quarta-feira, 30 de junho de 2010

Jovens mineiros são bem-sucedidos com empresa de Tecnologia da Informação

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Empreendedores criam a B2ML Sistemas na cidade mineira de Itajubá; marca já possui filial em Campinas (SP)

Do Sebrae em Minas Gerais

Belo Horizonte - Há quatro anos, ainda cursando a faculdade de Engenharia da Computação na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Bernardo Vasconcelos de Carvalho decidiu abrir o próprio negócio. Ao lado de quatro amigos (três engenheiros e um administrador), pesquisou carências no mercado e percebeu que havia poucas soluções na plataforma Java, uma linguagem de programação que permite o desenvolvimento de aplicativos. “Não sei bem quando tivemos a primeira ideia de empreender, mas sei que desde o começo da nossa amizade brincávamos com a possibilidade de abrirmos uma empresa de software”, lembra Bernardo. “Hoje contamos com mais de 30 colaboradores, um faturamento considerável e um crescimento sempre na faixa de 100% ao ano”, orgulha-se.

A B2ML Sistemas é graduada pela Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá (INCIT) e conta com uma equipe multidisciplinar, com profissionais de destaque que procuram qualificar-se cada vez mais. Antes de abrir a própria empresa, Bernardo participou de vários cursos oferecidos pelo Sebrae em Minas Gerais, como o Iniciando um Pequeno Grande Negócio, Aprender a Empreender e Como Vender Mais e Melhor. “Esses cursos nos ajudaram a montar o plano de negócios da empresa. No ano passado, eu e meu sócio Leandro também fizemos o Empretec, que serviu para criar novas atitudes dentro da empresa”, completa.

Outras parcerias foram fundamentais para a criação e para o crescimento da B2ML. A empresa teve apoio da INCIT, da Universidade Federal de Itajubá, da Prefeitura Municipal e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Os produtos desenvolvidos pela B2ML são feitos para funcionar em qualquer plataforma disponível no mercado, seja ela Windows, Unix, MacS, Linux ou BSDs.

“Buscamos soluções que se adaptam às necessidades de nossos clientes”, afirma Bernardo. A B2ML oferece uma gama de serviços na administração, suporte e manutenção de sistemas corporativos, além de implantar, desenvolver e manter soluções completas para computadores pessoais, internet e intranet – desde um site comum até sistemas complexos de informação.

A B2ML possui uma equipe de pessoas graduadas e pós-graduadas em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia de Produção e Administração. Os diretores também se dispuseram a fazer cursos de gestão e marketing para clarear a visão empresarial e empreendedora. “Visualizamos novos mercados, acertamos as engrenagens da nossa gestão e nos tornamos uma empresa muito melhor”, reflete Bernardo.

Melhor do Brasil

O reconhecimento pelo esforço dos sócios logo apareceu. Em 2008, segundo ano de atuação da empresa no mercado, a revista INFO Exame elegeu os aplicativos produzidos pela B2ML como o melhor do Brasil em sua área e a revista Pequenas Empresas Grandes Negócios não economizou elogios aos serviços prestados pela empresa.

A fábrica de softwares da B2ML tem por objetivo atender à demanda do mercado por sistemas confiáveis e eficientes de tecnologia da informação (TI). Prova da visibilidade nacional foi a inauguração da primeira filial da empresa, em Campinas (SP), importante centro nacional de tecnologia. Dois sócios, Leandro Morais e Allan Mobley, se mudaram para a cidade para gerenciar a nova estrutura. “Percebemos que 35% de nossos clientes eram de São Paulo e por isso resolvemos ampliar nossa atuação no estado”, explica Bernardo.

Os profissionais envolvidos estão comprometidos em oferecer a seus clientes as melhores práticas e processos de desenvolvimento de softwares existentes. Os proprietários não se deixam intimidar pelo amplo mercado e também não se iludem com o rápido crescimento da empresa. “Para mim e todos da B2ML, é uma satisfação muito grande ver o nosso trabalho sendo valorizado e reconhecido, um sinal de que estamos no caminho certo”, diz Leandro Morais, um dos sócios. “Porém, temos a convicção de que ainda podemos fazer muito mais. É essa superação que buscamos todos os dias.”

Elaine de Fátima Rezende, técnica do Sebrae em Itajubá, explica que um dos objetivos da instituição é contribuir para o desenvolvimento das empresas de Tecnologia da Informação do município. “Para este ano, teremos uma série de ações como missões técnicas, rodadas de negócios e projeto Sebraetec, focados em design e inovação tecnológica para esse setor”, diz.

Serviço:

Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

Curso coloca gestão financeira nos eixos

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Após beneficiar-se de solução do Programa Sebrae Mais, empresário cearense "arruma a casa", estabelece metas e planeja melhor o futuro dos negócios

Mariana Flores

Divulgação

Thiago Araújo diz que solução sobre Gestão Financeira ajudou a por gestão financeira de sua empresa em ordem

Brasília - Com quase três anos de existência, a empresa de soluções em tecnologia do cearense Thiago Araújo conquistou o mercado de Fortaleza. Mas, mesmo vencidas as primeiras etapas de implementação do negócio, a gestão financeira da Azul Tecnologia estava fora dos eixos. Na tentativa de ter um controle do caixa, Thiago participou do curso de Gestão Financeira – do Controle à Decisão, uma das soluções do Sebrae Mais – Programa Sebrae para Empresas Avançadas.

A capacitação serviu para "arrumar a casa", segundo revela o empresário. “Antes eu trabalhava basicamente recebendo dinheiro e pagando contas. Estava perdido e desorganizado. Não tinha controle sobre nada. O curso me ajudou a ter metas mais palpáveis, a desenvolver uma visão de fluxo de caixa, a saber projetar o futuro”, conta.

O curso Gestão Financeira – do Controle à Decisão é semipresencial e ajuda os empresários a aperfeiçoar conhecimentos no ambiente do próprio negócio. O empreendedor desenvolve competências para controlar, analisar, planejar e simular informações financeiras com o objetivo de garantir uma eficiente tomada de decisões. Cada participante tem um plano de capacitação feito sob medida, exclusivo para atender às suas necessidades e às da sua empresa.

Despesas e investimentos

Entre as ferramentas ensinadas no curso estão o gerenciamento do capital de giro, a realização de projeções financeiras para assegurar decisões estratégicas e a análise de custos e despesas e investimentos para a determinação de preço de venda, de forma a atingir um ponto de equilíbrio. Os profissionais aprendem ainda a avaliar alternativas de mudanças estruturais na empresa e a planejar estratégias empresariais.

O programa Sebrae Mais para Empresas Avançadas tem o objetivo de ajudar o empreendedor a planejar o futuro de seu negócio. O projeto é voltado a empresas com mais de dois anos de funcionamento e que já tenham superado questões básicas de gestão nas áreas de recursos humanos, processos, marketing e finanças. O empresário pode escolher a solução que melhor se adéqua ao seu empreendimento. As estratégias incluem consultoria individualizada, workshop, capacitação e palestras.

As soluções são: Estratégias Empresariais, Planejando para Internacionalizar, Decisão Empresarial na Visão Sistêmica, Gestão Financeira - Do Controle à Decisão, Gestão da Inovação – Inovar para Competir, Ferramentas de Gestão Avançada, Encontros Empresariais. As soluções são independentes e a sequência de aplicação será conforme as necessidades de cada cliente.

Serviço:

Mais informações podem ser obtidas nos pontos de atendimento do Sebrae de sua região e no endereço: http://www.sebrae.com.br/momento/tenho-um-negocio-com-mais-de-2-anos/profissionalize-seu-negocio/programa-sebrae-para-empresas-avancadas/conheca-o-programa

Agência Sebrae de Notícias –  (61) 2107-9110 e 2107-9106

Fonte: Agência Sebrae

 

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Investidores estrangeiros querem entrar nos projetos de 2014 e 2016

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Obras de infraestrutura para Copa do Mundo e Jogos Olímpicos são discutidas em seminário internacional no Rio de Janeiro

Regina Mamede

Rio de Janeiro - Os estádios construídos para as Olimpíadas de Pequim, trem de alta velocidade e transposição de água entre regiões foram alguns dos exemplos que os chineses apresentaram como prova da capacidade de organização. Abertamente, deixaram claro que querem participar das grandes obras de infraestrutura que o Brasil precisa fazer para a Copa e os Jogos Olímpicos. A apresentação foi feita no Seminário ‘Infraestrutura Brasil: Projetos e Oportunidades de Financiamento no Setor Esportivo, que terminou nessa quinta-feira (24), no Rio de Janeiro.

“O Brasil precisa olhar os melhores projetos do mundo. Temos muita experiência para compartilhar e um grande espaço de cooperação. Pedimos que haja princípios de justiça e transparência na escolha. A parceria pode acontecer de forma integrada de forma a permitir e incentivar projetos mais personalizados com preços e tecnologia competitivos. Para facilitar, o governo brasileiro poderia tomar medidas como diminuir os tributos e facilitar a entrada de materiais importados”, afirmou o representante da Contractor Association, Miao Chiangliang.

Em Londres, sede dos Jogos em 2012, os ingleses montaram uma agência para coordenar com mais rapidez e flexibilidade todas as obras previstas. Com este modelo, implantaram compras conjuntas, facilitaram gestão de custos e acompanham de perto todo o processo, com o mínimo de burocracia governamental. O representante inglês, Tim Jones, ressaltou a importância da participação dos pequenos negócios.

“Muitas obras são feitas por grandes companhias, mas não se pode prescindir da participação de empresas de pequeno e médio porte. Abrimos espaço para que as empresas interessadas pudessem oferecer seus produtos ou especialização. Esta tem sido uma forma eficiente de trabalho e oportunidade para os pequenos negócios”, ressaltou.

Treinamento de pessoal, utilização de instalações existentes como Winbledon, construção de atrativos em torno dos estádios como shoppings e parques, facilidade de acesso ao aeroporto foram outras medidas citadas por Jones. "Precisamos pensar no legado para que os lugares possam ser revitalizados e não abandonados depois dos jogos", afirmou, aconselhando ainda que é importante "manter o governo fora da gestão cotidiana".

Para a cidade de Vancouver (Canadá), que vai organizar os Jogos Olímpicos de Inverno, o modelo também prevê agilidade e independência. Muitos projetos, segundo Gary Webster, estavam na prateleira há 15 anos. A necessidade imposta pelos jogos acelerou todo o processo.

“O investimento em infraestrutura está calculado em US$ 7 bilhões, dos quais US$ 3 bilhões são fruto da parceria público-privada. Esse modelo, usado no mundo inteiro, permite modelos de contrato e financiamento mais flexíveis. Como não podíamos perder tempo, trabalhamos para encontrar maneiras de atravessar a burocracia do governo”.

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias (21) 2107 9110
www.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

Estratégias Empresarias contribuem para redefinir gestão

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O Programa Sebrae para Empresas Avançadas acaba de certificar a primeira turma específica do segmento de petróleo e gás no Rio Grande do Norte

Sandra Monteiro

Mossoró - A busca por uma gestão empresarial que garanta vida longa às empresas é um dos princípios a serem seguidos por empresários que buscam o sucesso nos negócios. Para apoiar o segmento neste processo, foi criado o Programa Sebrae para Empresas Avançadas, que capacita empreendedores em todo o País. O município de Mossoró, no Rio Grande do Norte, é um dos contemplados com o programa, que acaba de certificar a primeira turma específica de empreendedores do setor de petróleo e gás no Estado, através do curso de Estratégias Empresariais. O encerramento do módulo aconteceu na última quinta-feira (24), no escritório regional da Região Oeste potiguar.

O setor de petróleo e gás é um dos mais promissores do município de Mossoró, maior produtor de petróleo em terra do Brasil. A elevada demanda de oportunidade de negócios no segmento gera a necessidade de conhecimento para a longevidade empresarial. Ao todo 24 representantes de empresas integrantes da Redepetro RN, participaram do curso Estratégias Empresariais.

Sócia gerente da Emtep, prestadora de serviços da Petrobras nas áreas de tornearia, usinagem e solda, Nádia Fernandes afirma que, antes do curso, havia uma grande dificuldade em observar os equívocos existentes na empresa, mais precisamente em relação à concorrência. “Depois que teve início o curso, pude perceber o que fazíamos de errado e o que temos de melhor para aperfeiçoar. Isso é fundamental no mercado em que atuamos porque é cheio de concorrentes, onde qualquer erro pode significar o fracasso do negócio”, avalia a empresária.

De acordo com Nádia, a oportunidade que o curso Estratégias Empresariais oferece ao empreendedor, de desenvolver um plano de ação, é outro benefício a ser considerado na hora de optar pela qualificação. “Nós que estamos sempre correndo, muitas vezes não conseguimos planejar bem nossas ações, traçar metas mais bem elaboradas. Com o curso não. É diferente. Passamos a ter uma visão muito ampla da situação, do mercado, e com isso traçamos nosso planejamento mais completo”, admite.

Principais mecanismos

Para a consultora credenciada pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, Cristina Barreto, por reunir as principais ferramentas que devem ser utilizadas por empresários, independentemente do porte da empresa, o Programa Sebrae para Empresas Avançadas se configura em uma grande oportunidade na busca pela consolidação do negócio. “Com o programa é possível conhecer os principais mecanismos para uma boa gestão empresarial, como Balanced Score, Análise de Porter, Matriz de Swot, análises genéricas, entre tantos outros. Com isso, o empresário poderá desenvolver seu negócio de forma mais segura. Torná-lo mais sólido. Isso é fundamental em qualquer setor e em empresas de todos os portes”, ensina Cristina.

Joaquim de Carvalho Filho, da empresa G&C, afirma que o programa, através do curso Estratégias Empresariais, “é a melhor maneira de saber para onde a empresa está caminhando”. Para tanto, o empresário explica que já está em aplicação na empresa o plano de ação desenvolvido com base no diagnóstico elaborado ao longo dos três meses de curso. “O curso nos ajuda a conhecer a empresa interna e externamente. É como se fosse uma tomografia computadorizada do negócio. Onde pecamos e onde acertamos. Assim desenvolvemos nosso plano de ação e já o implantamos para fazer um monitoramento sistemático”, afirma Carvalho.

Após a conclusão do curso, composto por um total de cinco encontros, as empresas passam a receber as orientações individuais. O atendimento será realizado nos meses de julho, agosto e setembro. O Programa Sebrae para Empresas Avançadas, que atua junto a empreendimentos com mais de dois anos de existência, foi implantado no Rio Grande do Norte em 2008. Em Mossoró, esta é a segunda turma a concluir o curso de Estratégias Empresariais. A primeira certificação ocorreu em maio passado.

Serviço:

Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

Copa gera 400 mil vagas temporárias no país, informa Abrasel

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Setor espera crescimento entre 8% e 9% em 2010

Vanessa Brito

Brasília - Em época de Copa do Mundo, bares e restaurantes se transformam em ponto de encontro para torcedores de todos os times, que se unem para vibrar pela Seleção Brasileira. Afinal de contas, nada mais perfeito do que aliviar a ansiedade, alegria ou decepção antes, durante e após as partidas com uma boa cervejinha ou chopp gelados, acompanhados de tira-gostos e pratos saborosos.

O resultado dessa configuração favorável é o aumento das vendas e, consequentemente, das vagas para atendentes, garçons, cozinheiros e outros profissionais da área. O setor deve fechar este ano com crescimento médio no faturamento entre 8% a 9%.

“Nosso setor emprega seis milhões de trabalhadores. Desde o início da Copa, contratamos cerca de 400 mil temporários, que podem ser empregados definitivamente depois do mundial”, afirma Paulo Solmucci Jr, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Um milhão de estabelecimentos integram esse setor no país, sendo que 750 mil deles são bares e restaurantes. O restante é composto por lanchonetes, bufês, entre outras empresas e empreendimentos de alimentação. Um terço dos bares e restaurantes tem impacto bastante significativo em decorrência da Copa, ou seja, entre 200 mil a 250 mil aumentam as vendas nessa época.

O número de novas vagas em bares e restaurantes só não é maior porque falta mão de obra qualificada. Em Florianópolis, uma rede de fast food possui 50 vagas em aberto e está com dificuldade para preenchê-las.

“Só em Belo Horizonte, geramos 15 mil novas vagas para trabalhadores temporários, desde o início do mundial de futebol na África do Sul. Alguns empresários, até já deram reajuste entre 10% a 15% para suas equipes para tentar manter seus funcionários”, informa o presidente da Abrasel.

Serviço:
www.abrasel.com.br
Ass. Imprensa Abrasel : (31) 3029.6864

Fonte: Agência Sebrae

 

Sebrae Mais promove internacionalização de pequenas empresas

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Curso desenvolvido pela instituição prepara para a conquista do mercado externo de forma planejada

Mariana Flores

Brasília - As exportações brasileiras cresceram 28% desde o início de 2010 em relação ao mesmo período de 2009, o que mostra uma retomada da trajetória de crescimento depois de ter declinado 22,7% ao longo de todo o ano passado. As vendas do país para o exterior somaram US$ 83,1 bilhões em menos de seis meses, mas a fatia das micro e pequenas empresas nesse bolo ainda é reduzida. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que cerca de 2% das exportações brasileiras são feitas por companhias desse porte.

Para ajudar a ampliar esse volume, o Sebrae oferece ferramentas que preparam o empreendedor para conquistar o mercado externo. A solução Planejando para Internacionalizar foi desenvolvida para preparar as empresas a elaborarem um plano inicial de internacionalização, avaliando inclusive sua capacidade para atuar no mercado externo.

A solução faz parte do Sebrae Mais - Programa Sebrae para Empresas Avançadas e aborda conceitos e formas de internacionalização, orientando para que os participantes compreendam as relações entre um pequeno negócio e o mercado global. A idéia é mostrar que a internacionalização pode aumentar a competitividade dos negócios.

“A solução foi elaborada para pequenas empresas mais consolidadas no mercado e que desejam ingressar no mercado externo de forma planejada, refletindo sobre a capacidade de se internacionalizar, compreendendo o processo de negociação com outros países e alguns procedimentos operacionais”, explica a gestora nacional do Programa Sebrae para Empresas Avançadas, Alessandra Cunha.

Energia renovável

Expandir os lucros é a expectativa do empresário Michele Cozzolino Junior, proprietário da Solar Ecológica, com sede em Cuiabá (MT). Há um ano produzindo soluções de energia renovável, ele fez o curso e já está investindo para começar a exportar. Atualmente está expandindo seu parque industrial e adaptando os produtos que serão vendidos no exterior. Os primeiros países a receber suas soluções serão Argentina e Chile. “O curso me mostrou que eu podia exportar, me preparou e abriu contatos. Há muita demanda nos países do Mercosul por tecnologia vinda do Brasil. Vamos aproveitar as oportunidades”, conta.

Além de analisar a capacidade das empresas de atuar no mercado internacional, o Planejando para Internacionalizar aborda o processo de negociação e os procedimentos operacionais, orienta no planejamento das estratégias e elabora um plano de trabalho para exportar. O curso possui quatro encontros presenciais de capacitação, com quatro horas de duração cada, e oferece uma assessoria empresarial personalizada de três horas por empresa.

O programa Sebrae Mais para Empresas Avançadas tem o objetivo de ajudar o empreendedor a planejar o futuro de seu negócio. É voltado a empresas com mais de dois anos de funcionamento e que já tenham superado questões básicas de gestão nas áreas de recursos humanos, processos, marketing e finanças. O Sebrae Mais apresenta soluções com estratégias para que o empresário escolha a que melhor se adéqua ao seu empreendimento. Essas estratégias incluem consultoria individualizada, workshop, capacitação e palestras.

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias (61) 2212 9110

www.agenciasebrae.com.br

Mais informações podem ser obtidas nos pontos de atendimento do Sebrae de sua região e no endereço: http://www.sebrae.com.br/momento/tenho-um-negocio-com-mais-de-2-anos/profissionalize-seu-negocio/programa-sebrae-para-empresas-avancadas/conheca-o-programa

Fonte: Agência Sebrae

 

'O Empreendedor' completa um ano com boa audiência de TV

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Programa de TV veiculado aos domingos às 9h pela Record News completou um ano no último dia 20; trata-se de iniciativa da Abip e Propan, voltada aos donos de panificadoras

Vanessa Brito

Brasília - Proprietários de padarias e panificadoras de cidades localizadas em regiões distantes dos grandes centros raramente têm tempo e até recursos disponíveis para investir em viagens, eventos ou cursos de reciclagem profissional. Pensando neles, a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip) e o Propan (Programa de Apoio ao Panificador) lançaram, em 20 de junho do ano passado, um programa de TV de alcance nacional – O Empreendedor.

No último domingo (20), O Empreendedor comemorou um ano no ar, apresentando matérias e reportagens especiais sobre a Siab, Feira Internacional dedicada a Tecnologias, Matérias-primas e Produtos Semi-Elaborados para a elaboração de Pães, Confeitaria, Pizza e Massas Frescas, realizada em Verona (Itália) no mês passado. O evento é uma das mais importantes feiras européias do setor.

O Empreendedor é uma iniciativa inédita no setor de panificação e confeitaria e conta com patrocínio do Sebrae, Senai e Bunge. O programa vai ao ar aos domingos, sempre às 9h, na Record News, nos canais: 42 UHF em São Paulo; 52 UHF e 55 TVA Digital no Rio de Janeiro; 46 UHF no Distrito Federal. Nas demais cidades, é só consultar Record local. A previsão é de que a iniciativa continuará crescendo em audiência, por mais um ano, no mínimo.

“O programa está superando as expectativas. A idéia era atingir o setor em todo o País, principalmente os empresários que moram em cidades pequenas e distantes. Estamos conseguindo atingir um público maior e mais abrangente”, avalia Fabiana Casselhas, responsável pela direção, produção e pauta de ‘O Empreendedor’. Ela é também empresária do setor e dirige a rede Pão do Parque, na capital paulista.

A edição de comemoração de um ano do programa mostrou novidades expostas em Verona, entre elas, o forno combinado ecológico, que pode utilizar energia elétrica, a carvão ou solar; a máquina para acelerar a fermentação; e o equipamento de autosserviço que fornece pães frescos em troca de moedas que são colocadas em um compartimento. “O autosserviço pode ser instalado pelos empresários em locais públicos, como pontos de ônibus, metrô e shoppings”, acrescenta Fabiana.

Boa audiência

O retorno dos telespectadores confirma o sucesso do programa: 6 mil e-mails e cerca de 600 cartas de todas as regiões do País são recebidas mensalmente pela produção. “A receptividade é muito boa. Chegamos a alcançar um ponto de audiência, que significa 1 milhão de telespectadores”, informa a produtora. Para um programa novo de TV, o resultado é bastante significativo, avalia Fabiana. A audiência média tem sido de 800 mil telespectadores por edição.

Os donos de padarias e panificadoras enviam sugestões de pauta e dúvidas sobre o negócio, que geralmente são respondidas por consultores do Sebrae e empresários bem-sucedidos no setor. As questões operacionais constituem a maioria das enviadas pelo público à direção de O Empreendedor. “Geralmente o empreendedor está implantando um produto novo ou uma nova área de alimentação no estabelecimento”, explica a coordenadora do programa.

O nome O Empreendedor foi muito positivo, pois abrange várias áreas e segmentos do setor de alimentação fora de casa, incluindo horitifruti, bebidas, fast food, entre outros, comenta Fabiana. “Não falamos só de pães.”, resume.   No próximo domingo (27), estarão na pauta do programa: reportagens sobre Padaria Rico Pane (sopas e caldos); Chocolate and Cheese + Nice Cup; Khan El Kalili (casa de chá egípcio ao gosto brasileiro); Raul Concer (chef executivo da Puratos); curso de sorvetes do Senai; quadro Mais Varejo; e receita Khan El Kalili (modo correto de servir chá).

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias -  (61) 2107-9110 e 2107-9106

www.agenciasebrae.com.br Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800
www.oempreendedor.tv.br
Direção e produção do programa O Empreendedor - (11) 8291-8846

Fonte: Agência Sebrae

Microempresas quitam 95,2% de endividamento

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Na prática, isso indica que de cada mil pagamentos efetuados no mês, 952 foram feitos à vista ou quitados com no máximo sete dias de atraso

Da agência estado

As micro e pequenas empresas registraram em maio índice de 95,2% de pontualidade de pagamento, informou na quinta-feira a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito.

Na prática, isso indica que de cada mil pagamentos efetuados no mês, 952 foram feitos à vista ou quitados com no máximo sete dias de atraso.

Este é o maior valor do indicador desde o início da série histórica, em janeiro de 2006.

O setor de serviços apresentou o maior índice de pontualidade em maio (95,5%).

Micro e pequenas empresas do comércio e da indústria aparecem na sequência, com 95,1% e 95%, respectivamente.

Já o valor médio dos pagamentos realizados no mês, de R$ 1.540,96, subiu 2,9% em relação a abril. Na comparação com maio de 2009, o valor médio é 5,3% menor.

Para os analistas da Serasa Experian, o índice de pontualidade nos pagamentos deve se manter elevado nos próximos meses entre as micro e pequenas empresas, por conta do aquecimento da economia. Tradicionalmente, os níveis de pontualidade tendem a ser superiores no segundo semestre, já que “o dinamismo econômico é maior na segunda metade do ano em razão do Natal”.

O Indicador Serasa Experian de Pontualidade de Pagamentos das Micro e Pequenas Empresas é formulado com base nos pagamentos efetuados, mensalmente, por cerca de 600 mil micro e pequenas empresas em todo o Brasil. No levantamento, são consideradas empresas com faturamento líquido anual de até R$ 4 milhões.

Fonte: Jornal do Comercio – RJ

Agência Sebrae

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Sped: Fenacon destaca principais pontos

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Fenacon





O prazo de envio do Sistema Público de Escrituração Digital ? Sped Contábil se encerra no dia 30 de junho. Atenta às principais dúvidas dos empresários contábeis em relação ao funcionamento do Sped Contábil, a Fenacon descreveu os dez principais passos para utilização da nova tecnologia.

A Fenacon disponibilizou, ainda, o Manual de Autenticação dos Livros Digitais - Sped Contábil no portal da entidade. Para baixar o livro basta acessar o link: http://www.fenacon.org.br/publicacoes/ECD.pdf. 

Confira os procedimentos básicos:

1 - Baixar o programa do Sped Contábil versão 2.1.9 e do ReceitaNet, procedendo a instalação.

2 - Utilizando seu aplicativo Contábil, gerar o arquivo TXT contendo as informações que serão validadas pelo Sped Contábil. Não é obrigatória a utilização o Plano de Contas Referencial do Sped, podendo ser utilizado o plano de contas já existente.

3 - Após a geração dos arquivos, proceder a validação do mesmo utilizando o aplicativo Sped Contábil.

4 - O arquivo só será gerado se o analisador não encontrar erros. Eventuais divergências não são impeditivas para a validação do arquivo, mas devem ser analisadas.

5 - Após o arquivo estar validado proceder a assinatura do Administrador e na sequência do Contabilista (Contador ou Técnico em Contabilidade), ambos devem possuir Certificado Digital.

6 - A validação do Certificado pelo Sped Contábil será confrontando o CPF informado no cadastro do aplicativo contábil e o existente no Certificado Digital, portanto se existir procuração eletrônica junto ao e-CAC da RFB, deve ser informado o nome do procurador e o seu CPF que será validado no momento da assinatura. Não existe qualquer validação com a procuração eletrônica junto ao e-CAC da RFB.

7 - Observar que a procuração eletrônica do e-CAC não tem valor perante a Junta Comercial, sendo necessária a elaboração de uma procuração específica dando poderes ao procurador assinar o livro do Sped Contábil, com reconhecimento da assinatura do administrador em cartório. Proceder ao arquivar na Junta Comercial da procuração como outros documentos de interesse da sociedade, evitando que o livro fique em exigência na Junta.

8 - Após as assinaturas será necessário proceder ao requerimento de autenticação do livro. Neste requerimento deve ser informado o local da sede da empresa o número/código da guia de recolhimento da taxa de autenticação do livro e a data de pagamento da mesma. Após estas informações o requerimento dever ser assinado digitalmente pelo administrador ou por seu procurador.

9 - Depois da geração do requerimento a ECD está pronta para ser transmitida pelo ReceitaNet. Posteriormente se detectado um erro a ECD pode ser substituída, se a mesma não estiver autenticada ou em análise.

10 - O programa Sped Contábil permite ainda que você exclua uma escrituração já validada para gerar uma nova. Permite ainda a visualização e impressão das informações geradas como o Balanço, DRE, Plano de Contas Contábil, Histórico Padrão, Razão, Diário, Termos de Abertura e Encerramento do Diário e o recibo de transmissão da ECD.

Fonte: Fenacon

CFC

Do Oiapoque ao Chuí, provedores esperam acesso facilitado à banda larga

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Provedores dos extremos Norte e Sul do País falam sobre suas pequenas empresas e expectativa gerada pelo Plano Nacional de Banda Larga

Vanessa Brito

Brasília - Cerca de 1,7 mil provedores de internet atuam de norte a sul do Brasil, prestando serviços de acesso e conexão à rede mundial de computadores para milhares de usuários. A maioria dos integrantes desse segmento da cadeia produtiva de telecomunicações é composta por micro e pequenas empresas (MPE). No município de Oiapoque (AP) há dois provedores atendendo a população de cerca de 30 mil habitantes. A cidade está localizada na fronteira com a Guiana Francesa, no extremo Norte do País.

A Manutec Oiapoque presta serviço de acesso à internet há três anos. É a segunda mais antiga da região. “Nosso serviço é feito via satélite da Embratel”, explica Max Wilson de Oliveira Lobato, diretor da pequena empresa. Sua esposa, Rosemary Nascimento, é também sua sócia. Além de oferecer acesso à internet, a Manutec Oiapoque comercializa equipamentos e presta assistência técnica.

O negócio não sobreviveria só como provedor, diz o empresário. No momento, a Manutec Oiapoque atende 60 assinantes do serviço e é geradora de 11 empregos diretos. “Com carteira assinada”, enfatiza Max. A empresa é associada da Rede Global Info, composta por cerca de 700 provedores de internet de todo o País.

A principal dificuldade do pequeno empreendimento é a compra de saída para internet, principal insumo do segmento, só possível junto às operadoras de grande porte, como também acontece em outras regiões brasileiras. “É muito difícil, pois elas cobram muito caro na nossa região. Um megabyte sai por R$ 16 mil, enquanto em Brasília, a GVT vende por R$ 30”, compara Max. A disparidade de preço é muito grande e o cliente tem de pagar caro pelo serviço, observa.

O empresário aguarda a implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do Governo Federal com expectativa. “Esse projeto é muito bom. Acredito que vai resolver o problema de acesso aqui na região. O preço do link deve cair bastante”, calcula.

O custo de um megabyte ficando em R$ 170/mês para os provedores de internet será razoável, segundo estimativa de Max Lobato. “Será possível oferecer banda larga de 100 Kbps aos usuários, uma velocidade razoável”, prevê. Max ainda não sabe ao certo quanto custará a assinatura mensal, quando isso ocorrer. “Pretendo expandir o serviço para o interior do Amapá. Tem muita clientela para banda larga, mas o preço atual é muito alto”. O número de clientes oscila muito, por este motivo. “Tem gente que começa a assinar o serviço e desiste”, revela o empresário.

Na extremidade sul

O município de Chuí é o ponto mais meridional do Brasil. Localizado a 516 km de Porto Alegre, está a 20 km da fronteira com o Uruguai. A Chuinet é uma microempresa que presta serviço de acesso à internet na região há dez anos. No momento, conta com 250 clientes, mas esse número poderia ser muito maior. “Funcionamos com internet discada nos quatro primeiros anos. O problema é que, com a chegada da banda larga ou ADSL, oferecida apenas por uma grande operadora na região, a assinatura mensal do serviço discado ficou muito cara e tivemos de migrar para radiofrequência”, explica Henrique Onório Pereira Cabral, diretor da Chuinet.

Profissional da área de Tecnologia da Informação (TI), Henrique trabalhou durante anos como empregado antes de partir para seu próprio negócio. “Completamos dez anos em abril. É uma loucura, mas estamos brigando pelo que é nosso”, diz ele. A Chuinet emprega um funcionário, por enquanto, diz o empresário.

A contratação do insumo principal do segmento é o grande problema no Chuí, assim como é no Oiapoque e em todo o Brasil. “Os valores da banda triplicaram nos últimos anos. Isso dificulta a contratação de banda maior e mais veloz”, justifica Henrique. Enquanto em Chuí um megabyte custa R$ 2 mil, em Pelotas, município distante 250 km, o preço cai para R$ 650. “A discrepância é muito grande”, reclama. Atualmente Henrique compra oito megabytes, mas precisaria de mais quatro, para atender melhor a sua clientela e ampliar o serviço para mais usuários na região. “Mais quatro mega aliviaria bastante o tráfego”.

A assinatura do serviço de acesso a internet da Chuinet, via radiofrequencia até 2.4 gigabytes, custa entre R$ 50 e R$ 60 por mês ao usuário. A velocidade é de 256 Kbps. “É lenta para abrir documentos, mas é a possível”, diz o empresário. Nas condições atuais, por mais clientela que a empresa conquiste, o custo não cairá e, consequentemente, o preço do serviço também não, lamenta.

“Pelo que entendi, o Plano Nacional de Banda Larga do Governo Federal vai entregar a banda a preço mais acessível para os provedores, mais barato do que o das grandes operadoras. É nossa esperança, que isso realmente aconteça e em breve”, afirma Henrique. O telecentro instalado pelo Governo Federal em Chuí também sofre muito com a precariedade da banda larga, fornecido pela mesma única operadora na região. “Oscila muito”, explica.

“Resolver o custo da saída para internet banda larga é a chave da porta. Nossa função é integrar as pessoas ao mundo. O contato entre familiares, por exemplo, fica muito mais em conta via internet. Só por telefone é muito caro. Todo mundo quer internet”, ressalta Henrique, lembrando que o acesso agora caminha a passos largos para o celular.


Serviço:

Agência Sebrae de Notícias – (61) 2107-9110 e 21079106

www.agenciasebrae.com.br
Manutec Oiapoque : (96) 8403-3328
Chuinet Provedor - (53) 3265-1677
www.chuinet.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

BNDES muda classificação de porte para financiamento

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou ontem a alteração da classificação do porte de empresas para a concessão de financiamentos

Da Redação

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou ontem a alteração da classificação do porte de empresas para a concessão de financiamentos. O banco atualizou os valores de Receita Operacional Bruta (ROB) e criou uma faixa intermediária entre as médias e as grandes empresas, denominada média-grande empresa.

Em nota, o BNDES informou que a nova categoria abrigará empresas com faturamento anual entre R$ 90 milhões e R$ 300 milhões e possibilitará ao banco criar condições específicas de incentivo a empresas de porte médio com potencial e processo de expansão em curso.

Com as mudanças, o BNDES passa a classificar as empresas que buscam financiamento em cinco categorias, em vez das quatro utilizadas até agora, utilizando faixas diferentes de faturamento para dividi-las. São consideradas microempresas as companhias com ROB anual de até R$ 2,4 milhões, o dobro do parâmetro usado até agora.

Já as pequenas empresas se situam entre R$ 2,4 milhões e R$ 16 milhões de receita anual. O limite anterior era de R$ 10,5 milhões. O banco dá status de média empresa para aquela que arrecada entre R$ 16 milhões e R$ 90 milhões por ano, ampliando o teto anterior de R$ 60 milhões. Já as grandes empresas, para o BNDES, restringem-se agora apenas às que faturam mais de R$ 300 milhões. A base original era de R$ 60 milhões.

Segundo nota do BNDES, as alterações dos parâmetros operacionais do banco têm o objetivo de tornar suas políticas “mais adequadas à nova realidade das empresas financiadas pelo banco”.

Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Programa Gol Verde estabelece exigências ambientais para realização da Copa

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Este foi o tema na manhã de hoje do seminário Infraestrutura Brasil, que acontece até esta quinta-feira (24), na cidade do Rio de Janeiro

Regina Mamede

Rio de Janeiro - Todos os equipamentos e obras que serão necessárias para receber a Copa do Mundo terão que se adequar ao Programa Gol Verde, da Federação Internacional de Futebol (Fifa), que estabelece diversas exigências ambientais - do uso de materiais recicláveis à economia de água e energia. Este foi o tema do painel ‘O meio Ambiente’, do seminário ‘Infraestrutura Brasil: projetos de infraestrutura e Oportunidades', com 250 especialistas de sete países, reunidos no Sheraton Rio Hotel & Resort, no Rio de Janeiro, até amanhã (24).

Para o coordenador da Câmara de Meio Ambiente da Copa de 2014, do Ministério do Esporte, Cláudio Langone, este evento é uma oportunidade valiosa para que o conceito de desenvolvimento com responsabilidade ambiental seja incorporado por estados e municípios direta ou indiretamente envolvidos com o torneio. A articulação com diferentes órgãos em todas as esferas públicas e fontes financiadoras como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é vista pelo coordenador como uma estratégia para viabilizar as obras e os projetos com equilíbrio financeiro, ambiental e legal.

“Nosso trabalho agora é criar uma agenda estratégica e formular diretrizes. Como a maior parte dos licenciamentos ambientais é responsabilidade dos estados envolvidos, temos de criar estruturas específicas para que haja negociação com os órgãos de controle. Precisamos de segurança jurídica e previsibilidade. Melhor um licenciamento rigoroso que um permissivo que vá parar na justiça”, reforçou.

O apelo de uma Copa com preocupações ambientais também pode dar visibilidade à produção brasileira como os biocombustíveis e os orgânicos e ainda criar condições de visita para parques que representam a nossa biodiversidade, tão valorizada pelos outros países. O coordenador também alertou para a necessidade de conjugar sustentabilidade social com inclusão social, relacionando, por exemplo, as obras do estádio com a população do entorno.

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias (61) 2212 9110
www.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

 

Agente Local de Inovação ajuda empresário a modernizar negócio

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Com apoio do Sebrae, comerciante de Ceilândia (DF) muda a cara da sua loja e conquista novos clientes; após piloto, Distrito Federal forma hoje (24) primeira turma deste programa

Mariana Flores

Bernardo Rebello

Newton Mauro (esquerda) ajudou o empresário José Milson a modernizar sua empresa

Brasília - Com 11 anos de atuação no mercado da Ceilândia, cidade do Distrito Federal a 25 quilômetros de Brasília, o empresário José Milson de Freitas Lima, até o ano passado, ainda anotava no papel as compras e vendas de madeiras e acessórios para móveis que sua loja comercializa.

Quando questionado por um cliente sobre determinado produto, precisava procurar em suas anotações se tinha o item em estoque e o valor de venda. Hoje computadores interligados fazem a busca e informam a disponibilidade e os preços, o que confere agilidade ao negócio, poupando tempo dos vendedores e dos próprios consumidores. A informatização da J.Lima - O Shopping do Marceneiro foi uma das modificações sugeridas pelo Agente Local de Inovação (ALI) Newton Mauro da Silva, que nos últimos meses ajudou José Milson a modernizar seu empreendimento.

Morador do bairro do Park Way, Newton (30 anos) é um dos 23 Agentes Locais de Inovação que se formarão hoje (24) na primeira turma do Distrito Federal. A cerimônia acontece às 19h, no Teatro Sesc Newton Rossi, na Ceilândia Norte.

Os Agentes Locais de Inovação, capacitados pelo Sebrae, são responsáveis por implementar práticas inovadoras em serviços, produtos, processos e marketing no dia a dia das micro e pequenas empresas. Em Brasília, as técnicas aprendidas estão sendo adotadas por mais de 1,5 mil empresas das áreas da construção civil, alimentação e vestuário. Nos próximos meses, receberão a consultoria os varejistas, os reparadores de automóveis e as empresas do segmento de beleza. Também nesta quinta-feira, o Sebrae vai lançar a próxima turma de agentes do DF. A previsão é que 1,5 mil novos empreendedores sejam beneficiados.

Mudança no visual

No caso da madeireira de José Milson, a mudança passou por vários aspectos e ajudou as vendas a crescerem mais de 15%. Além da informatização, ele alterou todo o visual da loja, inclusive a logomarca, suspendeu a aceitação de cheques e reformulou a lista de produtos. Até mesmo o público consumidor mudou: antes de receber a visita de Newton, Milson vendia apenas para marceneiros. Agora atende também o consumidor final. “Meu negócio evoluiu muito. O número de clientes aumentou e todos elogiam bastante a mudança no visual da loja. Até a inadimplência diminuiu”, conta.

A consultoria prestada pelos agentes é totalmente custeada pelo Sebrae. Durante um ano, no mínimo, o profissional visita a cada dois meses a empresa para dar informações e dicas de como esse pequeno empreendimento pode inovar para se tornar mais competitivo. Os agentes são profissionais graduados há, no máximo, três anos, capacitados para trabalhar diretamente com as micro e pequenas empresas, com a função de apresentar soluções de acordo com as necessidades de cada empreendimento.

O projeto já conta com a adesão de 24 unidades da federação e os outros 13 estados estão acertando os detalhes para implementar o projeto. Em todo o país, há 518 agentes formados, atendendo 16,5 mil empresas. Para se tornar um agente local o interessado deve passar por uma seleção que envolve prova de conhecimentos, redação e dinâmica de grupo. As provas são elaboradas pelo Sebrae no estado, de acordo com os segmentos que serão trabalhados localmente.

Newton Mauro da Silva não tem dúvidas de que irá seguir a carreira. Há dois anos, quando começou como Agente Local de Inovação, tinha deixado o emprego para estudar para concurso. Graduado em administração, ele acredita ter encontrado a profissão certa. “Quando participei da seleção, estava perdido, sem saber se estudava para um concurso ou se abria um negócio próprio. Agora já sei o que quero: ser consultor empresarial. Brasília tem muita demanda por esse tipo de serviço. Temos muitas pessoas que abriram empresas por não conseguirem passar em um concurso; então, não estão capacitados para empreender. Precisam da nossa ajuda”, afirma Newton, que prestou o serviço a 47 empresários nos últimos dois anos.

Serviço:

Agência Sebrae de Notícias (61) 2212 9110
www.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

Representante de provedores diz que MPE podem contribuir para levar internet aos pequenos municípios

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Ricardo Lopez, da Abrappit, sugere que parte do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações seja destinada a empresas que atendem escolas em localidades menores

Vanessa Brito

Divulgação

Entidades representativas dizem que provedores de pequeno porte podem contribuir para inclusão digital no País

Brasília - De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2,6 mil municípios brasileiros possuem população de até 10 mil habitantes. Ricardo Lopez Santos, presidente da Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrappit), diz que o seu segmento pode oferecer outros serviços aos usuários dessas localidades e compensar o custo mais alto do acesso à internet.

Ele lembra que as escolas, por exemplo, que receberam equipamentos do governo federal, mas que continuam sem conexão, podem ser clientes especiais dos pequenos provedores. “Dezoito por cento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) têm de ser investidos na educação. Sugiro, então, que 10% sejam repassados para as MPE que vão atender locais como escolas, bibliotecas e pontos de cultura”, diz o presidente da Abrappit.

De acordo com pesquisa do Portal Teleco, de 2008, existem 1.761 pequenos provedores de acesso à banda larga no Brasil, presentes em aproximadamente 4 mil municípios, o equivalente a 74,2% do total. Este número corresponde à quantidade de provedores registrados na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Estima-se que haja 2 mil prestadores de serviço de acesso à internet operando na informalidade no país.

A pesquisa do Portal Teleco (www.teleco.com.br) que constatou essa realidade foi feita em parceria com as associações de provedores de internet Abramulti, Abranet, Abrappit, Global Info e Internetsul, no período de 23 de janeiro a 12 de março de 2008. Quatrocentos e cinco provedores (23% do total) responderam os questionários. Juntos atendem entre 250 mil a 400 mil assinantes de banda larga ativos, sendo 64,9% deles microempresas e 32,3%, pequenas empresas.

Serviço:
Abrapitt: (19) 9767.5511
Rede Global Info : (21) 2123.2000; assessoria de imprensa ramal 2024
www.teleco.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

Teto de MPEs passa para R$ 2,4 mi

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Da Redação



Governo e empresários deram boa notícia às microempresas

A partir de agora, o teto para as empresas optantes pelo Simples Nacional no Rio Grande do Norte passa de R$ 1,8 milhão para R$ 2,4 milhões. A mudança faz parte de uma série de medidas voltadas às micro e pequenas empresas, previstas para serem publicadas no Diário Oficial do Estado hoje, que incluem ainda a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços sobre facções de roupas e implantação do Redesim, que permite o rápido acesso e compartilhamento às informações da sua base cadastral entre os órgãos envolvidos no processo de abertura, alteração e baixa de empresas, reduzindo a burocracia. O anúncio desses incentivos e a assinatura dos decretos que os criaram ocorreram na manhã de ontem, pelo governador Iberê Ferreira de Souza, em evento realizado no auditório da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern).

Na avaliação do secretário estadual de tributação, João Batista Soares, essas medidas permitirão que as empresas cresçam sem "puxar o freio de mão", por medo de perder os incentivos do Simples nacional. Soares contabiliza que o Rio Grande do Norte promove anualmente uma renúncia de R$ 350 milhões, que constituem um estímulo para a economia local. "Nós estamos ao lado dos empresários, por acreditarmos que devemos somar, já que com o desenvolvimento da economia, o estado arrecada mais e há maior geração de emprego e renda, por parte da iniciativa privada", analisa Soares.
SEBRAE

Para o diretor de administração e finanças do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Nacional, José Cláudio dos Santos, as medidas tomadas pela administração estadual, priorizando os micro e pequenos empresários, são louváveis. Ele acredita que essas iniciativas são muito importantes para garantir o desenvolvimento tecnológico e a competitividade empresarial no Rio Grande do Norte. "Embora haja todo o empenho técnico do Sebrae para que a cultura empreendedora e os negócios floresçam, é necessário uma construção política para que isso realmente aconteça. Não é em todos os estados que isso acontece", diz Santos.

O superintendente do Sebrae no Rio Grande do Norte, Zeca Melo, afirma que cerca de 38,4 mil empresas se enquadram hoje na Lei Geral de Micro e Pequenas  Empresas. Além disso, ele estima que cerca de 4.500 microempreendedores devem se formalizar em 2010, seguindo o Programa Micro Empreendedor Individual, que oferece diversas vantagens aos pequenos, como aposentadoria e auxílio-doença para profissionais autônomos.

Para Melo, as medidas anunciadas ontem são um alento aos empresários, uma vez que a geração de empreendimentos será muito mais rápida. "Hoje, metade dos 167 municípios norte-riograndeses aderiram à Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e a nossa expectativa é entrar em 2011 com a adesão de mais de 100 municípios", ressalta.

Fonte: Tribuna do Norte - RN