construção e ferragens. A lista inclui também o comércio atacadista de produtos como calçados; artigos de vestuário e acessórios; artigos de armarinho; de cama, mesa e banho; sementes, flores, plantas e gramas; produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar com atividade de fracionamento e acondicionamento; jóias, relógios e bijuterias; embalagens; resíduos de papel e papelão e de sucatas não metálicas.

“A aplicação dessa exigência depende de cada estado, das estruturas que possuem, mas até o momento nenhum estado prorrogou esse prazo”, alerta a consultora do Sebrae Lusia Angelete. Ela lembra que, em dezembro, a Nota Fiscal Eletrônica passará a ser exigida para nova leva de atividades econômicas, sendo que, para os fornecedores dos governos, a exigência vai valer independentemente do setor de ativid ade da empresa.

Desafio

O presidente da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro), José Tarcísio da Silva, avalia que, por uma lado, a nota fiscal eletrônica significa redução de burocracia e inclusão das empresas no mundo digital, “do qual não há como fugir”. Por outro, significa “controle absoluto” do governo sobre a movimentação das empresas e seus custos operacionais.

Para emitir a Nota Fiscal Eletrônica, a empresa precisa possuir certificação digital (fornecida por uma autoridade certificadora) e se cadastrar na secretaria de Fazenda do seu estado. “A certificação digital custa caro, havendo certificadoras que cobram até R$ 450”, afirma José Tarcísio. Ele lembra ainda a necessidade de computador e internet banda larga que, avalia, tem um custo médio de R$ 250 mensais. “A alternativa é o governo criar um programa para reduzir o preço da Internet banda larga”, sugere.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias: (61) 2107-9106/2107-9110/8118-9821/9977-9529
Central de Relacionameto Sebrae: 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pequenas empresas comemoram bons resultados do comércio eletrônico

Notícias

Pesquisa da Fecomercio e e-bit mostra que faturamento de R$ 7,8 bilhões no Brasil de janeiro a julho superou o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo

Beth Matias

Divulgação

Juliano Souza, gerente de marketing da Giuliana Flores

São Paulo - As pequenas empresas que apostaram no comércio eletrônico como plataforma de vendas não têm do que se queixar este ano. “O primeiro semestre foi excepcional”, diz a empresária Juliana Messenberg, sócia do site de descontos Superexclusivo (www.superexclusivo.com.br), que comercializa produtos de outras lojas.

Há dois anos e meio no mercado, Juliana diz que não se lembra de já ter vendido tanto. A empresa tem 570 mil clientes cadastrados e cresce 40% ao mês. “Neste primeiro semestre, tivemos uma explosão de vendas em relação a 2009. Crescemos 430%”, diz Tiago Santos, outro sócio da empresa.

O crescimento da Giuliana Flores, uma loja virtual de venda de flores pela internet, também é representativo. Só neste primeiro semestre, as vendas cresceram 52% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa tem 20 anos de mercado e está há 10 na internet.

Pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), em parceria com a empresa e-bit, divulgada na segunda-feira (27), mostra que o comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse faturamento superou o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo, estimado em R$ 7,2 bilhões no período.

“As pessoas aprenderam a comprar pela internet. Estão mais seguras e também conhecem melhor a rede mundial. Além disso, o comércio eletrônico segue normas mais rígidas do que o comércio real. Se o produto não serviu ou se a pessoa não gostou do que comprou, pode devolver e ter o dinheiro de volta. Na loja de rua ou no shopping, no máximo o consumidor vai conseguir trocar por outro artigo”, diz a empresária Juliana Messenberg.

Para Juliano Souza, gerente de marketing da Giuliana Flores, ainda há espaço para crescer na internet. “O cliente do comércio eletrônico evoluiu e busca cada vez mais novidades. O cliente de hoje é completamente diferente daquele de 10 anos atrás.”

Além da loja virtual, a empresa possui três lojas de rua na região do ABC paulista. “O faturamento das três juntas é 10% do faturamento total da empresa. A nossa grande virada foi apostar no comércio eletrônico.” A empresa investe agora especialmente nas redes sociais (Facebook, Twitter, You Tube, Orkut). Hoje, apenas no Twitter são mais de 5.000 seguidores.

Força futura

O e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, de janeiro a julho de 2010, na região metropolitana de São Paulo, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Em julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo. “Estima-se que o comércio eletrônico cresça na ordem de 30% ao ano e, se isso continuar, nos próximos dois anos as vendas desse segmento tendem a superar as de lojas de departamentos e de móveis e decoração. O comércio eletrônico deixará de ser, no futuro, a nona força do varejo paulista para ficar em sétimo lugar”, projeta o economista Antonio Carlos Borges, superintendente da Fecomercio.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar 2010 com um faturamento de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 35% em relação ao ano anterior.

Para se ter uma idéia, segundo o e-bit, o valor apurado pelo comércio eletrônico no semestre é 10% superior a o orçamento do Programa Bolsa Família em 2010; é maior que a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo); corresponde à venda 350 mil veículos; equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e é maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico.

Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 2107-9106/2107-9110/8118-9821/9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Giuliana Flores/Imprensa – (11) 3675-1402
Superexclusivo - www.superexclusivo.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

Tecnologia incrementa negócio de venda de pipoca

Notícias

Pipoqueiro inova para ampliar e fidelizar a clientela no centro do Rio de Janeiro, torna-se Empreendedor Individual e aumenta faturamento

Regina Mamede

André Telles

Nelsinho, empreendedor Individual

Rio de Janeiro - Um carrinho de pipoca administrado por um empresário. O espírito empreendedor de Antonio Nélson Gonçalves, conhecido como Nelsinho, fez toda a diferença e transformou a atividade em um negócio lucrativo.

A localização, avenida Rio Branco próximo à rua Santa Luzia, na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, foi o primeiro detalhe que chamou a atenção de Nelsinho, que vislumbrou na alta concentração de empresas a oportunidade para multiplicar as vendas. Ao criar o Disk Pipoka, ele deu ao cliente a oportunidade de receber o produto no escritório sem qualquer custo adicional.

A boa receptividade animou Nelsinho a continuar apostando na diferenciação do serviço. Além de ter criado um blog, ele usa o Twitter para dar informações fresquinhas e, em breve, quando comprar um notebook, vai usar essa ferramenta para receber pedidos em tempo real.

Ele também não dispensa ações tradicionais, como distribuir panfletos na porta dos prédios e promover sorteios, entregando bons prêmios, como bicicletas e faqueiros. Outro diferencial é que ele mantém um cadastro atualizado da preferência dos clientes distribuídos por cerca de 35 empresas da região.

A qualidade é outro diferencial que Nelsinho faz questão de ressaltar. “Só compro produtos de primeira e ofereço muitas opções, como pipoca salgada com bacon ou doce de leite, e ainda invento coisas diferentes como pipoca com chocolate e pitadas de canela. Também ensino os ajudantes a serem rápidos na entrega, para que ela chegue quentinha e agrade ao cliente.”

Legalização

Tão logo soube da possibilidade de atuar na formalidade, Nelsinho procurou o Sebrae no Rio de Janeiro. A inscrição como Empreendedor Individual, destinado a quem fatura até R$ 3 mil por mês, permitiu que ele passasse a administrar o negócio em outro patamar. Nelsinho confessa que, no passado, já chegou a comprar nota fiscal para poder entregar encomendas maiores. Hoje se diz aliviado por não ter que recorrer mais a esse expediente e se orgulha de ser encarado como um empresário. “As pessoas me respeitam mais e, como sou legalizado, as encomendas aumentaram cerca de 40%. Agora, até forneço para festas nas empresas”, informa, orgulhoso.

Este cearense de Ipuieras, que começou a trabalhar há dezesseis anos com o tio, de quem herdou o negócio, faz um balanço bem positivo do empreendimento, mas apenas ri quando perguntado sobre o faturamento e o volume da venda diária. Prefere guardar segredo, mas dá pistas importantes.

“Paguei meu curso na escola de música, onde me formei em violão, mantenho meu filho em escola particular e já comprei duas casas. E pretendo crescer ainda mais, sempre incluindo novas idéias e permanecendo atento à satisfação do cliente. Não há recompensa melhor quando eles elogiam o que faço.”

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias: (61) 2107-9106/2107-9110/8118-9821/9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Disk Pipoka - 3472-8924 / 8519-0236
www.diskpipoka.blogspot.com
http://twitter.com/diskpipoka

 

 

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Empresas do setor de petróleo, gás e energia participam da Mercopar

Notícias

Sebrae contará com espaço de exposição dentro do evento, que cria oportunidades de negócios para participantes

Da ASN/RS

Caxias do Sul - A 19ª Feira de Subcontratação e Inovação Industrial (Mercopar), que acontece em Caxias do Sul (RS), de 19 a 22 de outubro, contará novamente com projetos voltados ao setor de petróleo, gás e energia. O espaço de exposição do Sebrae para empresas do setor foi ampliado de 14 para 27 estandes e o Projeto Comprador deste segmento será realizado durante dois dias da feira, promovida pelo Sebrae no Rio Grande do Sul e pela Hannover Fairs Sulamerica, empresa do grupo Deutsche Messe AG.

O foco está em empresas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. "Queremos criar uma oportunidade de negócios, principalmente para micro, pequenas e médias empresas, que poderão ofertar seus produtos para grandes empreendimentos. A ampliação do projeto só comprova nossa aposta neste setor, um dos que mais cresce atualmente no Brasil', afirma o superintendente do Sebrae no Rio Grande do Sul, Marcelo Lopes.

Para o projeto desenvolvido na Mercopar deverão participar empresas de serviços industriais, usinagem, fundição, galvânicas, inspeção e produtos e serviços ligados ao setor do petróleo, gás e energia. Os interessados podem obter mais dados pelo telefone (51) 3216-5171. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet no site www.sebrae-rs.com.br. O Sebrae também oferece um canal de informações gratuito pelo 0800-570-0800.

Passo a passo

No cadastro para participar das Rodadas de Negócios, que necessita ser realizado pela internet, os proprietários de micro e pequenas empresas interessados em vender produtos e serviços fornecem informações gerais sobre os empreendimentos e garantem, por meio de uma senha, acesso às descrições das reuniões de comercialização programadas. "Depois da inscrição no evento desejado, o empreendedor pode escolher com quais compradores gostaria de se reunir e recebe a confirmação da sua agenda", explica Lopes.

Segundo o superintendente, a maioria das rodadas tem participação aberta a qualquer micro e pequena empresa interessada, mas algumas são específicas para MPE vinculadas a projetos setoriais do Sebrae. Estes detalhes são informados na inscrição. "O ideal é que os empreendedores consultem sempre as novidades e não percam a chance de estabelecer parcerias, aproveitando a agilidade do agendamento virtual', conclui.

Na edição de 2009, a parceria entre o Sebrae no Rio Grande do Sul, a Petrobras e a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, pelo projeto Rede Petro, apresentou o Programa Estruturante da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás e Energia do Estado do Rio Grande do Sul (CPPG & E). O programa existe há oito anos, com mais de 200 empresas capacitadas dentro das exigências e necessidades da Petrobras somente no Rio Grande do Sul, ou seja, prontas para fornecer produtos a grandes companhias compradoras. O programa ajuda a prepará-las em praticamente todas as áreas, incluindo gestão, responsabilidade social, tecnologia e produção.

Para participar a empresa deve, inicialmente, ser indicada por uma grande empresa da cadeia do petróleo, gás e energia parceira dos projetos do Sebrae. Posteriormente, será iniciada sua capacitação, buscando a qualificação necessária para tornar-se fornecedora do setor.

Sustentabilidade

O gestor do Programa Petróleo, Gás e Energia do Rio Grande do Sul pelo Sebrae, Guilherme Menezes, acrescenta que as empresas participantes do projeto CPPG&E também são preparadas para ter sustentabilidade. "Não adianta ser contratada para fornecer uma vez e depois não ter mais pedidos. Assim ela vai fechar logo suas portas", frisa Menezes. A entidade tem como objetivo dar apoio necessário para que a empresa seja capacitada em todos os aspectos para se manter ativa.

A linha de fornecedores, embora mais específica nas áreas de petróleo, gás e energia, abrange toda uma gama de serviços e produtos. Alguns exemplos citados são para-raios, uniformes, banheiros químicos, containers, usinagem, manutenção, parafusos e centenas de outros. Não há limite em termos de produtos e serviços que a Petrobras utiliza. Além do Rio Grande do Sul, o projeto se estende a outros 14 estados.

De acordo com Menezes, outra intenção do projeto é alertar para as novas oportunidades de mercado que podem ser exploradas pela diversificação. Como exemplo cita a Serra Gaúcha. "Há um grande foco no setor metalmecânico, voltado mais especificamente para a área automotiva. Porém, quanto mais as empresas se diversificarem, mais oportunidades de negócios irão surgir". O objetivo principal é fomentar os mercados gaúcho, catarinense e paranaense, fazendo com que a indústria de bens e serviços ocupe lacunas hoje preenchidas com importações.

Serviço:

Informações adicionais sobre a Mercopar estão disponíveis no site www.mercopar.com.br ou pelo telefone 0800 701 4692

Larissa Mamouna
Comunicação e Marketing - Sebrae/RS
(51) 3216-5168
larissamo@sebrae-rs.com.br
www.sebrae-rs.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

Rio de Janeiro atento às oportunidades da Copa 2014

Notícias

Sebrae Rio e ACRJ lançam, nesta segunda, (27), programa para preparar pequenos negócios para a Copa 2014; entre as ações que serão realizadas estão capacitações, consultorias e rodadas de negócios

Do Sebrae/RJ

Rio de Janeiro - O Sebrae Rio de Janeiro e a Associação Comercial da capital fluminense lançam, nesta segunda-feira (27), um amplo programa para preparar micro e pequenas empresas fluminenses para aproveitar oportunidades que surgirem com a Copa 2014.

Por meio do programa, as empresas passarão por um diagnóstico, para avaliar seu nível de competitividade, e receberão um plano de desenvolvimento individual, que incluirá capacitações, consultorias e ações de acesso a mercado, como rodadas de negócios.

Ao todo, 500 empresas participarão de todas as fases do programa, mas estima-se que outros dois mil empreendimentos sejam beneficiados por alguma ação do projeto, desde palestras a consultorias.

“A realização da Copa do Mundo no Brasil trará inúmeras oportunidades para os pequenos negócios, que terão que estar preparados para as demandas que surgirem. Por isso, decidimos começar essa preparação desde já, capacitando os micro e pequenos empreendimentos e garantindo que tenham acesso a novos mercados e às grandes empresas que estarão envolvidas no evento, por meio da participação em rodadas de negócios e feiras, entre outros eventos. Assim, as pequenas podem passar a atuar como fornecedoras de bens e serviços relacionados à Copa”, explica o superintendente do Sebrae Rio, Sergio Malta.

Antes de dar início ao trabalho, o Sebrae Rio fez um estudo sobre os principais segmentos econômicos nos quais deve haver maior demanda por conta da realização da Copa. Foram escolhidos 24 segmentos, como hotéis e pousadas, restaurantes e bares, construção civil, lavanderias, recuperação e manutenção de veículos, construção civil, entre outros.

Um projeto piloto começará a ser realizado em outubro com 90 empresas desses segmentos. Depois, o trabalho será estendido a outras 500 empresas. Além de consultorias, serão realizados diversos cursos, como Estratégias Empresariais e Gestão. Além disso, até 2013, serão realizadas cerca de 20 rodadas de negócios, a fim de aproximar as pequenas das grandes empresas que participarão diretamente do evento.

Serviço:
Sebrae no Rio de Janeiro – (21) 2212-7700
Central de Relacionamento Sebrae – 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Quando o Simples não vale a pena?O sistema não é vantajoso para todo mundo

Notícias

Quando o Faturamento das pequenas e médias empresas começa a se aproximar dos 2 milhões de reais é hora de acender o sinal de alerta. Esse é o momento dos empresários avaliarem se vale a pena continuar a operar no Simples Nacional ou migrar para o método do lucro real ou lucro presumido.

O Simples tem suas vantagens, já que unifica oito tributos em um só, diminuindo a burocracia nas empresas com Faturamento de até 2,4 milhões de reais. Mas existem algumas situações em que a permanência neste regime não pode ser tão compensadora assim.

Baixa margem de lucro

As empresas que operam com baixa margem de lucro podem recolher menos tributos se optarem pela modalidade do lucro real. Isso acontece pelo fato das alíquotas do Simples incidirem sobre o faturamento, sem considerar a rentabilidade, e no lucro real incidirem sobre o resultado da operação.

Um exemplo: as empresas comerciais que geram lucro abaixo de 8% das suas receitas e as empresas prestadoras de serviço com este percentual inferior a 12% podem ter mais vantagens no lucro real.

Custo da mão-de-obra

As empresas cujo custo com a mão-de-obra for inferior a 20% sobre o Faturamento não terão vantagem operando pelo Simples. Isso acontece por causa da forma como o INSS é calculado.

Nas companhias que apuram pelo lucro real ou pelo lucro presumido, este tributo é calculado conforme um percentual da folha de pagamento. Já no Simples, o INSS está embutido na alíquota única que incide sobre o Faturamento da empresa.

Portanto, quem tem poucos funcionários pode acabar recolhendo mais. Na prática: quanto menor a folha de pagamento, maior será o INSS a ser recolhido no Simples.

De olho no ICMS e no IPI

As empresas que operam no Simples não fazem o destaque do ICMS e do IPI em suas notas fiscais e, por isso, quem compra não tem direito ao crédito fiscal desses impostos.

Muitas grandes empresas evitam comprar de companhias inscritas no Simples, pois perdem a possibilidade de abater os impostos que foram pagos pelos seus fornecedores e isso representa uma enorme desvantagem, principalmente no comércio e na indústria.

Vantagens específicas

Alguns estados e cidades têm programas de benefícios fiscais que concedem isenções ou reduções de tributos a determinados segmentos econômicos. Isso pode ser uma forma de Economia tributária maior do que o Simples, já que quem faz parte do sistema simplificado não tem direito a outros incentivos fiscais. Vale à pena conferir se seu estado ou município tem algo parecido.

Fonte: Exame

Classe Contábil

Sped ainda gera dúvidas e preocupa empresários do País

Notícias

DCI

Fernanda Bompan

SÃO PAULO - Até o final do ano, cerca de 150 mil empresas sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no lucro real deverão substituir os livros fiscais em papel pelo modelo eletrônico. Contudo, a legislação que se refere ao arquivo eletrônico de declarações de PIS e Cofins pelo Sistema Público de Escrituração Fiscal (Sped) ainda não foi disponibilizada pelo governo, o que deve aumentar os custos das empresas. Assim, especialistas esperam que o fim do prazo de entrega, marcado para março, seja adiado. Além disso, ainda há muitas dúvidas dos empresários sobre o sistema, e falta pessoal capacitado tanto em consultorias quanto nas próprias empresas.

A situação se complica para as empresas à medida que, segundo o gerente do setor fiscal da Prolink Contábil, Robson Chan Tong, nessa fase final, a perda de prazo ao cumprimento de obrigações do Sped gera uma multa de R$ 5 mil por mês até a adaptação. "Como já está chegando o prazo final, muitas empresas irão procurar profissionais não tão capacitados e, ao entregar à Receita, sofrerão punições por não estarem de acordo com as regras. Conheço casos em que a empresa já havia se adaptado, mas quando foi revisar, viu que tinha erros", diz ele, que, apesar de não ter números, percebeu um aumento da demanda pelo atendimento ao Sped nos últimos meses.

Dados recentes da Receita Federal mostram que mais de 129 mil empresas já entregaram ao fisco o arquivo do Sistema Público de Escrituração Fiscal (Sped), com relação ao ICMS e ao IPI, o que representa 86,5% do total de obrigados até o final do ano. No entanto, César Matsuda, consultor de pré-vendas da Synchro, entende que, como a legislação para ICMS e IPI entrou em vigor em 2009, a maioria teve tempo de se adaptar. "Como essa legislação [para PIS e Cofins] é deste ano, será muito mais difícil os contribuintes obrigados se adaptarem até janeiro de 2011", comenta. Ele acredita que o prazo deverá ser postergado. Já o especialista da Prolink afirma que como o Sped já existe desde 2002, o governo não deverá adiar os prazos de entrega das apurações.

Segundo Matsuda, a empresa já promoveu a adaptação dos seus 350 clientes, que representam grandes grupos formados por mais de 10 companhias. Agora ele espera a divulgação do arquivo para a apuração do PIS e da Cofins, cujo layout já foi anunciado, para efetivar o trabalho. Alguns dos nomes atendidos pela Synchro são Alcoa, Marilan, Martin-Brower, Vale, Embratel, Rhodia, Unilever e Carrefour. De acordo com o especialista da Synchro, hoje a apuração do PIS e da Cofins é demonstrada em uma obrigação denominada Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon).

Soluções
A Synchro já desenvolve um novo produto para atender à legislação. "Um grande diferencial deste lançamento é que ele poderá ser acoplado à solução fiscal em uso pela base de clientes da empresa, bem como ser facilmente integrado a outras soluções, atendendo prontamente às necessidades das empresas do mercado", explica José Augusto Agnello Jr, gerente de Requisitos de Software da consultoria.

Para Robson Chan Tong, os sistemas de gestão empresarial (ERP) são uma boa saída para as empresas se adaptarem às novas exigências, pois, com a automatização oferecida por esse tipo de software, a possibilidade de cometer um erro cai drasticamente. Por outro lado, ele lembra que é importante a contratação de profissionais contábeis, de modo a anteceder crises fiscais e problemas com o governo.

O sistema

O sistema de escrituração digital contém o Sped Contábil, o Sped Fiscal e a Nota Fiscal Eletrônica. Com esses programas o fisco pode consolidar dados e cruzar informações sobre a arrecadação tributária, de modo a aumentar as chances de autuar os infratores. O objetivo é combater a sonegação fiscal e tornar o relacionamento com o fisco mais eficiente.

Contudo, há um custo adicional para a empresa obrigada, conforme reconhece o especialista da Prolink, sendo necessárias a integração e a interligação de todos os setores dentro da companhia, e ajustes dos processos internos para implantar o novo modelo de gestão. Para isso, devem adotar sistemas que unifiquem todos os dados emitidos, folha de pagamentos, fiscal, contábil, contas a receber e a pagar, compras, e movimentação de mercadorias, entre outros. "No entanto, o custo-benefício com o Sped supera os prejuízos gerados para sua adaptação", ressalta.

Há também, segundo especialistas, muitas dúvidas. "Além da adaptação, há falta de compreensão da legislação brasileira e há que aliar processos informações do sistema, dentro dos prazos solicitados", analisa César Matsuda. Para se ter uma ideia das dificuldades, segundo Robson Chan Tong, ainda há dúvidas sobre a diferença da Nota Fiscal Eletrônica Nacional, da Nota Fiscal de prestação de serviços (monitorado pela prefeitura) e da Nota Fiscal Paulista (que devolve 30% do ICMS recolhido pelo estabelecimento a seus consumidores).

Fonte: DCI

CFC

Contador que não atende Empreendedor Individual será excluído do Simples Nacional

Notícias

A Receita Federal do Brasil se prepara para fazer esse levantamento e iniciar o movimento para exclusões; atualmente 31 mil empresas da área estão no sistema, conforme a Fenacon

Dilma Tavares

Bernardo Rebello

Bruno Quick: contabilistas devem ser orientadores do Empeendedor Individual

Brasília - Empresas de contabilidade que estão no Simples Nacional e não estão atendendo gratuitamente os empreendedores individuais serão excluídas desse sistema diferenciado de tributação. A Receita Federal do Brasil se prepara para fazer esse levantamento e iniciar o movimento de exclusão, conforme alertou o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, em encontro com contadores na manhã desta sexta-feira (24), em Brasília.

A Lei Complementar 128/08, que cria o Empreendedor Individual, permite a inclusão de empresas de contabilidade no Simples Nacional recolhendo tributos na tabela 3, mais vantajosa. E também fixa, como contrapartida, que esses profissionais façam o registro e a primeira declaração da receita anual dos empreendedores individuais, de forma gratuita.

De acordo com Bruno Quick, a Receita vem levando em conta um grande número de reclamações sobre empresas de contabilidade que, se não estão se negando, estão dificultando o atendimento a esses empreendedores. Ele lembra que a entrada das empresas de contabilidade no Simples foi uma negociação dura que contou com o apoio do Sebrae com a condição da contrapartida.

Na sua avaliação, essa medida não deveria ser necessária dada a importância do Empreendedor Individual para a inclusão econômica e social e o compromisso desses profissionais com o desenvolvimento das suas cidades, dos seus estados e do País. São resultados que também se refletem nas empresas de contabilidade e no profissional da área, lembra Quick.

Para ele, se o contador ampliar a visão vai enxergar que, ao atender ao público do Empreendedor Individual, também está investindo em futuros clientes. “Mas para tudo isso, explica, é preciso que a ação desse profissional vá além do mero atendimento burocrático e que ele se torne um orientador desses empreendedores”, afirma.

Medida correta

O entendimento do diretor de Tecnologia e Negócios da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Carlos Roberto Vitorino, é de que é correta a medida a ser tomada pela Receita Federal em relação aos profissionais que não estão cumprindo a lei em relação ao atendimento aos empreendedores individuais. “É uma determinação legal que toma por base o acordo antecipado com a categoria”.

Conforme Victorino, mais de 31 mil empresas de contabilidade estão no Simples Nacional. “Dentro do sistema essas empresas têm pelo menos 30% a 40% de redução tributária”, diz explicando as perdas que a exclusão do sistema pode significar.

Incentivo

Bruno Quick fez o alerta para contadores participantes da reciclagem sobre atendimento ao Empreendedor Individual, promovido pelo Sebrae e pela Fenacon. A iniciativa está prevista em convênio que amplia a orientação aos profissionais da área sobre atendimento ao público do EI. Eles são multiplicadores das informações. “A meta é replicar a informação para 12 mil profissionais até o fim de 2011”, explica a analista de políticas públicas do Sebrae, Helena Rego.

Entre os temas da capacitação estão a atualização de informações sobre Simples Nacional, incluindo problemas relativos à cobrança do ICMS com impactos negativos para as empresas do sistema. “Hoje, para as empresas do setor de comércio o Simples Nacional praticamente só existe no plano federal”, disse o analista de políticas públicas do Sebrae, André Spínola, exemplificando o problema. Na prática, explicou, a Substituição Tributária adotada nos estados anula a redução do ICMS a que as micro e pequenas empresas têm direito no Simples Nacional.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 8118-9821 e 2107-9106
www.agenciasebrae.com.br
Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800

Fonte: Agência Sebrae

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Mercado atacadista tem até outubro para aderir a NF-e

Notícias


Patrícia Meyer


Diferentes segmentos de empresas como extração e beneficiamento de minerais, fabricação de produtos alimentícios, roupas e calçados e comércio atacadista têm até dia 1° de outubro para iniciar a emissão obrigatória de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).


O processo de obrigatoriedade da NF-e para empresas está sendo feito gradualmente, por ramo de atividade. Mantido o cronograma, haverá apenas mais uma etapa, para outros setores, em 1° de dezembro.


O projeto da NF-e Nacional pretende implantar um modelo único para todo o país, substituindo o documento impresso. A empresa emissora de NF-e gera um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial, que deverá ser assinado digitalmente, garantindo a integridade dos dados, a validade jurídica e a autoria do emissor. "A implantação da nota fiscal eletrônica é um processo simples, apesar de mudar uma cultura de anos em que a nota fiscal era impressa em papel", enfatiza Carlos Dias, Diretor de Relacionamento com Clientes da EBS Sistemas.


"A maior preocupação das empresas é em relação à validação dos dados que são transmitidos à Receita. Com a nota impressa, se algum dado estiver em desacordo com a legislação, somente após uma fiscalização o problema é detectado. Agora estes dados são validados em tempo real pela Secretaria da Fazenda e informados ao emissor automaticamente", explica.


A NF-e simplifica as obrigações por parte dos contribuintes, mas sua implementação não é automática. O prazo varia de acordo com o porte da empresa e depende do sistema adotado.

De acordo com Carlos Dias, dois fatores também interferem neste prazo: a aquisição do certificado digital, que pode exigir uma validação presencial e também o processo que algumas Secretarias da Fazenda exigem para o credenciamento do emissor da NF-e. Apenas para estes fatores são necessários aproximadamente sete dias.


O fato de não haver registro físico traz alguns benefícios implícitos: redução de custos de impressão, envio e armazenagem dos documentos fiscais e redução de erros na emissão da nota, são exemplos.


Fonte: Paraná On Line

Classe Contábil

Pousada em Petrópolis bloqueia quartos para a Copa do Mundo

Notícias

Empresa escolhida pela Fifa diz que Pousada Paraíso poderá abrigar a imprensa durante o Mundial de Futebol em 2014

Beth Matias

São Paulo - O segmento de turismo de aventura e ecoturismo, composto na maioria por micro e pequenas empresas, já está se movimentando atrás de bons negócios durante a Copa do Mundo de 2014.

Alguns empresários do setor de hotéis e pousadas não perderam tempo e já estão completamente bloqueados para o período da Copa. É caso da Pousada Paraíso, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Localizada a 40 km do centro histórico da cidade, a pousada está dentro de uma área de 650 mil m2, a 1.000 m de altitude, com uma piscina de água corrente formada por sete nascentes.

Segundo a empresária Mariana Ferraz, os 13 quartos foram bloqueados pela empresa Match, escolhida pela Fifa para gerenciar os serviços de bilheteria, hospedagem e tecnologia da informação no Brasil durante a Copa.

“Foi uma janela de oportunidade”, diz Bernardo Lacombe, marido de Mariana, e também proprietário do local. “O Petrópolis Convention Bureau entrou em contato com todos os hotéis e pousadas da cidade para uma palestra da Match. As empresas poderiam aderir ou não”, afirma Mariana.

Das cerca de 80 associadas ao Petrópolis CB, apenas 10 fecharam o bloqueio. “Eles têm até dois anos antes da Copa para cancelar as reservas, caso contrário terão de pagar pelos quartos com a tarifa já estabelecida”, diz a empresária.

Para os proprietários, a oportunidade é muito importante já que normalmente a pousada tem maior movimento apenas nos finais de semana. “Além de fechar o mês todo, vou ganhar em prestígio já que farei parte da hospedagem oficial da Copa”. Outra vantagem, diz Mariana, é que a Pousada Paraíso será incluída no Guia Oficial de Hospedagem que será divulgado em todo o mundo pela Fifa.

Eles foram informados pela Match que a pousada provavelmente deverá abrigar a imprensa que fará a cobertura dos jogos no Rio de Janeiro. “Para as delegações internacionais, a Match precisa de grandes hotéis próximos às áreas de treinamento.”

Segundo o consultor da Fundação Getúlio Vargas Luiz Gustavo Barboza o momento para que as pequenas empresas comecem a trabalhar e se organizar para 2014 é agora. “Não apenas hotéis e pousadas, mas toda cadeia produtiva que envolve esses lugares, como fornecedores de alimentos, material de limpeza, etc”.

Serviço:}
Pousada Paraíso –(24) 2223-3670
Agência Sebrae de Notícias – (61) 2107-9109 e (61) 8118 9821

Fonte: Agência Sebrae

Propaganda digital reduz custos para empresário

Notícias

Durante Ciclo MPE.net empreendedor de Feira de Santana revela vantagens de anunciar na internet

Fábio Vasconcelos

Salvador - Nos últimos seis meses, o diretor comercial da Pé Feito, Moacir Viana Júnior, contabilizou uma diminuição substancial nos gastos de divulgação da marca e do trabalho da empresa, que presta serviços na área de podologia, em Feira de Santana (BA). “Trocamos a veiculação em uma rádio local e a panfletagem, pela divulgação no serviço de link patrocinado do Google”, afirma. E a economia foi relevante. “Na rádio, pagamos R$ 400 por um mês, apenas aos sábados, e somente uma pessoa nos procurou. Na Internet, gastamos R$ 40 por 20 dias corridos e 120 pessoas vieram até à loja”, diz.

Esse foi um dos assuntos discutidos durante o Ciclo MPE.net,  durante esta quinta-feira (23), no Teatro dos Correios, no bairro da Pituba, em Salvador. O objetivo principal dos seminários é difundir informações e conhecimento estratégico sobre a inclusão das micro e pequenas empresas no comércio eletrônico, visando ao desenvolvimento do mercado nacional e à geração de oportunidades de negócios. Cerca de 250 pessoas, entre empresários e estudantes, compareceram à abertura do evento, realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, com patrocínio do Sebrae e dos Correios.

Negócios on line

O analista do Sebrae Michelangelo Alves falou sobre as vantagens e benefícios da Bolsa de Negócios, serviço gratuito disponibilizado aos empresários através da Internet (www.bolsa.sebrae.com.br). “É uma vitrine eletrônica, onde o empresário anuncia seus produtos e serviços e o próprio sistema faz o cruzamento dos interesses de negócios por eles”, explica. Alves apresentou também dados sobre o aumento do número de empresas que buscam o serviço pelo país. No Brasil, os cadastros já chegam a 12 mil, contra 10.974 registrados em março de 2010. No Nordeste, cerca de dois mil empresários ingressaram no sistema, sendo um terço deles da Bahia.

As questões de registro de domínio, provedores de serviços de pagamento, gestão de riscos e vendas com cartão de crédito, publicidade on-line e logística global para o e-commerce também estiveram entre os temas dos seminários. De acordo com o coordenador de Negócios dos Correios, José dos Santos Neto, as compras pela Internet, que representavam 4,9% dos pedidos dos Correios, em 2007, passaram a 7,5%, em 2009. “A facilidade e aumento do acesso das pessoas à rede mundial de computadores fazem do comércio eletrônico uma tendência em franca expansão”, disse.

O analista da VeriSign, empresa que opera serviços de infraestrutura de Internet, Alexandre Giglio, destacou a importância de potencializar e fortalecer a marca de uma empresa no mundo virtual. “Mesmo que não seja uma loja on-line, estar na rede é fundamental, visto que só no Brasil, de acordo com dados da Webshoppers, de 2009, existem 15 milhões de e-consumidores”, revelou. Para o coordenador da Unidade Regional Salvador do Sebrae, Richard Alves, o evento é fundamental “pois o e-commerce já é uma realidade das micro e pequenas empresas que conseguem ter essa visão estratégica”.

A 8ª edição dos seminários será em Uberaba, Minas Gerais, no dia 7 de outubro. Outras informações através do site www.ciclo-mpe.net.

Serviço:
Sebrae na Bahia: (71) 3320.4367
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

 

 

 

Acesso à inovação e qualificação de mão de-obra são principais desafios de pequenas empresas

Notícias

Para o diretor financeiro do Sebrae, José Claudio dos Santos, os pequenos negócios precisam estar nos debates sobre o desenvolvimento do País nos próximos anos

Dilma Tavares

Brasília - O acesso à inovação tecnológica e o esforço de qualificação dos empregados das micro e pequenos empresas são dois dos principais desafios de incentivo ao segmento no País e requerem atenção especial de todos que atuam na área. A avaliação é do diretor de administração e Finanças do Sebrae, José Claudio dos Santos, em palestra proferida nesta quinta-feira (23) no X Encontro Nacional de Estudos Estratégicos, promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. O objetivo foi debater a segurança e o desenvolvimento do Brasil até 2022.

José Claudio participou do painel que tratou sobre Inovações para Qualificar o Trabalhador e Fomentar o Empreendedorismo no Brasil. “As pesquisas mostram que as micro e pequenas empresas não têm, sozinhas, condições de investir para fazer os aportes necessários na área de tecnologia”, disse. Ele destacou esforços do Sebrae nesse sentido e reforçou a importância do apoio, também, de demais órgãos e instituições que atuam na área como o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

O desafio da formação de mão-de-obra nessas empresas, “se não for enfrentado de maneira bastante efetiva, inclusive com aporte de investimentos, será um sério problema mais à frente”, disse o diretor. Para José Claudio, não apenas a capacitação de pessoas, mas também dos próprios pequenos negócios precisam estar no centro dos debates sobre desenvolvimento até 2022, em virtude da sua importância econômica e social.

“Estamos falando de 5,8 milhões de micro e pequenos empreendimentos, que representam mais de 99% do total de empresas do País, respondendo por 13 milhões de empregos, ou 52% do total de trabalhadores com carteira assinada”, lembrou. “É preciso achar uma forma adequada e inovadora de buscar as soluções”.

José Cláudio relatou o trabalho do Sebrae no incentivo ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas e ao empreendedorismo, desde o estímulo à criação de novos negócios à capacitação empresarial, incluindo cursos presenciais e a distância, medidas que viabilizam acesso ao mercado, aos serviços financeiros, à inovação e à tecnologia.

De 2002 a 2009 os micro e pequenos empreendimentos criaram 8 milhões de empregos, cerca de 84% do total de empregos gerados no País no período, lembrou o diretor. Ele relacionou as iniciativas do Sebrae de apoio à criação de políticas públicas como a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) e o Simples Nacional, o sistema de tributação que simplifica e reduz e tributação do segmento. “Em 2007, havia 1,7 milhão de empresas no sistema; hoje, elas são mais de 4,1 milhões”.

Outra medida citada foi a criação do Empreendedor Individual, inserida na Lei Geral por meio da Lei Complementar 128/08 e que simplifica a formalização de empreendedores por conta própria. Em vigor desde julho de 2009, atualmente o sistema conta com mais de 500 mil formalizados.

O Sebrae trabalha para contribuir com a meta nacional de 1 milhão de empreendedores individuais formalizados até dezembro de 2010. Para isso, mobilizações simultâneas serão promovidas por meio de parcerias institucionais nos dias 18 a 24 de outubro nas 27 capitais do País.

Também participaram dos debates no Encontro Nacional de Estudos Estratégicos representantes dos ministérios do Planejamento e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Caixa Econômica Federal.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 8118-9821 e 2107-9601
www.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae